Data da Fespa Brasil 2021 muda para outubro

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 21/04/2021
Feira estava prevista para junho

Feira estava prevista para junho

As organizadoras APS e a Fespa anunciam a mudança de data para a realização da feira Fespa Digital Printing Brasil 2021, que deverá ocorrer entre os dias 20 e 23 de outubro, no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo.

Segundo as organizadoras, o objetivo da mudança é oferecer uma experiência de visitação mais proveitosa, segura e confortável e proporcionar o melhor ambiente de negócios.

Com o atual andamento da campanha de vacinação e com as rígidas restrições impostas pelo Plano São Paulo, impedindo que ocorram eventos presenciais, a realização da feira no mês de junho ficou inviabilizada. Portanto, a direção da feira decidiu remanejá-la para outubro, quando, espera-se, boa parte da população esteja imunizada e a economia volte a aquecer.

A Fespa e a APS seguem na missão de oferecer ao mercado de impressão digital uma feira na confiança de que os desafios do momento atual serão superados.

Fonte: APS

 



A impressão digital em tecidos como ferramenta para reduzir impactos ambientais

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/07/2016
Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Os argumentos para a adoção de tecnologias de impressão digital têxtil são os mesmos usados em outros segmentos: possibilidade de estampar peças sob medida e em curto prazo, personalização e produção sob demanda. Além disso, a impressão digital reduz desperdícios e aumenta o controle sobre custos por minimizar o inventário. Mas há um benefício que parece superar todos os outros: a sustentabilidade.

Depois da agricultura, a produção têxtil é a maior poluidora de água do mundo, por causa sobretudo dos processos de tingimento. O Banco Mundial estima que o setor de tecidos é responsável por mais de 20% da poluição da água industrial. Para se ter uma ideia, de acordo com o governo britânico, a indústria têxtil do Reino Unido produz anualmente 3,1 milhões de toneladas de CO2, 2 milhões de toneladas de resíduos e 70 milhões de toneladas de água.

Fica pior. O tratamento, o tingimento e a lavagem dos tecidos também causam impactos no ar e no solo. Mais de 2 mil produtos químicos, como benzidina, toluidina, amoníaco, cloro e metais pesados são utilizados em vários agentes antiespumantes, corantes, detergentes e branqueadores.

A produção têxtil lida com dezenas de químicos tóxicos, como formaldeído, cloro, chumbo e mercúrio, que são despejados em cursos de água. Nitrogênio e óxidos de enxofre são emitidos de caldeiras, e apesar de os refugos têxteis poderem ser reciclados, grande parte deles acaba sendo direcionada a aterros.

Tecnologias que atenuam os impactos negativos na produção têxtil devem ser bem-vindas, sobretudo por grandes marcas que buscam melhorar seu desempenho socioambiental. A impressão digital é essa tecnologia. Ela é ainda pouco explorada no mercado têxtil. No entanto, está ganhando terreno, sobretudo entre empresas que precisam reduzir estoques e resíduos. Tecnologias como a Kornit Vulcan empregam um processo livre de água e trabalham com fibras naturais, sintéticas e mistas.

A impressão digital está avançando e tornando mais fácil adicionar determinadas características aos tecidos. Além disso, há revestimentos que podem conferir propriedades isolantes ao tecido ao bloquear a radiação infravermelha.

Tecidos podem receber revestimentos que amaciam e repelem insetos, fungos e micróbios, ou para torná-los retardante ao fogo e proteger o usuário de radiação UV. Os tecidos podem ser tratados para repelir sujeira e água ou para serem condutivos ou receber impressão com material fotovoltaico.

Levar essas informações aos grandes players da indústria têxtil deve ser o objetivo de todos os fabricantes de impressão digital têxtil. Devemos aprender com as experiências no setor comercial, o qual levou anos para reconhecer a impressão digital como um concorrente tecnológico válido.

O conhecimento sobre os benefícios da impressão digital nos setores de moda e tecidos ainda é pequeno, e isso tem de mudar.

 

Esse artigo foi escrito por Laurel Brunner e publicado no site da Fespa em 18 de julho de 2016. O Portal InfoSign foi responsável por traduzir e adaptar o texto.



Mutoh lança concurso de skins para impressora

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 03/12/2012

impressora mutoh adesivada

Crie uma capa para a sua impressora Mutoh e participe do concurso de skins que a fabricante está promovendo

A fabricante Mutoh está promovendo uma competição de skins. Patrocinada pela The Bad Wrap, a ideia é fazer com que designers e impressores criem "capas" divertidas e criativas para os modelos de equipamento da empresa (Mutoh).

As inscrições podem ser feitas até 1º de março de 2013 pelo próprio site da fabricante. Para participar, basta preencher o formulário específico e enviar um projeto próprio. Há algumas regras:

  • O skin não pode conter imagens ou frases consideradas inapropriadas;
  • Seguir todos os parâmetros apresentados no formulário de inscrição;
  • Serão aceitados vários skins de uma mesmo participante;
  • Somente impressoras Mutoh devidamente envelopadas com o skin serão qualificadas;
  • Todos os desenhos submetidos ao concurso passarão a ser propriedade da Mutoh America.

O julgamento será baseado em criatividade, ajuste e acabamento do envelopamento.

Os três primeiros colocados serão premiados. O primeiro terá seu projeto apresentado durante a Expo ISA 2013, em Las Vegas. Além disso, será incluído nas propagandas da marca. E não para por aí: o campeão também leva um tablet Wacom Cintq 21UX Graphics (no valor de 1.999 dólares) e um vale da Bad Wrap (avaliado em 2.499 dólares). Os segundo e terceiro lugares recebem um kit da Mutoh com 220ml de tintas e um ano como membro da Bad Wrap. Participe!

Fonte: Mutoh. Texto: InfoSign