Envelopamento de carro: adesivação de porta (passo a passo)

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 05/12/2012

Popularizado, o envelopamento de carro é capaz de conferir um visual diferente e ainda proteger a lataria do veículo. A despeito de suas vantagens, a adesivação exige habilidade e conhecimento dos profissionais que envelopam. É fundamental que os adesivadores saibam utilizar os acessórios (espátula, estilete, soprador térmico) e manusear corretamente o vinil, evitando desperdícios de tempo e material.

Envelopamento de carro: dicas para uma aplicação profissional
Envelopamento de carro: adesivação de retrovisor (passo a passo)

E cada detalhe faz diferença. Por exemplo: a aplicação da película na porta. Ela deve ser feita de modo a cobrir toda a lateria sem deixar vestígios da cor original do carro. Além disso, o vinil precisa ser devidamente moldado, para que não tenha bolhas, nem fique com rebarbas.

Confira, no passo a passo preparado pela Alko, todos os detalhes para uma adesivação perfeita na porta do veículo:

Fonte: Alko. Edição: InfoSign



Kodak lança mídia Universal Backlit Film

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 18/07/2014

Película apresenta superfície brilhante e é compatível com tintas inkjet com corante ou pigmento

Película apresenta superfície brilhante e é compatível com tintas inkjet com corante ou pigmento

A Kodak, fabricante de tecnologias, anunciou no mercado internacional a Universal Backlit, mídia para impressão inkjet.

De poliéster, o substrato apresenta superfície brilhante e serve para aplicações retroiluminadas. Além disso, é compatível com tintas de corante ou pigmento, resistente à água e emula o efeito do Kodak Duratrans. Segundo a empresa, a mídia é relativamente rígida, durável e fácil de trabalhar em produção.

CJ Forker, gerente de marca do grupo Kodak, declarou: "Birôs e gráficas digitais precisam de substratos backlit que possuam um acabamento que realmente ressalta, para aplicações em lojas de varejo, por exemplo. O novo Universal Backlit  é a resposta para isso".

Fonte: My Print Resource



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático