Ilha da Sublimação da Fespa tem novidades em 2024

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/01/2024
Espaço estará maior e melhor

Espaço estará maior e melhor

A feira Fespa 2024, que ocorrerá entre os dias 11 e 14 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo, oferecerá uma extensa grade de palestras gratuitas no espaço “Ilha da Sublimação”, que nesta edição estará maior e mais diversificada.

Felipe Soares, diretor da Print Center e coordenador da Ilha da Sublimação, revela: “Em 2024, teremos uma ilha maior, ainda mais bonita e receptiva. O nome é Ilha da Sublimação, mas envolve tudo a respeito da personalização. Mostramos que sublimação, transfer laser, costura criativa, papelaria personalizada, comunicação visual e gráfica rápida podem se interligar e se completar com muito sucesso”.

A Ilha terá novos palestras e conteúdos que vão além de personalizar produtos, com ferramentas e estratégias para vender melhor, fidelizar clientes, gerenciar e divulgar melhor o empreendimento, saber o que fazer e para quem vender e vários outros temas.

Confira os confirmados:

  • Alexandre Keese, mestre em Photoshop
  • Felipe Soares, especialista em sublimação e transfer
  • Ivanberg Moreira, do Dicas do Greb
  • Rodrigo Cury, mestre em negócios e gestão
  • Fabiana Rodrigues, do Abacaxi Sublimático
  • Ana Melim, designer gráfica há 30 anos
  • Mayara Calderone, professora do Portal Sublimático
  • Bruna Molina, focada em simplificar a sublimação
  • Casal Super, formado por Alessandro Treguer e Priscila Lanaro
  • Antonio Escobar, especialista em marketing digital
  • Fernanda Yuki, Hugo Salles, Daniele Corrêa e Ana Paula Walter, da Fusão Criativa
  • Tiago Ferraresi, CEO da TopColors
  • Luana Dias, idealizadora do projeto Dona de Gráfica
  • Rubens Lorenzetti, diretor da Fantastic Brindes
  • Gabriel Garcia, programador
  • Aline Almeida, da Multiplique Ateliê e Caracol Artes
  • Ronaldo Rufino, consultor comercial da Coralis

Fonte: Fespa Brasil

Tags: Fespa 2024,


Tecidos usados na impressão por sublimação

Por João Leodonio em 03/04/2018
Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

As facilidades de importação e as ofertas da indústria brasileira têxtil impulsionam, atualmente, o mercado de tecidos sintéticos. São materiais que podem receber estampas sublimadas e, embora, haja grande disponibilidade deles, nem todos são recomendados para a impressão por sublimação. Portanto, este artigo ajuda você a reconhecer os principais produtos e classificá-los de acordo com suas composições e aplicações.

Tecidos PP (100% poliéster e diversas gramaturas)

Conheça os materiais têxtil totalmente compostos por poliéster:

- Flamê: malha mais leve que aparenta ter certa transparência. Bastante utilizada para camisetas.

- Devorê: malha mais leve que, devido ao processo de desgaste que sofre em sua produção, tem algumas partes mais fechadas e outras mais abertas, o que confere efeito diferenciado quando sublimada. Muito utilizada para camisetas.

- Crepe: trata-se de um tecido mais nobre e que confere acabamento superior. É muito utilizado para roupas femininas com toque diferenciado. Há variações de Crepe, porém uma característica marcante em todos elas é o alto grau de encolhimento.

- Oxford: mais barato, serve para a confecção de painéis de aniversário e comunicação visual em geral, pois é bem resistente e aceita muito bem a sublimação.

- Tactel: muito utilizado para bermudas e almofadas. Tem um toque menos nobre e apresenta encolhimento quando sublimado.

Mais leve, flamê é bastante utilizada em camisetas

Poliéster com Elastano

Trata-se de uma composição muito utilizada para a composição de peças de vestuário que precisam de um caimento mais colado ao corpo ou para exposição ao calor com menor grau de aquecimento. Conheça os tipos:

- Suéde, Neoprene e Suplex: muito utilizados para calças legging e bodys, pois não apresentam transparência e dão muita mobilidade às peças de vestuário.

