Ferramenta on-line oferecida pela Roland DG atualiza dezenas de técnicos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 02/11/2016
Cerca de 60% dos técnicos de manutenção usaram a plataforma

Cerca de 60% dos técnicos de manutenção usaram a plataforma

Desde julho de 2016, os técnicos de manutenção da rede autorizada da Roland DG Brasil podem se atualizar, sem custo, pela Roland DG Academy, plataforma on-line pela qual são ministrados treinamentos específicos sobre os equipamentos da fabricante. A empresa também disponibiliza treinamentos presenciais na unidade de Cotia-SP.

As aulas estão disponíveis em português para que o técnico possa explorar todo o potencial das máquinas e softwares. Os cursos e as respectivas avaliações permitem que a Roland DG faça uma análise constante do processo de treinamento e propicie ao técnico uma qualificação contínua. Como consequência, o cliente poderá contar com tempos de reparos mais breves e melhor atendimento.

Segundo Alan Pepe, gerente de assistência da Roland DG, cerca de 60% dos técnicos já utilizaram a plataforma e a expectativa é que no ano de 2017 mais de 80% deles façam os cursos. Hoje são 49 ATAs (Assistências Técnicas Autorizadas) espalhadas pelo Brasil e cerca de 96 técnicos.

Para a empresa, a educação corporativa é uma estrutura de processos organizacionais que permitem a criação e sistematização de uma cultura de aprendizagem constante, com a utilização de inúmeras ferramentas teóricas e práticas para promover o aprendizado.

Anderson Clayton, gerente de marketing da Roland DG do Brasil, declarou: “A Roland vai além de apenas treinar os técnicos para que eles adquiram mais qualificação. Buscamos desenvolver nesses profissionais uma maneira totalmente nova de pensar e agir, para que eles estejam permanentemente aptos a desempenharem suas funções e se adaptarem, ou melhor, ainda, se anteciparem às mudanças e à dinâmica do mercado e dos negócios”.

Fonte: Roland DG



Dicas para comprar o vinil adesivo correto para trabalhos de sinalização e comunicação visual

Por Eduardo Yamashita em 11/05/2015

O vinil adesivo oferece muitas vantagens. Na decoração ou no envelopamento de veículos, por exemplo, a película dá a oportunidade de sinalizar e comunicar sem danificar a superfície do carro ou da parede. Além disso, pode-se trocar essa comunicação em pouco tempo, prescindindo de materiais permanentes, como as tintas. Portanto, trata-se de uma estratégia acessível e de ótimo custo-benefício.

Saiba o que você precisa saber para escolher o vinil adequado para as suas produções

Veja o que você precisa saber para escolher o vinil adequado para as suas produções

Tipos de vinis adesivos

Em primeiro lugar, saiba que há vários tipos de películas adesivas. Elas podem ser classificadas conforme o PVC, adesivo ou liner:

PVC:

- Fabricação: cast, calandrado monomérico ou calandrado polimérico;
- Propriedade óptica: opaco, translúcido, transparente ou cristal;
- Acabamento: brilhante, fosco, semibrilhante ou semifosco.

Adesivo:

- Borracha;
- Acrílico: à base de solvente ou à base d’água (permanente, removível, reposicionável).

Liner:

- Sintético;
- Papel sem tratamento;
- Papel com tratamento sintético.

Essas características técnicas determinam o desempenho dos vinis:

- Calandrado x cast: espessura, aplicação e durabilidade;
- Monomérico x polimérico: durabilidade;
- Opaco x transparente x translúcido x cristal: passagem de luz;
- Brilhante x fosco x semifosco x semibrilhante: acabamento superficial;
- Adesivo de borracha x adesivo acrílico: durabilidade;
- Adesivo à base d’água x adesivo à base de solvente: durabilidade;
- Permenente x reposicionável x removível: adesão inicial e final;
- Liner: estabilidade.

Vinil cast e vinil calandrado

Aplicação: o cast pode ser aplicado em todos os tipos de superfícies (planas, curvas simples, curvas compostas, corrugadas, sem ou com rebites). Já o calandrado é limitado a superfícies planas e curvas simples.

