Envelopamento líquido: como aplicá-lo em seu carro (passo a passo)

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 27/11/2012

Já ouviu falar em envelopamento líquido, mas não tem ideia de como ele é aplicado? Então siga o passo a passo abaixo:

Aos olhos do leigo, envelopar um carro pode parecer fácil. Porém, a atividade exige conhecimento e muita habilidade dos profissionais (os adesivadores). Eles precisam saber escolher o vinil adequado, imprimi-lo corretamente (quando for o caso) e aplicá-lo com cuidado, a fim de evitar bolhas, arranhões e acabamentos mal feitos.

Sabendo de todos esses empecilhos, a Imprimax, fabricante nacional de películas adesivas, desenvolveu uma tecnologia que visa facilitar e melhorar todo esse trabalho: o Power Revest. Trata-se de uma substância líquida que, depois de aplicada por meio de um spray, forma uma película na superfície do veículo. Por isso, a tecnologia ganhou também o nome de envelopamento líquido.

Além da facilidade de aplicação, ele tem outra grande vantagem: confere um acabamento uniforme e sem remendas. Ficou interessado? Assista também ao vídeo:

Fonte: Imprimax. texto: InfoSign



Por que instalações com vinis adesivos falham? (parte 1)

Por Eduardo Yamashita em 08/08/2014

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Imagens em vinil adesivo podem ser usadas para produzir anúncios, cartazes, outdoors, banners e envelopamento de veículos. Quando tudo vai bem, as imagens duram e são eficientes e atraentes. No entanto, é possível acontecer muitos erros na instalação dos vinis – a maioria dos trabalhos não é perfeita. Se a imagem instalada tem bolhas ou rugas, o trabalho fracassou. Se o vinil começa a levantar, ressecar ou levantar da superfície, a falha é grave.

A "falha do vinil" acontece quando o cliente rejeita a imagem por causa da baixa qualidade do trabalho ou porque o vinil não adere como deveria. Ao entender as causas das falhas da aplicação, é possível impedi-las. Este artigo identifica problemas, analisa causas e recomenda soluções nas instalações de vinis.

Problemas de instalação

Falta de capacitação

As falhas mais comuns do envelopamento de veículo são: bolhas, rugas, acabamento mal feito, posicionamento inadequado e baixa aderência do vinil adesivo. Os quatro primeiros estão relacionados à instalação e raramente ocorrem quando o instalador é qualificado. Na instalação, não basta ter uma espátula e saber qual lado do vinil é pegajoso. Dependendo da situação, é necessária a contratação de um profissional para ensinar e treinar a equipe.

Adesão

A baixa aderência do vinil adesivo é recorrente em recortes, contornos de objetos (acessórios) salientes e bordas da imagem. A limpeza inadequada provoca fraca adesão da película. Portanto, coloque em prática técnicas de limpeza que usem soluções adequadas e panos (um molhado, para esfregar com a solução de limpeza, e um seco, para remover a solução antes da evaporação do solvente). Também realize movimentos minuciosos e metódicos. Preste atenção extra às bordas da superfície. A instalação será prejudicada caso a pressão da espátula seja insuficiente ou se não houver espatulação adequada.

Alongamento excessivo

Se vinil é esticado em demasia, sua memória pode levantá-lo. Portanto, nunca estique o vinil em superfícies planas ou ligeiramente curvadas. Para partes simples dos veículos, quando a forma só muda em uma direção, aplique a película de modo descontraído. Instale o vinil até os recuos (baixos relevos ou curvas complexas) e trabalhe-o na primeira área rebaixada completamente. Jamais deixe uma área para ser empurrada (esticada) para o recuo. Em seguida, aplique o vinil para a área seguinte, do mesmo modo.

A maioria dos veículos tem curvas complexas que mudam de forma em mais de uma direção ao mesmo tempo. É impossível conformar o vinil (sem esticá-lo) de uma curva simples em uma complexa. Mesmo os melhores vinis (projetados para as superfícies mais complexas) são incapazes de envolver uma bola em uma só peça, sem emendas, cortes ou rugas.

O vinil tem limites, e profissionais só devem vender e produzir em superfícies que tenham probabilidade de sucesso. A regra de ouro para curvas complexas é esticar o vinil o mínimo necessário.

O sucesso da aplicação depende do vinil certo e impresso corretamente, instalado numa superfície limpa, esticado minimamente e pós-aquecido.

Pós-aquecimento

O pós-aquecimento ocorre depois de a imagem ter sido devidamente aplicada. Ela deve estar completamente livre de defeitos, áreas soltas ou bolhas.

O vinil é aquecido com um soprador térmico de ar quente sob a temperatura máxima. Deve-se movê-lo lentamente em toda a área da imagem.

Verifique com o fabricante do vinil a temperatura recomendada para cada filme. Geralmente varia de 100ºC a 150ºC.

Recomenda-se um reforço cuidadoso e metódico de pós-aquecimento nas áreas com curvas complexas, assim como em todas as partes da imagem.

Leia a segunda parte desse artigo técnico.

Esse artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

Este artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

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Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual

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Summa lança ferramenta para mesa de corte F Series

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/04/2013

Durante a feira Sign and Digital UK, a Summa, fabricante de equipamentos para comunicação visual, vai apresentar a nova ferramenta POT (500-9350), voltada para as máquinas da linha F Series.

De acordo com os representantes da marca, a ferramenta (pneumática e oscilante) é apropriada para o corte de placas de foam e corrugadas, trabalhando com materiais com espessura de até 25mm.

Na feira, a Summa S Class 2 (S2), sucessora da Summa Class S, também será apresentada.

Mesa de corte da Summa terá nova ferramenta

Mesa de corte da Summa terá nova ferramenta

Fonte: Image Reports Mag