Problemas e soluções na impressão por sublimação

Por Jimmy Lamb em 28/01/2015

Você já passou por alguma dificuldade na impressão digital por sublimação? Pois saiba que esse processo exige treinamento, tempo, paciência e experiência para que você atinja a excelência nos resultados de reprodução das imagens.

      Saiba mais sobre sublimação:

Entre os principais desafios da sublimação, estão cinco problemas que aparecem comumente aos que usam esse processo. Cada um deles pode ser evitado com um conhecimento adequado. Mas lembre-se: mesmo que você coloque em práticas as dicas e procedimentos para diminuí-los, os problemas surgirão. E a recomendação é que você aprenda com eles, e obtenha mais conhecimento e sucesso nas produções seguintes. No caso da sublimação, os cinco problemas mais comuns são:

1. Banding;
2. Umidade;
3. Efeito fantasma;
4. Cores incorretas;
5. Linhas de transferência.

1. Banding

Nos impressos, quando você encontra linhas de cores diferentes (causadas pela falta de tinta na região), você está se deparando com o banding. A causa mais comum desse problema é o entupimento (dos nozzles) das cabeças de impressão. Queira ou não, todas as tintas (não somente a sublimática) secam o tempo todo. Se isso acontece dentro das cabeças, o fluxo de tinta é inibido, o que resulta na falta de tinta no impresso.

Enquanto você estiver imprimindo regularmente – várias vezes por semana – a tinta não secará dentro das cabeças. Mas se a impressora ficar muito tempo sem atividade, você pode ter problemas.

A maneira mais simples de evitar isso é disparar rotineiramente uma pequena quantidade de tinta através das cabeças de impressão, utilizando a função de limpeza dessas peças. Portanto, é fundamental seguir as recomendações e procedimentos de manutenção passados pelo fornecedor de sua impressora.

Se você precisar de lembretes para a limpeza das cabeças, você pode usar softwares que executam automaticamente esse procedimento, em intervalos especificados. Basta configurá-los e eles fazem o trabalho, desde que você deixe tudo ligado.

O banding pode ter outras causas, como a falta de tinta na impressora. Portanto, verifique sempre os níveis de tinta nos tanques do equipamento. Além disso, a impressora pode simplesmente estar precisando de alguns ajustes na cabeça ou no sistema de alimentação de substratos.

O banding (linhas verticais com falta de tinta) é um problema recorrente na sublimação

O banding (linhas verticais com falta de tinta) é um problema recorrente na sublimação

2. Umidade (no processo de sublimação)

Alguns dos problemas atribuídos à falta de controle da umidade (no ambiente) incluem: mudança de cor, sangramento na imagem e transferência irregular de tinta em áreas chapadas (sólidas).

Em circunstâncias normais, uma pequena quantidade de umidade pode acumular-se no papel transfer e, na prensagem, ela é absorvida pela mídia. No entanto, substratos como metal e cerâmica são incapazes de absorver umidade. Assim, é importante que você tome medidas para diminuí-la.

O primeiro passo é proteger o papel da absorção de umidade. Como medida preventiva, estoque sempre o material em local seco. Considere usar, também, um recipiente selado para o armazenamento desse substrato. Caso ele tenha umidade em excesso, recomenda-se colocá-lo na prensa por alguns segundos. Não precisa pressioná-lo, basta expô-lo ao calor.

Outro truque é usar papel jornal. Ele vai ajudar a absorver a umidade da folha de transferência durante a prensagem (enquanto o teflon, não). Certifique-se de usar uma nova folha de papel para cada prensagem.

Em peças de tecido também é possível que tenha um pouco de umidade. Antes de realizar a sublimação, faça uma prensagem com as peças (durante cerca de 10 segundos). Esse procedimento vai retirar a umidade e enrugamentos dos substratos.

Além disso, dê atenção especial para o seu ambiente de trabalho. Controle os níveis de umidade nele. Para tanto, recomenda-se o uso de um desumidificador. Mas cuidado para não reduzir excessivamente a umidade, isso pode ter efeitos negativos sobre tintas e impressoras.

É também aconselhável investir em um higrômetro, para conhecer os níveis de umidade. As condições ambientais ideais de operação para a sublimação é de 21ºC a 26ºC, com 35% a 65% de umidade relativa (sem condensação).

