Epson inicia construção de nova fábrica de cabeças inkjet

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 01/07/2024
Investimento visa quadruplicar a capacidade de produção de cabeças

Investimento visa quadruplicar a capacidade de produção de cabeças

A Epson Corporation, empresa do grupo Seiko Epson Corporation, investirá aproximadamente 5,1 bilhões de ienes na construção de uma nova fábrica de cabeças inkjet.

A construção está programada para começar em 15 de junho de 2024 e será concluída em setembro de 2025.

O investimento objetiva quadruplicar a atual capacidade de produção de cabeças inkjet da Epson.

A empresa estima um grande crescimento na utilização de cabeças da marca PrecisionCore em impressoras comerciais e industriais, bem como em impressoras multifuncionais de alta velocidade.

A nova fábrica empregará um processo recém-projetado que economizará mão de obra e espaço, com menos, mais robôs de transferência automatizados e layout eficiente.

Este é o primeiro edifício novo na Tohoku Epson desde a construção de uma fábrica de semicondutores em 1997. Para limitar o ruído e garantir a segurança nas proximidades da instalação, a empresa irá encurtar o período de construção. Como empresa cidadã enraizada na comunidade local, a Tohoku Epson pretende fazer com que esta fábrica contribua para o desenvolvimento e a harmonia do local.

Fonte: Epson



Sinalização digital externa e as cidades inteligentes

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/03/2019
Tecnologia pode ser usada para melhorar os centros urbanos

Tecnologia pode ser usada para melhorar os centros urbanos

Não há dúvida de que a sinalização digital externa está mudando a cara de muitas cidades. Não se trata apenas de empresas tentando aumentar suas receitas por meio da tecnologia; ela faz parte das mudanças pelas quais estão passando as “cidades inteligentes”.

Em 2018, 55% da população mundial estava vivendo em áreas urbanas. O número deve aumentar para 68% até 2050. São mais 2,5 bilhões de pessoas procurando por lares, serviços e empregos em centros urbanos já lotados.

As “cidades inteligentes” adotam tecnologias para melhorar serviços, e a sinalização digital externa parece ser parte fundamental desse processo, pois está em linha com as tendências físicas, tecnológicas e ambientais da atualidade. Há instalações que melhoram a vida em áreas urbanas, ao oferecer bons serviços, manter as pessoas seguras e melhorar a qualidade de vida.

Serviços melhores

A sinalização digital de autoatendimento é cada vez mais comum. Elas são quiosques interativos, máquinas de bilhetes, telas tácteis usadas em varejo e exibições automáticas em compras de drive-thru.

O reconhecimento facial pode ser o próximo passo para a sinalização digital de autoatendimento. O KFC na China está empregando exibições que sugerem refeições com base no sexo e na idade do cliente. Também na China, alguns displays externos de reconhecimento facial são usados pela polícia para monitoramento e identificação.

Segurança

Nos EUA, a sinalização digital também tem sido usada para fins não comerciais. Com as instalações existentes, as autoridades conseguem fornecer alertas meteorológicos em vários estados, a fim de avisar a população sobre furacões e possíveis desastres naturais. É um indicativo de que, em breve, veremos a sinalização digital sendo usada em tempos de crise nas cidades de todo o mundo.

Qualidade de vida

A sinalização digital pode tornar os centros urbanos lugares mais agradáveis. A cidade de Bentonville, no Arkansas (EUA), recentemente trocou alguns de seus outdoors estáticos por digitais, que permitem que vários anunciantes compartilhem o mesmo espaço, em um loop contínuo de conteúdo. Por isso, a cidade conseguiu reduzir o número total de outdoors e melhorar a aparência da região.

As tendências relacionadas às características físicas, tecnológicas e ambientais da sinalização digital externa permitem que empresas e governos ofereçam serviços melhores para um número maior de pessoas. Essas tendências e seus benefícios garantem o crescimento contínuo da sinalização digital externa nos centros urbanos. Com essa integração, todos saem ganhando.

Fonte: DigitalSignageToday



Novo tecido autolimpante e antiviral

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 10/09/2020
Mídia é exclusiva para aplicações de sinalização em eventos

Mídia é exclusiva para aplicações de sinalização em eventos

A fabricante Ultima Displays anunciou no mercado europeu um novo tecido elástico com propriedades autolimpantes e antivirais para a indústria de exposições e eventos.

A mídia emprega a tecnologia HeiQ Viroblock NPJ03, que é 99,9% eficaz contra o SARS-CoV-2, causador da covid-19. Trata-se de uma solução que inibe o crescimento e a persistência de vírus e bactérias em superfícies têxteis.

Mark McCleery, diretor da Ultima Displays, declarou: “Nossa indústria foi gravemente afetada pela pandemia, e vimos os negócios de nossos clientes e revendedores sofrerem. O tecido elástico tratado com a tecnologia HeiQ Viroblock é uma virada de jogo para a indústria, pois possibilita a composição de displays de tecido em exposições, conferências e eventos. As propriedades inerentes de auto-higienização significam que a sinalização permanecerá resistente aos germes e micróbios, sem a necessidade de limpeza”.

Segundo a fornecedora, testes rigorosos foram realizados para garantir que o tecido com a tecnologia HeiQ Viroblock tenha uma forte eficácia antimicrobiana, de acordo com as normas ISO 20743 e ISO 18184. A tecnologia também está em conformidade com o REACH da EU, além de seus ingredientes terem base biológica (72% de carbono com base biológica).

Patenteada, a HeiQ Viroblock NPJ03 é certificada pela OEKOTEX e homologada pela ZDHC.

Fonte: Ultima Displays