Mimaki marca presença na Serigrafia Sign 2016

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 16/05/2016
Evento foi sediado no pavilhão do Anhembi, na cidade de São Paulo

Evento foi sediado no pavilhão do Anhembi, na cidade de São Paulo

A fabricante Mimaki esteve presente na feira Serigrafia Sign 2016, que ocorreu entre os dias 6 e 9 de maio, para apresentar seu amplo portfólio de linhas de equipamentos e impressoras digitais. Entre elas, a CJV150 (com recorte integrado) e as JV150 e JV300 (para impressão solvente e sublimática), que têm entre outras características a largura de 1,6m.

Para birôs de comunicação visual, a Mimaki apresentou impressoras de grande formato com 3,2m de largura, como a SIJ-320 UV, capaz de reproduzir impressões de alta qualidade em diversos substratos, como PVC, poliéster, policarbonato, vinil, lona, BOPP e outras mídias rotativas com até 1mm de espessura. Além disso, o equipamento possibilita a impressão simultânea em dois rolos, o que aumenta sua capacidade de produção.

Outro equipamento com 3,2m apresentado pela empresa foi o SWJ-320, desenvolvido com o objetivo de unir velocidade e alta qualidade. Solvente, a impressora pode empregar duas ou quatro cabeças e pode trabalhar na velocidade de até 83m²/h.

Impressora UV SIJ-320 UV tem 3,2m de largura

Já para o segmento industrial, a fornecedora expôs a JFX200-2513 e a UJF-6042. UV LED, ambas oferecem qualidade de impressão, facilidade operacional e podem imprimir em acrílico, PVC, PS, foam, papel-cartão, MDF, papelão, alumínio, entre outras mídias.

Para o mercado de entrada, a Mimaki exibiu a CJV150-107, que possibilita impressão por sublimação e corte de filme de poliuretano, para realização de transfer, como em uniformes esportivos.

Segundo a empresa, o grande destaque ficou por conta da impressora TS500-1800. Equipada com seis cabeças escalonadas, o equipamento atinge a velocidade máxima de 150m²/h (83,3 metros lineares).

A Mimaki também participará da Febratex 2016, que ocorrerá entre os dias 9 e 12 de agosto, no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC).

Fonte: Mimaki Brasil



Documento mostra manutenção preventiva para impressoras Roland

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 20/12/2012

Aviso importante para todos os operadores e proprietários de impressoras Roland: a empresa disponibilizou um documento sobre os "cuidados com o equipamento inoperante por um longo período", ou seja, para quem vai sair de férias e deixar a(s) máquina(s) parada(s).

Os cuidados descritos no documento visam preservar as cabeças de impressão, evitando ressecamentos de tinta dentro delas, o que pode avariar as peças.

Os procedimentos valem para usuários de tintas das marca ECO SOL MAX, ECO UV, SBL-2 e ECO EXTREME.

Vai sair de férias? Então não deixe de fazer essa manutenção preventiva.

impressoras Roland

Antes de sair de férias, faça as manutenções preventivas necessárias

Fonte: Roland DG Brasil. Texto: InfoSign



Durst Brasil expande serviços de centro de manutenção

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 01/08/2018
Centro de Reparos de Módulos passa a oferecer manutenção para cabeça da linha Rho

Centro de Reparos de Módulos passa a oferecer manutenção para cabeça da linha Rho

A filial brasileira Durst, fabricante europeia de impressoras digitais, anunciou que seu centro de reparos passou a oferecer serviços de manutenção para cabeças da família Rho. Até então, o núcleo, que fica em Campinas (SP) e é o único existente fora da matriz italiana, oferecia esse tipo de serviço apenas para os equipamentos Gamma, voltados à produção cerâmica. Portanto, clientes com impressoras industriais UV Rho de norte a sul do país também poderão usufruir das manutenções oferecidas pela marca.

Guilherme Poggianelli, gerente de operações da Durst Brasil, declarou: “Com a nova capacidade do Repair Center, queremos oferecer agilidade, velocidade e qualidade nos serviços de suporte técnico e reparo de cabeças de impressão para nossos clientes do segmento de comunicação visual. Através da estrutura atual, temos condições de realizar reparos nas cabeças de impressão Rho em dois ou três dias e de reinstalar o módulo no equipamento do cliente em tempo menor do que se houvesse a necessidade de importar esse item, e a um custo muito inferior ao de se comprar uma cabeça nova”.

Fonte: Durst Brasil