Bordeaux apresenta novas tintas látex na Fespa de Londres

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 20/03/2013

A Bordeaux Print Ink irá apresentar a versão mais recente de suas tintas látex na Fespa londrina. Projetadas para serem usadas em impressoras de grande formato, as tintas foram mostradas pela primeira vez na Drupa 2012, porém passaram por modificações e aperfeiçoamentos.

As tintas látex da Bordeaux são compatíveis com algumas impressoras Mimaki, Mutoh e Roland, desde que elas empreguem cabeças Epson DX e aquecedores (instalados nas máquinas para que possam secar as tintas látex).

"Desde a Drupa, promovemos melhorias significativas, tanto em desempenho e aplicações quanto na formulação dos insumos", comentou Galit Beck, gerente de marketing da Bordeaux.

Para apresentar os produtos, a Bordeaux fará demonstrações no estande que montará na Fespa. As tintas serão comercializadas em embalagens de um litro.

Tintas látex da Bordeaux Print

Tintas da Bordeaux Print

Fonte: Print Week. Texto: InfoSign



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.

 



Vídeo mostra como são fabricadas as impressoras Durst

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 20/12/2012

Você já pode matar a sua curiosidade sobre a fabricação das impressoras Durst. Isso porque a empresa acabou de publicar, em seu canal do Youtube, o vídeo "Durst the industrial inkjet specialist" (Durst, a especialista em sistema a jato de tinta industrial).

A película, com um pouco mais de oito minutos, começa mostrando as instalações da principal planta da empresa, sediada em Brixen, cidade localizada ao norte da Itália. Em seguida, conta um pouco da história da fábrica, fundada em 1936 pelos irmãos Julius e Gilbert Durst.

Inicialmente, a ênfase da empresa era na produção de aparelhos fotográficos, como a Automatica, primeira câmera com exposição automática e pré-seleção de diafragma. Na década de 1980, a Durst criou e passou a vender o primeiro ampliador fotográfico horizontal do mundo. E foi em 1994 que a empresa entrou para o mundo da impressão digital, ao lançar a renomada Lambda 130. A máquina reproduzia imagens com qualidade fotográfica em substratos de grande formato.

O vídeo mostra também algumas etapas de manufatura das impressoras Durst, como a montagem de equipamentos rolo a rolo. Além do próprio laboratório para a fabricação de microcomponentes.

A empresa também conta com um centro de pesquisa para inkjet, baseado em Lienz, na Áustria. Além de uma equipe de cientistas, o núcleo tem laboratórios de ponta, para a composição de diferentes tintas, cada uma de acordo com a sua aplicação.

Atualmente, a Durst conta com 500 empregados, três fábricas, 10 centros de distribuição e parceiros de vendas em mais de 120 países.

A fabricante vende impressoras a jato de tinta para decoração de inúmeros substratos (rígidos e flexíveis), cobrindo os mercados de comunicação visual, tecido, cerâmica, embalagem e vidro.

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Texto: InfoSign
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