- Dry Fit: classificado como malha fria, pois não esquenta muito. É bastante utilizado em materiais esportivos, como camisas de futebol e roupas para academia e pesca. Existem variações de qualidade e gramatura, como o Tecno Dry. Outros tipos são: Helanca, Helanca Light, Helanquinha e Cacharrel, que apresentam características próximas ao Dry fit.

- Chiffon: caracteriza-se por conferir transferência às peças de vestuário, além de ser muito utilizado em painéis de aniversário e comunicação visual.

- Cetim: muito utilizado em peças que precisam de um toque de ceda. Também é utilizado em forros de vestidos e ternos.

Há variações de Dry Fit que também podem ser estampadas com sublimação

PA (Poliéster com Algodão)

Há várias composições, como 50% P/50% A e 70% P/30% A. A principal característica do PA depois de sublimado é não ter 100% de nitidez, pois apenas os fios de poliéster serão estampados. Isso altera a característica de toque, tornando-o mais “pesado”.

PV (Poli Viscose ou Poliéster com Viscose)

Existem alguns percentuais diferentes para cada tipo de fio. Para esses casos, recomenda-se ter muito cuidado e realizar testes antes de sublimar toda aa produção, pois a viscose pode apresentar manchas ao lavar.

Tecidos sublimados também podem ser usados para compor quadros e peças de comunicação visual

Recomendações gerais

Quanto ao processo, recomenda-se testar sempre os tipos diferentes de tecidos antes de efetuar o corte. É necessário analisar a estrutura dos tecidos quanto ao grau de encolhimento. Por exemplo, a sublimação no crepe deve ser aplicada com tempo e temperatura inferiores aos utilizados em outros tecidos.

Ao estampar PA e PV, recomenda-se, após o teste de sublimação, submeter o tecido a uma lavagem para verificar o resultado de cor e manchas.

No caso dos tecidos que sofrem encolhimento ao serem expostos à temperatura (principalmente os materiais com elastano), após definido o percentual de encolhimento nos testes, recomenda-se executar o pré-encolhimento por até oito segundo e com a temperatura do serviço. Depois de encolhido, realize a transferência sublimática.

Alguns tecidos podem ter elastano (ou não). Para ter a certeza da composição, recomenda-se pedir para ver a etiqueta do fabricante no ato da compra dos materiais.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático 

 



HP informa ter instalado mais de 30 mil impressoras látex no mundo

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 02/12/2015
Portfólio de impressoras látex da HP conta com modelos de entrada e de alta produtividade

Portfólio de impressoras látex da HP conta com modelos de entrada e de alta produtividade

A HP, desenvolvedora de tecnologias, afirmou recentemente que mais de 30 mil impressoras látex de grande formato já foram vendidas e instaladas em diversos países do globo. Sobre o assunto, Joan Perez Pericot, diretor de marketing mundial da HP Large Format Printing, declarou: “É um marco fenomenal. A versatilidade da tecnologia látex da HP permitiu que nossos clientes fossem pioneiros em novas aplicações de alta rentabilidade, em que os consumidores são sensíveis ao uso de tecnologias ecossolvente, solvente ou de cura UV”.

No portfólio de equipamentos látex da HP estão os modelos 310, 330, 360 e 370, indicados a empresas que pretendem expandir seus serviços de impressão de grande formato, sobretudo com aplicações indoor que não podem ser executadas por tecnologias solvente. Já as impressoras HP Latex 3100 e 3500 são recomendadas a birôs com produção de alto volume e prazos de entrega curtos.

De acordo com a companhia, as impressoras látex estão se firmando como um novo padrão tecnológico para a indústria, o que tem sido apoiado por diversas empresas de fornecimento de mídias e materiais. Atualmente, mais de 72 fornecedores e mais de 360 substratos já foram certificados HP Latex.

Fonte: HP



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