Confira os vencedores de concurso realizado pela Mactac

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/07/2018
Conheça dos campeões das seis categorias do Mactac Creative Awards

Conheça dos campeões das seis categorias do Mactac Creative Awards

Ao longo dos últimos 12 meses, a Mactac, fabricante de mídias, recebeu inscrições de inúmeros projetos de comunicação visual para concorrer ao Mactac Creative Awards, prêmio anual que visa fomentar o uso criativo de películas adesivas em aplicações de sinalização e decoração. Dividido em seis categorias, o concurso contou com juízes para avaliar os concorrentes considerando inovação, impacto e design.

A seguir, você poderá conferir os ganhadores da edição mais recente do campeonato. Caso tenha se interessado, você pode participar dele, enviando projetos em que produtos da marca tenham sido empregados. Também é possível votar nos trabalhos concorrentes. Basta entrar no site do Mactac Creative Awards.

Categoria: Decoração de interiores
Campeão: Lycée Henaff, da França
Estudantes do Lycée Henaff transformaram em imagens algumas frases lendárias de comentaristas esportivos franceses. Usando trechos de um documentário, os alunos foram levados a refletir sobre duas questões: Os comentários esportivos são portadores de emoções? Em caso afirmativo, como elas podem ser transpostas em pictogramas? O projeto usou filmes MACal 8900 Pro recortados
Categoria: Decoração exterior
Campeão: I.S.I.3 srl, da Itália
“Un’Opera Gigantesca” é um enorme revestimento de parede que reproduz a arte de um artista que trabalha na Academia de Belas Artes de Bolonha. A instalação tem 5,5m de altura e 45m de comprimento e empregou o filme IMAGin WW 100 Pro
Categoria: Decoração de lojas
Campeão: Nicolas Lachambre, da França
Uma vitrine artística foi criada como parte do projeto “Puits de Lumière”. Esse projeto, apoiado pelo grupo Sofim, foi concebido para transformar espaços urbanos em obra de arte iluminada. Diferentes tipos de vinis foram cortados, sobrepostos e retroiluminados. Os materiais usados foram o Macal 9700 Pro Blue, o Glass Decor 700 e o Macal 8988-00 Pro
Categoria: Envelopamento de veículo
Campeão: Wrap Garage, da Alemanha
Trata-se da decoração de uma Yamaha R6, com cobertura total em TF Black Matt e recortes de TF Flexchrome Buttercup. Inicialmente, o Flexchrome foi aplicado. Depois, o design foi recortado à mão, para garantir que o filme não rasgasse nos pequenos pontos finos durante a aplicação. Logotipos foram recortados por plotter
Categoria: Barco
Campeão: Grapefruit Graphics, do Reino Unido
Esse projeto foi pintado à mão pela artista Anna Jacobs e depois produzido digitalmente e instalado pela Grapefruit Graphics, usando o filme JT 5529 B-Free
Categoria: Escolha do público
Campeão: DCM Design, da Romênia
O projeto escolhido pelo voto popular foi o envelopamento de um Gle Coupe, com filmes TF Flexchrome Cherry Red. Mais de 558 pessoas votaram nesse trabalho
Fonte: Mactac

Fonte: Mactac



Problemas e soluções na impressão por sublimação

Por Jimmy Lamb em 28/01/2015

Você já passou por alguma dificuldade na impressão digital por sublimação? Pois saiba que esse processo exige treinamento, tempo, paciência e experiência para que você atinja a excelência nos resultados de reprodução das imagens.

      Saiba mais sobre sublimação:

Entre os principais desafios da sublimação, estão cinco problemas que aparecem comumente aos que usam esse processo. Cada um deles pode ser evitado com um conhecimento adequado. Mas lembre-se: mesmo que você coloque em práticas as dicas e procedimentos para diminuí-los, os problemas surgirão. E a recomendação é que você aprenda com eles, e obtenha mais conhecimento e sucesso nas produções seguintes. No caso da sublimação, os cinco problemas mais comuns são:

1. Banding;
2. Umidade;
3. Efeito fantasma;
4. Cores incorretas;
5. Linhas de transferência.

1. Banding

Nos impressos, quando você encontra linhas de cores diferentes (causadas pela falta de tinta na região), você está se deparando com o banding. A causa mais comum desse problema é o entupimento (dos nozzles) das cabeças de impressão. Queira ou não, todas as tintas (não somente a sublimática) secam o tempo todo. Se isso acontece dentro das cabeças, o fluxo de tinta é inibido, o que resulta na falta de tinta no impresso.

Enquanto você estiver imprimindo regularmente – várias vezes por semana – a tinta não secará dentro das cabeças. Mas se a impressora ficar muito tempo sem atividade, você pode ter problemas.

A maneira mais simples de evitar isso é disparar rotineiramente uma pequena quantidade de tinta através das cabeças de impressão, utilizando a função de limpeza dessas peças. Portanto, é fundamental seguir as recomendações e procedimentos de manutenção passados pelo fornecedor de sua impressora.