Produção: o calandrado é produzido em calandras. O cast é confeccionado em equipamentos parecidos com os que fazem cobrimentos de materiais líquidos. Veja detalhes da produção de ambos os processos nesse outro artigo.

Custos de fabricação: as tecnologias e matérias-primas empregadas na fabricação do cast aumentam o custo do vinil. Portanto o cast é mais caro que o calandrado.

Características:

- Espessura: o cast é mais fino, ao passo que o calandrado é mais espesso;

- Flexibilidade: o cast é mais flexível, enquanto que o calandrado é mais rígido;

- Memória elástica: o calandrado tem mais memória;

- Durabilidade: as matérias-primas utilizadas nos filmes calandrados não proporcionam performances tão boas quanto às dos cast. Os filmes cast têm excelente durabilidade.

Saiba quando escolher entre o vinil cast e o calandrado

Saiba quando escolher entre o vinil cast e o calandrado

Na hora de escolher

Em primeiro lugar, você precisa entender o que o seu cliente precisa e deseja. Pergunte-se: qual é a durabilidade do projeto? Em qual superfície de aplicação ele será instalado? Qual é o processo de imagem que será utilizado? A escolha do vinil adesivo vai depender das respostas a essas questões.

Por exemplo, em superfícies de curvas simples ou planas, você pode utilizar qualquer filme. Mas as curvas complexas pedem vinis cast. Conhecer a durabilidade do projeto também é muito importante, pois os vinis calandrados têm menor desempenho que os cast.

No processamento da imagem, verifique a tecnologia utilizada: recorte eletrônico, impressão digital ou serigrafia. No caso da impressão solvente, a recomendação é que, depois de impresso, o material deve ser evaporado totalmente e, de preferência, muito rápido, para que a qualidade da película não se altere.

Assim, em trabalhos promocionais, deve-se usar vinis promocionais. Já trabalhos que exigem alta durabilidade, vão exigir películas de alta performance. Para aplicações em curvas complexas, use películas cast. Os backlits requerem películas translúcidas.

Na hora de comprar o vinil, atente-se aos seguintes itens:

- Procedência (fabricante);

- Validade (shelf life do produto);

- Boletim técnico (informações técnicas do produto);

- Garantia do produto;

- Suporte comercial e técnico.

 

***

Texto originalmente publicado com exclusividade no InfoSign, no dia 11 de maio de 2013.

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis, envelopamentos de carro e comunicação visual.



Durst apresenta nova impressora digital para vidros

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/09/2015
Nova geração Rho Vetrocer abarca novo sistema de transporte de substratos

Nova geração Rho Vetrocer abarca novo sistema de transporte de substratos

Em outubro de 2015, a Durst, fabricante de equipamentos, lançará uma nova geração da Rho Vetrocer, impressora digital de grande formato desenvolvida para estampar vidros usados nos mercados de arquitetura e construção.

Segundo a fabricante, a nova Rho Vetrocer inclui um recém-desenvolvido sistema de alimentação de substratos que possibilita o transporte de vidros com extrema precisão por meio dos mecanismos de impressão e cura. O sistema também permite que a mídia volte à sua posição inicial depois de impressa, para que novamente entre em processo de impressão em trabalhos de deposição de múltiplas camadas de tinta.

Desenvolvida pela Durst, a tinta utilizada pela impressora é composta por pigmentos inorgânicos e outros elementos específicos para imprimir em substratos de vidro. No processo, a tinta é aplicada diretamente sobre a superfície da mídia, que não exige tratamento superficial. Em seguida, ela é introduzida em aquecedores para se moldar definitivamente ao vidro.

Em 2013, a Durst abriu a subsidiária em Lienz, Áustria, para adaptar sua tecnologia inkjet para diversos outros campos industriais. Um dos frutos dessa iniciativa foi a introdução da impressora de vidro Rho Vetrocer na feira Glasstec 2014, que mostrou a possibilidade de adaptar os sistemas a jato de tinta para impressão de vidros.

Fonte: Durst