Trotec anuncia máquina a laser Speedy 100 Flexx

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 30/06/2014

Speedy 100 flexx é máquina a laser mais acessível

Speedy 100 Flexx é máquina a laser mais acessível

A Trotec, fabricante de equipamentos de corte e gravação, lançou no mercado internacional a Speedy 100 Flexx, máquina a laser de entrada, com área de trabalho de 24 x 12 polegadas.

De acordo com a empresa, a máquina é equipada com fontes de laser CO2 e de fibra. O primeiro é indicado para gravação e corte de plásticos, madeira, borracha, couro, entre outros substratos. E a fonte de fibra é mais apropriada para marcar metais e plásticos.

Dependendo do material, ambas as fontes de laser podem ser ativadas em alternância, para um mesmo trabalho, sem precisar fazer a troca manual de fontes, lentes ou foco. Trata-se da função "flexx", tecnologia patenteada pela Trotec.

O equipamento emprega o software JobControl e pode receber upgrade.

Fonte: SGIA



Grafityp apresenta dois novos vinis acetinados

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/09/2018
Produtos fazem parte da linha GrafiWrap AMD

Produtos fazem parte da linha GrafiWrap AMD

A Grafityp, fabricante europeia de películas adesivas, apresentou no mercado internacional duas novas opções (preta e cinza) de vinis da série GrafiWrap AMD, indicada para envelopamento automotivo.

Os novos filmes acetinados (STx02 e STx86) têm espessura de 100 micra e são compostos por várias camadas, assim como os vinis brilhantes e foscos da empresa.

Os vinis vêm com a tecnologia de escape de ar, que garante uma aplicação fácil, rápida e sem bolhas. Além disso, ambos vêm com o adesivo especial Comfort, que confere tack inicial baixo, garante uma remoção limpa e oferece capacidade de deslizamento e reposicionamento.

Fonte: Grafityp



Aplicação de vinil adesivo: a seco ou úmida

Por Eduardo Yamashita em 27/06/2015

Conheça prós e contras de cada um dos métodos de aplicação

Conheça prós e contras de cada método

Na hora de adesivar vinis, em uma parede ou ao fazer o envelopamento de carros, os profissionais de instalação e aplicação deparam-se com uma dúvida elementar: usar método úmido ou a seco?

A diferença entre eles é a presença (ou não) de água, elemento cujo objetivo é criar uma "película" entre o adesivo (cola) e a superfície. A água diminui a aderência (tack) inicial do adesivo. Isso facilita a aplicação, pois o adesivo fica com menos área de contato com a superfície.

Na aplicação úmida, é possível reposicionar o vinil até que o aplicador encontre a posição correta da película. No método a seco, como a aderência é total, não é possível fazer o reposicionamento do vinil.

Cada método tem prós e contras, resumidos a seguir:

  Vantagens    Desvantagens
Aplicação úmida
- Baixa adesão do adesivo (cola) à superfície;
- Reposicionamento total do vinil;
- Facilidade nos encaixes entre vinis.
- Adesão inicial mais demorada;
- Elevado tempo de instalação (em função da secagem da água);
- Necessário ambiente adequado para trabalhos com água;
- Limitado a superfícies planas ou curvas simples.
Aplicação a seco
- Não precisa de tempo adicional antes do acabamento;
- Poder ser usado em qualquer superfície.
- Necessário uso de fitas de posicionamento da imagem;
- Alta aderência do adesivo (cola) à superfície;
- Difícil reposionamento.

 

A seco ou úmida

Uma pergunta bastante frequente é: Qual método devo utilizar? Para obter a resposta, você vai precisar saber o tipo de superfície sobre a qual será aplicado o vinil adesivo.

O método a seco é indicado para qualquer tipo de superfície. Já o úmido é indicado apenas para superfícies planas ou com curvaturas simples.

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A pergunta seguinte é: Por quê? Porque, ao aplicar o método úmido em superfícies complexas (com curvaturas compostas e baixos relevos), não é possível remover toda a água utilizada no processo. Ou seja, o trabalho deixa resíduos entre o adesivo e a superfície, formando microbolhas de água — imperceptíveis após a aplicação.

Quando o vinil aplicado é submetido ao calor (do sol), as microbolhas levantam o vinil, que resseca com o tempo e acaba rompendo-se, causando estragos irrecuperáveis à imagem. Portanto, ao facilitar a aplicação, corre-se o risco de prejudicar todo o trabalho.

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Texto originalmente publicado com exclusividade no InfoSign, no dia 27 de junho de 2013. Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis, envelopamentos de carro e comunicação visual.