Se você precisar de lembretes para a limpeza das cabeças, você pode usar softwares que executam automaticamente esse procedimento, em intervalos especificados. Basta configurá-los e eles fazem o trabalho, desde que você deixe tudo ligado.

O banding pode ter outras causas, como a falta de tinta na impressora. Portanto, verifique sempre os níveis de tinta nos tanques do equipamento. Além disso, a impressora pode simplesmente estar precisando de alguns ajustes na cabeça ou no sistema de alimentação de substratos.

O banding (linhas verticais com falta de tinta) é um problema recorrente na sublimação

O banding (linhas verticais com falta de tinta) é um problema recorrente na sublimação

2. Umidade (no processo de sublimação)

Alguns dos problemas atribuídos à falta de controle da umidade (no ambiente) incluem: mudança de cor, sangramento na imagem e transferência irregular de tinta em áreas chapadas (sólidas).

Em circunstâncias normais, uma pequena quantidade de umidade pode acumular-se no papel transfer e, na prensagem, ela é absorvida pela mídia. No entanto, substratos como metal e cerâmica são incapazes de absorver umidade. Assim, é importante que você tome medidas para diminuí-la.

O primeiro passo é proteger o papel da absorção de umidade. Como medida preventiva, estoque sempre o material em local seco. Considere usar, também, um recipiente selado para o armazenamento desse substrato. Caso ele tenha umidade em excesso, recomenda-se colocá-lo na prensa por alguns segundos. Não precisa pressioná-lo, basta expô-lo ao calor.

Outro truque é usar papel jornal. Ele vai ajudar a absorver a umidade da folha de transferência durante a prensagem (enquanto o teflon, não). Certifique-se de usar uma nova folha de papel para cada prensagem.

Em peças de tecido também é possível que tenha um pouco de umidade. Antes de realizar a sublimação, faça uma prensagem com as peças (durante cerca de 10 segundos). Esse procedimento vai retirar a umidade e enrugamentos dos substratos.

Além disso, dê atenção especial para o seu ambiente de trabalho. Controle os níveis de umidade nele. Para tanto, recomenda-se o uso de um desumidificador. Mas cuidado para não reduzir excessivamente a umidade, isso pode ter efeitos negativos sobre tintas e impressoras.

É também aconselhável investir em um higrômetro, para conhecer os níveis de umidade. As condições ambientais ideais de operação para a sublimação é de 21ºC a 26ºC, com 35% a 65% de umidade relativa (sem condensação).

Tenha cuidado ao armazenar o papel, para que ele não absorva umidade

Tenha cuidado ao armazenar o papel, para que ele não absorva umidade

3. Efeito fantasma

A sublimação requer, durante a prensagem, um casamento perfeito entre o papel transfer e o substrato virgem. Se o papel deslocar ou não se fixar contra o substrato, ocorrerá o efeito fantasma. Isto é, a sublimação vai ficar desfocada, com uma sombra ao longo (ou além) das bordas das imagens. Pode também acontecer o efeito "esgazeado"; quando há uma "explosão" de tinta do lado de fora da área de imagem.

Para evitar estes problemas, é essencial fazer o ajuste correto entre o papel transfer e o substrato. Recomenda-se o uso de fita resistente ao calor, para assegurar a transferência do produto. Tenha cuidado para não aplicar a fita em toda a área da imagem, pois isso pode prejudicar a qualidade da imagem. Além disso, use apenas uma quantidade mínima de fita, já que você vai precisar remover rapidamente os substratos após a prensagem.

Quando você estiver sublimando materiais de vestuário, você pode usar um spray adesivo reposicionável. Nesse caso, aplique uma névoa leve na parte da imagem do papel transfer, a cerca de 10 centímetros de distância. Não pulverize a peça de vestuário. Em seguida, pressione o papel transfer contra o tecido. Se você posicioná-lo incorretamente, retire e reposicione-o.

Depois da prensagem, é importante remover o papel transfer corretamente. Caso contrário, a tinta pode vazar para áreas indesejadas, causando o efeito fantasma. Com substratos rígidos, o papel deverá ser levantado de modo rápido e limpo. Com vestuário, você obtém melhores resultados pegando uma das extremidades do papel e puxando-a lentamente, enquanto segura o tecido.

O teflon sujo ou manchado também pode causar efeito fantasma. Esta é outra razão para considerar o uso de papel de jornal em vez do teflon.

4. Cores incorretas (de saída)

O problema da incompatibilidade de cores (do arquivo original para as cores impressas) não é o resultado de um sistema defeituoso. Tem mais a ver com o fato de empregar equipamentos diferentes no processo – e cada um deles com uma capacidade diferente de reproduzir as cores.

Primeiro, os monitores funcionam no modo RGB, enquanto a impressora trabalha no modo CMYK. Com a sublimação, o que sai da impressora não é a cor final, porque ela vai mudar depois da prensagem (e sublimação). É como fazer a tradução de texto do francês para o inglês, e daí para o espanhol. Você consegue traduzir a mensagem geral, mas dificilmente obtém a tradução palavra a palavra.

Se você comprou um sistema de sublimação que inclui um driver de impressora, o software vai ajudar a gerenciar as funções de impressão para posterior sublimação. Além disso, se você estiver usando o CorelDRAW e o Adobe Photoshop, você deverá instalar, nesses aplicativos, a paleta de cor designada pelo fabricante.

É indicado que você crie referências, para comparar o que você vê na tela com as cores que serão reproduzidas no impresso. Para isso, basta imprimir a paleta de cores que é usada pela impressora.

Selecione as cores do seu projeto com base nesta tabela (saída) em vez de depender das cores da tela (entrada). A cor pode não parecer correta na tela, mas você vai saber como ela vai ficar depois de impressa.

Tenha amostras de cores em substratos já sublimados

Tenha amostras de cores em substratos já sublimados

5. Linhas de transferência no tecido

São linhas fracas que aparecem no tecido já sublimado e correspondem às extremidades do papel transfer. Elas são causadas ​​pela fusão das fibras do tecido (ao longo das bordas do papel).

Para a prevenir esse problema, experimente diferentes configurações de temperatura na sua prensa. Considere reduzir a pressão e a temperatura (para 200ºC). Você também pode cortar o tempo de prensagem de 60 segundos para 45 segundos. As mudanças devem ser feitas gradualmente. E saiba que variar as configurações pode afetar a qualidade do processo.

Outra opção é tirar a parte do papel transfer que não é revestida. Isso vai suavizar as arestas do papel e reduzir as chances de aparecer as linhas de transferência.

Muitos usuários utilizam uma folha de foam de alta temperatura durante a produção, a fim de impedir a formação das linhas. Almofadas de teflon também têm sido desenvolvidas para a sublimação. Verifique com seus fornecedores de equipamentos mais informações sobre esse assunto.

Uma coisa importante: cada peça de vestuário pode precisar de configurações diferentes. Independentemente de qual você usar, documente-as para referência futura.

Estes são alguns dos problemas mais comuns encontrados na sublimação, e são relativamente fáceis de resolver. Se você ainda está tendo problemas, entre em contato com o fornecedor do equipamento. Não deixe os desafios de produção atrasá-lo ou intimidá-lo. A maioria deles pode ser resolvida por telefone.

***

Sobre o autor: Jimmy Lamb escreve e palestra sobre sublimação e impressão em tecidos mundo afora. Tem mais de 20 anos de experiência no negócio de vestuário e decoração. Atualmente, é o gerente de comunicação na Sawgrass Technologies.
 
Esse artigo técnico foi cedido, com exclusividade, pela Sawgrass ao portal InfoSign, que traduziu e adaptou o texto.
 



HP e Alltak unem-se a designers na criação de mobiliário personalizado

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/08/2018
Móveis serão expostos de 29 de agosto a 2 de setembro

Móveis serão expostos de 29 de agosto a 2 de setembro

Os designers Sergio e Jack Fahrer estão com uma nova coleção de móveis personalizados. É a Op+Memphis, que será exposta na Semana do DW-Design Weekend, de 29 de agosto a 2 de setembro, na Rua Wizard 157, São Paulo (SP).

A coleção é composta por 29 peças (poltronas, cadeiras, mesas, bancos, credenzas, luminárias e objetos) decoradas com motivos e imagens inspiradas nos movimentos Op Art e Memphis.

Para ajudar a concretizar os designs dos irmãos Fahrer, a Alltak, fabricante de películas adesivas, desenvolveu o novo Fusion, filme de alta performance exclusivo para decoração de mobiliário.

As películas receberam imagens impressas com equipamentos e tintas látex da HP, cujas características elásticas são recomendadas a mídias que serão moldadas a superfícies mais complexas.

A Acritec foi a responsável pela fabricação das estruturas das peças. A empresa usou um polímero moldável, que tem a facilidade de adquirir formas, pela sua leveza e alta resistência.

Op Art e Memphis

A Op Art, que atingiu seu auge na década de 60, e a Memphis, nascida na década de 80 em Milão, romperam com as estruturas, cores e linhas do design de suas épocas. As duas inspiraram os irmãos Sergio e Jack Fahrer a criar a coleção Op+Memphis.

A ideia da coleção é apresentar formas, peças e imagens que vão além dos padrões atuais da indústria. “O pressuposto de seguir somente o estilo daquilo que está em voga, de seguir tendência... Acho que precisamos mais do que isso, neste momento do mundo”, comenta Sergio.

A Memphis, como ficou conhecido o grupo liderado por Ettore Sottsass, começou na década de 80 e contrapunha-se ao movimento moderno, que priorizava a funcionalidade em detrimento da simbologia e da estética do objeto. A Op Art é a representação do movimento da imagem por meio de elementos gráficos, e simboliza um mundo que se modifica a cada instante.

Fonte: HP Brasil