Roland disponibiliza novo serviço de gerenciamento de produção

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 28/07/2021
Baseado em nuvem, solução dá acesso instantâneo às principais métricas de desempenho

Baseado em nuvem, solução dá acesso instantâneo às principais métricas de desempenho

A fabricante Roland DG está disponibilizando a “Connect”, solução que oferece um ambiente operacional confortável e estável. 

O aplicativo baseado em nuvem aumenta a eficiência do fluxo de trabalho e permite que pessoas com diferentes habilidades, objetivos e requisitos colaborem e compartilhem ideias.

Disponível em português, coreano, japonês, inglês, espanhol, alemão, francês e italiano, o serviço recentemente ficou disponível para clientes da Europa, América Latina, Oceania e Coreia.

Atualmente, o Roland DG Connect fornece acesso instantâneo às principais métricas de desempenho, o que permite ao usuário monitorar as atividades da produção. Caso ocorra um erro, por exemplo, as informações compartilhadas sobre o status operacional podem ser utilizadas para reduzir o tempo de reparo.

A função Health Check monitora os principais componentes, como a cabeça de impressão e notifica os usuários sobre as manutenções necessárias. Já a função Dashboard oferece uma visão codificada por cores.

Tony Miller, presidente da divisão de vendas e marketing global da Roland DG, declarou: “Continuaremos a adicionar recursos, serviços e cobertura ao Connect, para gerar um ecossistema criativo e mais atraente para os nossos clientes de todo o mundo”.

O Roland DG Connect está atualmente disponível para todos os modelos TrueVIS VG2-640/540, SG2-640/540/300, VF2-640, VG-640/540 e SG-540/300. É necessário atualizar para o firmware mais recente. A empresa promete expandir o serviço para outros equipamentos.

Fonte: Roland DG



Entrevista: Evelin Wanke, diretora de vendas da Epson Brasil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 09/01/2022
Evelin Wanke fala sobre lançamentos e perspectiva para 2022

Evelin Wanke fala sobre lançamentos e perspectiva para 2022

O ano de 2021 foi de trabalho e êxitos para a Epson Brasil. A fabricante recrudesceu o suporte aos seus clientes e fomentou, com múltiplos lançamentos, todos os segmentos do mercado nacional de impressão profissional têxtil e de grandes formatos. Além das novas tecnologias inkjet UV, resina e sublimática, a marca reforçou sua presença na área de CAD, cuja demanda por pôsteres e banners de comunicação interna aumentou expressivamente entre clientes corporativos, de engenheiros e arquitetos.

Para as empresas de estamparia digital, setor em que a marca tem investido com afinco, a Epson apresentou as novas Monna Lisa 8000 (que imprime diretamente sobre o tecido) e SureColor F170 (menor sublimática do mercado, com 21,6cm de largura). A F170 foi recebida com entusiasmo por empreendedores de pequenos negócios e tem prevalecido em um terreno até então ocupado por impressoras adaptadas.

Na seara da comunicação visual, a Epson começou a trabalhar a sua primeira impressora UV, a V7000, que se diferencia por oferecer tecnologia de aplicação de verniz localizado como acabamento. Outra novidade para os signmakers foi a SureColor R5070L, com tinta de resina, indicada sobretudo para a produção de itens de decoração por conta de seus atributos sustentáveis e versáteis.

O portal InfoSign entrevistou Evelin Wanke, diretora de vendas da Epson Brasil, para falar sobre todas as novidades que a marca explorou em 2021. A executiva também falou sobre as pretensões da empresa para 2022, ano em que a fabricante se empenhará em auxiliar o mercado em sua retomada numa economia pós-pandemia, que exigirá versatilidade e resiliência de fornecedores e clientes.

InfoSign: Em 2021, quais foram os modelos de impressoras de grande formato e sublimação mais procurados pelos clientes da Epson? E por quê?

Evelin: A Epson registrou um crescimento robusto na demanda por equipamentos da linha T, ou CAD, que foram desenvolvidos especialmente para o público de engenheiros e arquitetos, e acabaram chamando a atenção do público corporativo também: de empresas, faculdades e repartições, para trabalharem pôsteres e banners de comunicação interna. Na tecnologia de sublimação, tivemos grande procura pelos produtos industriais F9470 e F10070, nas suas versões CMYK e tintas fluorescentes, destinadas a estamparia digital de alto volume, no segmento de moda. Neste segmento, também houve interesse pelas máquinas com tecnologia DTG (direta sobre o vestuário). Na linha de Comunicação Visual, a grande novidade, com alta procura, foi a impressora UV V7000, com tecnologia de impressão em linha do verniz localizado como acabamento.

