Projeto do banco Lloyds usa jogo e sinalização digital

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/12/2012

sinalização digital

Pagar as dívida ficou menos chato com a mídia digital preparada pelo Banco Llloyds

Ir ao banco nem sempre é uma atividade muito agradável, ainda mais se for para conferir uma conta no vermelho ou pagar dívidas. Talvez pensando nisso, o banco Lloyds TSB, na Inglaterra, resolveu inovar — e passou a oferecer um serviço (multiplataforma) no qual os clientes brincam, jogam e interagem antes de começar os seus chatos afazeres bancários.

Chamada "Sidecar Grand Prix", a novidade é um joguinho no qual o usuário comanda um veículo por meio de recursos touchscreen. Durante o trajeto, vai recolhendo ícones relacionados aos serviços oferecidos pelo banco. Depois de coletar os itens, ao final do game, o jogador é convidado a uma visita ao caixa mais próximo ou para o site da instituição.

Acessível também pelo smartphone, a campanha foi parar em algumas mídias out of home (de sinalização digital): telas de LCD localizadas em pontos específicos. "Atualmente, experiências interativas também podem ser exploradas fora de casa, aproveitando recursos da tecnologia digital", afirmou Dan Dawson, diretor da Grand Visual, empresa que executou o projeto. "Sabemos, por experiência própria, o quanto isso pode ser divertido. Por isso, queremos oferecer uma experiência marcante e mais acessível", concluiu Dawson.

sinalização digital

Gamer controla o motorista usando tela touchscreen

Fontes: Grand Visual e Output Mag. Texto: InfoSign



Graphtec apresenta nova linha de plotters de recorte

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 14/03/2017
FCX2000 é composta por três modelos de plotters de recorte

FCX2000 é composta por três modelos de plotters de recorte

A Graphtec, fabricante de equipamentos para comunicação visual, anunciou no mercado internacional a FCX2000, série de plotters de recorte composta por três modelos, nos formatos de mesa de 920mm × 610mm, 920mm × 1.200mm e 920mm × 1.800mm.

Capaz de trabalhar com força máxima de corte de 9,8N (1kg/f) e velocidade máxima de 400mm/sec, as máquinas vêm com vácuo e dispositivo de fixação electrostática de mídias. O primeiro é indicado materiais mais pesados e espessos. O segundo é mais adequado para o processamento de materiais mais leves.

Com sistema plano de alimentação de mídias, as plotters vêm com uma cabeça com dois suportes de ferramenta: uma para a faca e o outro para a ferramenta de vinco. As máquinas também incluem uma porta USB, para permitir a operação offline e para salvar e recuperar remotamente arquivos.

A série FCX2000 também possui o sistema patenteado ARMS 6 (Advanced Registration Mark Sensing), que permite a inversão da mídia, para que seu verso seja cortado. As plotters rodam com o novo ProPro Studio, aplicativo com várias opções de ferramentas de corte e aplicações.

A série FCX2000 será apresenta pela Graphtec durante a feira Sign & Digital UK, feira que ocorre entre os dias 28 e 30 de março, no Reino Unido. A fabricante vai aproveitar o evento para também mostrar a versão mais recente do i-Mark, equipamento de corte e impressão indicado para produção de rótulos, embalagens e peças de sinalização de pequenos formatos. Por ser compacta, a máquina pode ser instalada em uma superfície de trabalho de 60cm × 67cm.

Fonte: Graphtec



Sublimação: como calcular custo, preço, valor e faturamento

Por João Leodonio em 01/05/2018
Saiba como formatar o preço dos seus produtos estampados por sublimação

Saiba como formatar o preço dos seus produtos estampados por sublimação

Será que vendo meu produto sublimado com o mesmo preço do concorrente? Ou cobro mais barato? Faturamento é igual a lucro? Como agregar valor à minha camiseta sublimada e me diferenciar da concorrência?

