Feira sediará a 5ª edição da Fespa Digital Textile Conference

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/02/2019
Evento contará com a participação de especialista de estamparia têxtil digital

Evento contará com a participação de especialista de estamparia têxtil digital

Criada em 2015, a Fespa Digital Textile Conference terá espaço garantido na programação de congressos gratuitos da Fespa Brasil 2019, feira que ocorre de 20 a 23 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Reservada para o dia 22 de março, a conferência tratará de todas as facetas do segmento de impressão digital têxtil: moda, decoração, sinalização e outras.

O crescimento do têxtil foi um dos pontos observados na Fespa Print Census, pesquisa sobre o mercado de impressão digital. Entre as entrevistadas, 56% das empresas de estamparia têxtil afirmaram que investiram em digital e mais 19% planejam investir nos próximos dois anos.

A Digital Textile Conference mostrará um panorama do segmento, com especialistas destacando tendências, novos conceitos e possibilidades de mercado.

O visitante, além do conteúdo adquirido no congresso gratuito, poderá acompanhar dentro da Fespa Brasil 2019 uma série de expositores de equipamentos e soluções para a estamparia digital.

Fonte: Fespa Brasil



Tornando-se mais sustentável - Parte 1

Por Eduardo Yamashita em 22/01/2017
Uso do vinil adesivo precisa ser discutido

Uso do vinil adesivo precisa ser discutido

Atualmente, as empresas de comunicação visual têm buscado usar soluções mais sustentáveis (“verdes”), isto é, ambientalmente amigáveis e corretas. Um dos principais materiais dessa indústria é o vinil autoadesivo, usado em abundância em aplicações de sinalização, decoração, envelopamento e adesivações diversas. Portanto, em meio a discussões sobre práticas “verdes”, é inevitável discutir as implicações e impactos dos vinis no meio ambiente. Ele é sustentável? Pode ser reciclado? Quais são suas limitações? Neste artigo, buscamos apresentar informações para responder a essas perguntas e eliminar mal-entendidos sobre essas mídias.

O PVC é “verde”?

O policloreto de vinil (o PVC) pode ser considerado um problema em termos sustentáveis? Aplicado ao mercado de comunicação visual, sinalização e envelopamento, ele talvez seja.

O PVC tornou-se o material de básico para filmes gráficos por poder ser fabricado em qualquer cor, além de ser durável e proporcionar elasticidade para aplicações em diversos tipos de superfícies.

No entanto, a produção de filmes de PVC usa ftalatos, que não o tornam necessariamente um material ecológico, principalmente porque ele não vai se decompor nos aterros e não há como reciclar o filme após seu uso. No entanto, atualmente há filmes de envelopamento sem PVC disponíveis no mercado.

Quando se trata de produtos autoadesivos, é importante lembrar que todos eles têm adesivo. Portanto, não importa quão ambientalmente amigável é o filme, o adesivo também deve ser levado em consideração. Atualmente, não há nenhum processo mecânico para separar o adesivo do filme, o que dificulta a reciclagem ou a degradar do material num aterro.

Fabricantes de mídias já estão investindo na produção de películas autoadesivas sem PVC

Busca por alternativas

Por que deveríamos começar a empregar materiais alternativos? A principal razão, em função de uma consciência ambiental maior atual, devemos procurar maneiras de reduzir nossa pegada. Há outra razão muito relevante: os clientes que pedem por soluções mais verdes. Para atendê-los, é necessário armar-se de informação sobre materiais alternativos.

De fato, nos últimos anos as empresas nacionais de varejo e as lojas de “grandes caixas” procuram cada vez mais produtos sustentáveis, e a tendência é que nos próximos anos essa demanda se expanda a empresas regionais e varejistas locais.

A demanda

O que impulsiona os clientes que demandam produtos sustentáveis são os mandatos regulatórios criados em anos recentes, como as normas de fabricação de produtos para crianças (sobretudo, brinquedos infantis). Para esse público, a indústria de sinalização fornece imagens para decoração ambiental, tanto comercial (em lojas e hospitais, por exemplo) quanto doméstica (quartos e cômodos). Obviamente, não se trata de brinquedos, porém os varejistas envolvidos na comercialização de produtos infantis passaram a questionar todos os fornecedores, para garantir que nenhum componente prejudicial seja empregado em itens vendidos para o mercado infantil.

Normas de fabricação de produtos infantis podem ajudar na regulamentação de práticas mais sustentáveis na indústria de comunicação visual

Outra legislação é conhecida como REACH (Regulamento, Avaliação, Autorização e Restrição de Produtos Químicos). Embora tenha sido desenvolvida na Europa, ela pode ser aplicada no Brasil, sobretudo por empresas que importam e exportam para o mercado europeu. Esse regulamento mostra como reduzir o uso de químicos nocivos ( cádmio, cromatos e chumbo) na fabricação de produtos de consumo.

O regulamento afeta fornecedores de clientes multinacionais que exigem compatibilidade em diferentes países. Para padronizar a qualidade dos materiais comprados, os clientes pedem que sejam seguidas as normas de fabricação REACH.

Em função da regulação ambiental atual, alguns fabricantes de filmes autoadesivos estão se alinhando aos novos padrões de emissão de gases de efeito estufa, que surgiram da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas realizada em Paris em 2015. Os efeitos desse acordo histórico sobre nosso setor se desenvolverão nos próximos anos.

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual

 



InfoTrends faz estudo sobre fornecedores do setor de grandes formatos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 18/09/2013

Estudo visa identificar falhas e acertos dos fornecedores de tecnologia do setor

Estudo visa identificar falhas e acertos dos fornecedores de tecnologia

A InfoTrends, consultoria internacional especializada no mercado gráfico, iniciou uma pesquisa (que envolverá contato por e-mail e telefone) para levantar informações relacionadas à cadeia de fornecimento de tecnologia no mercado de grandes formatos. . Com esse trabalho espera-se:

  • quantificar rentabilidade e custos desse segmento da indústria;
  • identificar gargalos e fontes de atrito na cadeia de fornecimento de produtos gráficos;
  • identificar oportunidades de e-commerce e gestão da cadeia de suprimentos;
  • mostrar empresas que estão desenvolvendo estratégias alternativas e bem-sucedidas no fornecimento de suprimentos;
  • descrever práticas que aumentam a rentabilidade dos fornecedores e distribuidores;
  • identificar programas de vanguarda para o desenvolvimento do mercado.

Sobre o assunto, Tim Greene, diretor do InfoTrends, declarou: "Na gestão eficaz da cadeia de suprimentos, é preciso assegurar que os materiais estejam sempre disponíveis aos usuários, mas com preços corretos. Os fabricantes têm de desenvolver estratégias para lidar com diferentes contas, nas diferentes regiões geográficas, com os diferentes tipos de distribuidores".

Fonte: Image Reports Mag