Para a Epson e seus clientes, o ano de 2021 foi melhor do que 2020? Por quê?

O ano de 2021 foi melhor porque notamos, paralelamente à retomada gradual das atividades, uma adesão de clientes mais informados e conscientes sobre o desempenho e a produtividade dos equipamentos.

Poderia dar um panorama dos segmentos de sinalização e de tecidos em 2021?

No mercado de tecidos, a Epson lidera o fornecimento de equipamentos no Brasil, com opções de modelos com tecnologia de sublimação, tecnologia DTF (impressão direta sobre tecidos) e tecnologia DTG. Temos uma extensa linha de produtos, para apoiar desde o pequeno empreendedor até as grandes indústrias, para qualquer que seja o tecido a ser estampado, e a estamparia digital no Brasil tem um enorme espaço para expandir.

Como o público no Brasil aderiu às novas tecnologias de sublimação de pequeno formato (SureColor F170) da Epson?

As tecnologias de pequeno formato sugiram a partir de uma demanda do próprio mercado, porque notamos que nossos consumidores estavam adaptando as impressoras EcoTank para trabalharem com sublimação. Quando lançamos a SureColor F170, tínhamos uma demanda reprimida, além de uma leva de novos empreendedores em busca de oportunidades para a retomada. O grande diferencial da F170 está em sua maior durabilidade e qualidade, quando comparado às impressoras adaptadas.

Quantas unidades da sublimática SureColor F170 foram instaladas no país? E qual o perfil dos usuários dessa máquina?

A SureColor F170 foi um sucesso de vendas em diversas regiões do Brasil, porque além da demanda reprimida que ela atendeu, é comum aos empreendedores, diferentemente do que ocorre na indústria, recomendarem e divulgarem insumos e novidades que tornem a produção mais rentável. Os principais usuários da SureColor F170 são iniciantes no ramo da sublimação, que encontraram a oportunidade de adquirir um equipamento produtivo, de alto nível e acessível, com produção sob demanda, para impulsionar pequenos negócios do setor de brindes e decoração, como canecas, chaveiros e almofadas.

Como foi recebida a tecnologia de tinta de resina (SureColor R5070L) pelo público brasileiro? Quais benefícios e diferenciais ela oferece aos seus usuários?

O equipamento tem se apresentado como uma ótima opção no mercado, principalmente nos segmentos de decoração por conta de sua robusta estrutura física e aceitação de mídias. O grande diferencial é a baixa intervenção do usuário na máquina, uma vez que grande parte dos seus componentes físicos utilizados no processo de impressão (exceto tintas e itens de limpeza) não é consumível, como a cabeça de impressão.

Além das novas tecnologias de resina e sublimação, a Epson trouxe para o Brasil, em 2021, uma nova impressora UV, a V7000. Como foi o desempenho dela no país?

O equipamento tem sido um sucesso desde o seu lançamento. Ele permitiu aos clientes que adquiriram a tecnologia a expansão do portfólio de impressão com uma solução que imprime em substratos rígidos, como por exemplo, madeira, vidro e acrílico, e conta com a aplicação do verniz localizado.

Em 2021, a Epson também apostou no segmento têxtil, inclusive lançando impressora a Monna Lisa 8000. Essa indústria tem aderido às tecnologias digitais? Como a Epson vem trabalhando nesse ramo?

A indústria têxtil vem assimilando o digital mais rapidamente do que em qualquer outra área, pois o Brasil tem uma das maiores cadeias têxteis do mundo, aliada a varejo forte no vestuário, estilistas renomados e preocupação com o meio ambiente. A MonnaLisa 8000 é parte do nosso esforço para levar a impressão digital à produção de tecidos em larga escala, industrial. Temos participado dos grandes eventos de impressão digital, como a Fespa Digital Printing, e de ações entre as mais importantes do calendário da moda, como o seminário ‘O Negócio da Moda’. Temos a parceria com o estilista Alexandre Herchcovitch para a impressão da coleção apresentada na São Paulo Fashion Week, além do reality show de moda sustentável “Design Vision”, que estreou em novembro na TV por assinatura.

O processo de digitalização, intensificado em 2020, se consolidou em 2021? Em que grau e por quê?

A impressão digital avançou muito no Brasil, mas ainda tem um campo enorme para expandir nos mais diversos segmentos, como moda, comunicação visual, rótulos e adesivos. As exigências do mercado por sustentabilidade, customização e produção sob demanda devem acelerar a transição tecnológica para a impressão digital.