Muitos empreendedores, sobretudo os novatos, têm muitas dúvidas sobre composição de preços no segmento de impressão sublimática. Mas antes de dar algumas respostas, vamos definir alguns conceitos:

- Custo: é todo o esforço e trabalho empregado para a produção de bens e serviços e divide-se em fixo e variável. O primeiro é todo custo que não varia com a produção, ou seja, está fixado. Exemplos: limpeza, conservação, aluguel, mobiliário e equipamentos. Já o variável é todo custo que varia de acordo com o produto e o volume. Exemplos: caneca, papel impresso, camiseta, entrega, matérias-primas, insumos diretos, embalagens, impostos de venda, mão de obra e fornecedores.

- Preço: é o valor monetário de um bem, serviço ou patrimônio. É composto por custos, despesas e lucro.

- Valor: é criado de acordo com a importância dada por aqueles que adquirem os produtos ou serviços. Exemplo: Quanto você estaria disposto a pagar por um copo de água mineral no deserto? E ao lado de uma nascente de água potável? Independentemente do quanto custou a produção desse copo com água, seu valor será dado pela importância ou necessidade de seu consumo.

- Faturamento: é o montante que a empresa recebe por uma venda do bem ou serviço, ou seja, é o valor total que está impresso na nota fiscal.

Antes de entendermos como chegar à composição de preços, é preciso avaliar o que produzir, para quem vender, quais serão os fornecedores e parceiros, a forma de distribuição e como a concorrência trata o produto ou serviço. Após a fase prévia de produção, deve-se passar para as contas.

Custo fixo

Por trabalhar em casa, muitos acabam não considerando o custo fixo na composição do preço; Mas assim como um imóvel alugado, precisamos valorar o m² da área ocupada e ratear água, luz, telefone e qualquer outra despesa de produção.

Custo variável

É necessário escolher um bom fornecedor de matéria-prima, saber valorar a mão-de-obra envolvida na produção (a própria ou terceirizada), o consumo de energia e o transporte, além de saber negociar desconto para compras maiores, o que ajudará na composição de um preço menor.

Preço

É necessário avaliar todos os rateios de custo fixo, aplicar todos os custos variáveis, lucro esperado, impostos e todos os valores envolvidos na fabricação e distribuição do bem ou serviço. Muitas empresas não consideram os custos de pós-venda e acabam por não dar um atendimento adequado ao cliente após entregar os produtos ou serviços. Assim, não fidelizam a clientela.

Valor

Trata-se de algo a ser estabelecido depois da formatação do preço. Portanto, é preciso muito cuidado para valorar a importância do produto ou serviço. A valoração vai depender da necessidade, local, oferta, demanda e algo muito importante, que é a qualidade final do que se oferece. A qualidade de um produto final (matéria-prima, insumos e controle nos processos de produção) pode fazer com que o valor suba.

Faturamento

Como já explicado, não é ganho, nem lucro. Trata-se apenas do registro dos valores totais das vendas.

Concorrência

Após levantar informações e compor o preço do produtos, você descobre que a concorrência vende mais barato. O que fazer? Quanto mais barato? Vende para o mesmo público? Que matéria-prima utiliza?

Essas são questões que, se respondidas de forma adequada, poderão ajudar a rever o preço de venda ou mantê-lo e investir na valorização do produto, mantendo as margens originais de lucro.

Mas isso é possível num mercado tão concorrido quanto o da sublimação?

Sim, e a cada momento aparece um novo fornecedor. Quase na mesma velocidade, saem do mercado aqueles que ofereceram produtos e serviços de má qualidade. Portanto, se ao formatar um preço, a empresa considerar todos os tópicos tratados acima, possivelmente terá sucesso. Em caso de insucesso, saberá onde errou.

Sugerimos também fazer a alocação dos custos de forma mais coerente possível, usando o sistema R.K.W (um assunto a ser tratado num próximo artigo).

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático