Impressora Roland ganha incremento de tintas branca e metálica

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 30/11/2012

impressora Roland

Além do clássico CMYK, impressora Roland usa tintas branca e metálica

O modelo SOLJET Pro4 XR-640, equipamento de impressão com corte conjugado, passou a ser vendido também com as tintas branca e metálica (da marca Roland ECO-SOL MAX2). A opção, que foi lançada no mercado internacional e será introduzida no Brasil em 2013, visa atender signmakers especializados em cartazes, adesivos, etiquetas, aplicações em veículos, entre outros.

"A impressora ecossolvente SOLJET Pro4 XR-640, anunciada em setembro deste ano, é o nosso carro-chefe. Esse modelo novo, com as tintas branca e prata metálica, tem excelente produtividade: quase o dobro da sua antecessora da mesma classe", informou Yohei Shinomura, gerente de produto da Roland DG internacional.

A recém-desenvoldida tinta branca tem maior densidade, característica fundamental para impressões em películas transparente, como adesivos para serem aplicados em carros e bicicletas, por exemplo.

Para decoração de materiais transparentes, basta que seja impressa uma base de tinta branca no fundo; é sobre ela que serão reproduzidas as imagens (nas cores CMYK).

Além disso, a nova impressora Roland  SOLJET Pro4 XR-640 possui sistema de circulação de tinta mais refinado, o que evita a sedimentação dos pigmentos brancos e metálicos. Com essa nova tecnologia, a fornecedora garante que os gastos com a manutenção das tintas especiais diminuíram em 50% em relação aos modelos antecessores do equipamento.

Veja algumas aplicações para tinta branca:

Confira também o vídeo sobre a impressora da Roland:

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Fonte: Roland DG. Texto: InfoSign
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J-teck3 apresentará novas tintas para cabeças Ricoh e Kyocera na Fespa 2014

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 15/05/2014

Tintas Fuze Eco PR4 foram desenvolvidas para equipamentos Roland e Epson

Outra presença importante na Fespa 2014 é a J-Teck3

A J-Teck3 participará da Fespa 2014 e estreará as tintas J-Cube PK (para cabeças Kyocera) e J-Cube PR (para cabeças Ricoh). Os insumos, usados para sublimação, são fabricados com a tecnologia J-Teck Cluster Technology e passam por uma série de testes técnicos e práticos que asseguram o desempenho das tintas durante a impressão.

Outra novidade que será apresentada pela J-Teck3 durante a feira é a J-MelaMine, tinta pigmentada à base d’água indicada para aplicações industriais e cabeças Kyocera. Segundo a empresa, o insumo apresenta alta resistência à luz e saturação de cores, para impressões vívidas e cores brilhantes.

Fonte: Large Format Review



Por que instalações com vinis adesivos falham? (parte 1)

Por Eduardo Yamashita em 08/08/2014

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Imagens em vinil adesivo podem ser usadas para produzir anúncios, cartazes, outdoors, banners e envelopamento de veículos. Quando tudo vai bem, as imagens duram e são eficientes e atraentes. No entanto, é possível acontecer muitos erros na instalação dos vinis – a maioria dos trabalhos não é perfeita. Se a imagem instalada tem bolhas ou rugas, o trabalho fracassou. Se o vinil começa a levantar, ressecar ou levantar da superfície, a falha é grave.

A "falha do vinil" acontece quando o cliente rejeita a imagem por causa da baixa qualidade do trabalho ou porque o vinil não adere como deveria. Ao entender as causas das falhas da aplicação, é possível impedi-las. Este artigo identifica problemas, analisa causas e recomenda soluções nas instalações de vinis.

Problemas de instalação

Falta de capacitação

As falhas mais comuns do envelopamento de veículo são: bolhas, rugas, acabamento mal feito, posicionamento inadequado e baixa aderência do vinil adesivo. Os quatro primeiros estão relacionados à instalação e raramente ocorrem quando o instalador é qualificado. Na instalação, não basta ter uma espátula e saber qual lado do vinil é pegajoso. Dependendo da situação, é necessária a contratação de um profissional para ensinar e treinar a equipe.

Adesão

A baixa aderência do vinil adesivo é recorrente em recortes, contornos de objetos (acessórios) salientes e bordas da imagem. A limpeza inadequada provoca fraca adesão da película. Portanto, coloque em prática técnicas de limpeza que usem soluções adequadas e panos (um molhado, para esfregar com a solução de limpeza, e um seco, para remover a solução antes da evaporação do solvente). Também realize movimentos minuciosos e metódicos. Preste atenção extra às bordas da superfície. A instalação será prejudicada caso a pressão da espátula seja insuficiente ou se não houver espatulação adequada.

Alongamento excessivo

Se vinil é esticado em demasia, sua memória pode levantá-lo. Portanto, nunca estique o vinil em superfícies planas ou ligeiramente curvadas. Para partes simples dos veículos, quando a forma só muda em uma direção, aplique a película de modo descontraído. Instale o vinil até os recuos (baixos relevos ou curvas complexas) e trabalhe-o na primeira área rebaixada completamente. Jamais deixe uma área para ser empurrada (esticada) para o recuo. Em seguida, aplique o vinil para a área seguinte, do mesmo modo.

A maioria dos veículos tem curvas complexas que mudam de forma em mais de uma direção ao mesmo tempo. É impossível conformar o vinil (sem esticá-lo) de uma curva simples em uma complexa. Mesmo os melhores vinis (projetados para as superfícies mais complexas) são incapazes de envolver uma bola em uma só peça, sem emendas, cortes ou rugas.

O vinil tem limites, e profissionais só devem vender e produzir em superfícies que tenham probabilidade de sucesso. A regra de ouro para curvas complexas é esticar o vinil o mínimo necessário.

O sucesso da aplicação depende do vinil certo e impresso corretamente, instalado numa superfície limpa, esticado minimamente e pós-aquecido.

Pós-aquecimento

O pós-aquecimento ocorre depois de a imagem ter sido devidamente aplicada. Ela deve estar completamente livre de defeitos, áreas soltas ou bolhas.

O vinil é aquecido com um soprador térmico de ar quente sob a temperatura máxima. Deve-se movê-lo lentamente em toda a área da imagem.

Verifique com o fabricante do vinil a temperatura recomendada para cada filme. Geralmente varia de 100ºC a 150ºC.

Recomenda-se um reforço cuidadoso e metódico de pós-aquecimento nas áreas com curvas complexas, assim como em todas as partes da imagem.

Leia a segunda parte desse artigo técnico.

Esse artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

Este artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

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Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual

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