Como está o market share da Epson no mercado de inkjet de grande formato no Brasil e no mundo?

A Epson é a maior fabricante de impressoras para grandes formatos, com o maior portfólio de equipamentos, para atender aos segmentos da fotografia, artes visuais, rótulos e etiquetas, sinalização, indústrias têxteis, entre outros. Cada equipamento da Epson é desenvolvido integralmente pela empresa, para que os componentes como o processador, as cabeças de impressão e as tintas, por exemplo, produzam, em conjunto, o melhor resultado possível em termos de desempenho e de qualidade de impressão, com pouca necessidade de manutenção. Como polo mundial de inovação, com destaque para a grande geração de patentes de tecnologias de impressão, a Epson disputa as primeiras colocações de mercado em quase todas as linhas de equipamentos, mas varia muito conforme as necessidades de cada país

Quais as novidades que a Epson está preparando para 2022? Quais lançamentos podemos esperar para este ano?

Para 2022, pretendemos consolidar a Epson como uma grande fornecedora de equipamentos para a indústria e para os negócios, participando da retomada econômica, e enfatizando cada vez mais os diferenciais de nossos equipamentos, como a sustentabilidade nos processos, o custo-benefício dos equipamentos e as novas oportunidades de negócio possibilitadas pela impressão digital.

Como a incorporação de novas cabeças de impressão, como a T3200 e a T1600, vão influenciar no desenvolvimento das próximas soluções da Epson?

Ainda não temos data de lançamento no Brasil, porém em breve traremos mais informações.

Quais as características e oportunidades do mercado no “pós-pandemia”? Quais dicas você dá para quem vai atravessar esse momento crítico?

O mercado pós-pandemia exigirá mais versatilidade e resiliência ao dinamismo das pautas e das necessidades do consumidor, que está mais crítico e exigente do que nunca, acostumado a uma jornada de compra cada vez mais sofisticada e confortável. Por isto, é interessante buscar modelos de negócios mais enxutos e produção sob demanda, com diversidade de aplicações, de forma a evitar desperdícios, estagnação nas vendas e prejuízo.

Dá para acreditar que 2022 será um ano melhor do que 2021 para o setor de impressão de grandes formatos?

Os grandes eventos nos quais estivemos presentes no último trimestre de 2021 deram indícios de um mercado ávido pela retomada econômica, e, sobretudo, mais qualificado e engajado para buscar soluções produtivas, inovadoras e agregadoras de valor.



HP lançará impressora látex para substratos rígidos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/03/2018
Equipamento terá canal de tinta látex branca

Equipamento terá canal de tinta látex branca

Durante ISA Sign Expo 2018, feira que ocorreu entre os dias 21 e 24 de março, nos Estados Unidos, a HP anunciou a HP Latex R, nova série de impressoras látex de grande formato com sistema de alimentação de mídias rígidas e flexíveis. A máquina também oferecerá o recurso de tinta branca. Entre os materiais que poderão ser estampados estão PVC, papelão, polipropileno, plásticos sólidos, alumínio, madeira, vidro e outros substratos. Trabalhar com maior variedade de materiais permite que os provedores de serviços de impressão expandam suas ofertas e entrem em novos mercados.

Segundo a empresa, ao contrário da tecnologia UV, que cria uma camada espessa de tinta sobre as mídias, a tinta látex à base d’água da HP preserva a aparência do substrato e proporciona impressões inodoras e seguras ao ambiente e ao operador da máquina.

Ainda de acordo com a empresa, o sistema de impressão de tinta de látex branca da HP possui um sistema inovador de recirculação, que evita o assentamento dos pigmentos do insumo. Portanto, ele proporciona um “branco verdadeiro”, lustroso e de alta qualidade, que não amarela ao longo do tempo.

Thom Brown, chefe do departamento de tecnologia da HP, declarou: “A tinta branca tem sido um problema para o setor. Ela usa partículas de pigmento maiores e mais pesadas, que frequentemente entopem as cabeças. Além disso, a mistura opaca fica segmentada no fundo do reservatório de tinta. Até o momento, a solução para essa questão tem sido agitar os reservatórios. Por meio do investimento da HP em inovação em química e engenharia, a solução de tinta branca da HP Latex R é um avanço na indústria”.

A HP Latex R estará disponível a partir do terceiro trimestre de 2018. Vai estrear oficialmente em maio, na feira Fespa 2018, em Berlim, Alemanha.

Fonte: WhatTheyThink