Etherna Adesivos lança série de vinis adesivos para decoração

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/04/2024
Linha decorativa é composta por 40 opções

Linha decorativa é composta por 40 opções

A Etherna Adesivos, fabricante nacional de películas de PVC, anunciou o lançamento de uma série de vinis adesivos específicos para aplicações de decoração.

Entre os diferenciais da linha decorativa da marca estão a estabilidade dimensional, a baixíssima retração do frontal e o adesivo permanente de alta adesão.

Em comparação com outras opções do mercado, os vinis decorativos da Etherna dispõem de frontal com característica blockout capazes de ajudar a encobrir manchas ou defeitos na superfície de móveis, chapas e paredes.

Além disso, a qualidade do frontal garante a uniformidade visual na composição final das instalações que demandam sobreposições de peças. Isto é, não há “escurecimento” nas áreas onde os vinis ficam sobrepostos.

Da linha decorativa, a Etherna destaca as opções marmorizadas, cujos pigmentos metalizados produzem efeitos visuais diferenciados nos ambientes onde as películas são aplicadas.

Conheça alguns opções:

Cubos Geométricos
Madeira Clássica
Mármore
Pincelado

Fonte: Etherna



Kyocera lança cabeça de impressão KJ4B-EX1200-RC com recirculação de tinta

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 05/03/2024
Dispositivo é indicado para várias aplicações industriais e comerciais

Dispositivo é indicado para várias aplicações industriais e comerciais

A fabricante Kyocera anunciou a KJ4B-EX1200-RC, nova cabeça de impressão inkjet compatível com tintas à base d’água, indicada para diversas aplicações industriais, comerciais e de embalagem.

Capaz de disparar gotas com volume de 2,0pL, a cabeça inclui recirculação de tinta e pode trabalhar na velocidade máxima de 101,6m/min, em frequência máxima de jato de 80kHz e resolução de 1.200dpi.

A nova KJ4B-EX1200-RC estará disponível a partir de abril de 2024.

Segundo a Kyocera, seus sistemas digitais oferecem a vantagem da impressão imediata e personalizável, ao mesmo tempo que reduz o impacto ambiental ao eliminar o desperdício, em aplicações diversas, como têxteis, embalagens e materiais de construção.

Fonte: Kyocera



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.