Tenha cuidado ao armazenar o papel, para que ele não absorva umidade

Tenha cuidado ao armazenar o papel, para que ele não absorva umidade

3. Efeito fantasma

A sublimação requer, durante a prensagem, um casamento perfeito entre o papel transfer e o substrato virgem. Se o papel deslocar ou não se fixar contra o substrato, ocorrerá o efeito fantasma. Isto é, a sublimação vai ficar desfocada, com uma sombra ao longo (ou além) das bordas das imagens. Pode também acontecer o efeito "esgazeado"; quando há uma "explosão" de tinta do lado de fora da área de imagem.

Para evitar estes problemas, é essencial fazer o ajuste correto entre o papel transfer e o substrato. Recomenda-se o uso de fita resistente ao calor, para assegurar a transferência do produto. Tenha cuidado para não aplicar a fita em toda a área da imagem, pois isso pode prejudicar a qualidade da imagem. Além disso, use apenas uma quantidade mínima de fita, já que você vai precisar remover rapidamente os substratos após a prensagem.

Quando você estiver sublimando materiais de vestuário, você pode usar um spray adesivo reposicionável. Nesse caso, aplique uma névoa leve na parte da imagem do papel transfer, a cerca de 10 centímetros de distância. Não pulverize a peça de vestuário. Em seguida, pressione o papel transfer contra o tecido. Se você posicioná-lo incorretamente, retire e reposicione-o.

Depois da prensagem, é importante remover o papel transfer corretamente. Caso contrário, a tinta pode vazar para áreas indesejadas, causando o efeito fantasma. Com substratos rígidos, o papel deverá ser levantado de modo rápido e limpo. Com vestuário, você obtém melhores resultados pegando uma das extremidades do papel e puxando-a lentamente, enquanto segura o tecido.

O teflon sujo ou manchado também pode causar efeito fantasma. Esta é outra razão para considerar o uso de papel de jornal em vez do teflon.

4. Cores incorretas (de saída)

O problema da incompatibilidade de cores (do arquivo original para as cores impressas) não é o resultado de um sistema defeituoso. Tem mais a ver com o fato de empregar equipamentos diferentes no processo – e cada um deles com uma capacidade diferente de reproduzir as cores.

Primeiro, os monitores funcionam no modo RGB, enquanto a impressora trabalha no modo CMYK. Com a sublimação, o que sai da impressora não é a cor final, porque ela vai mudar depois da prensagem (e sublimação). É como fazer a tradução de texto do francês para o inglês, e daí para o espanhol. Você consegue traduzir a mensagem geral, mas dificilmente obtém a tradução palavra a palavra.

Se você comprou um sistema de sublimação que inclui um driver de impressora, o software vai ajudar a gerenciar as funções de impressão para posterior sublimação. Além disso, se você estiver usando o CorelDRAW e o Adobe Photoshop, você deverá instalar, nesses aplicativos, a paleta de cor designada pelo fabricante.

É indicado que você crie referências, para comparar o que você vê na tela com as cores que serão reproduzidas no impresso. Para isso, basta imprimir a paleta de cores que é usada pela impressora.

Selecione as cores do seu projeto com base nesta tabela (saída) em vez de depender das cores da tela (entrada). A cor pode não parecer correta na tela, mas você vai saber como ela vai ficar depois de impressa.

Tenha amostras de cores em substratos já sublimados

Tenha amostras de cores em substratos já sublimados

5. Linhas de transferência no tecido

São linhas fracas que aparecem no tecido já sublimado e correspondem às extremidades do papel transfer. Elas são causadas ​​pela fusão das fibras do tecido (ao longo das bordas do papel).

Para a prevenir esse problema, experimente diferentes configurações de temperatura na sua prensa. Considere reduzir a pressão e a temperatura (para 200ºC). Você também pode cortar o tempo de prensagem de 60 segundos para 45 segundos. As mudanças devem ser feitas gradualmente. E saiba que variar as configurações pode afetar a qualidade do processo.

Outra opção é tirar a parte do papel transfer que não é revestida. Isso vai suavizar as arestas do papel e reduzir as chances de aparecer as linhas de transferência.

Muitos usuários utilizam uma folha de foam de alta temperatura durante a produção, a fim de impedir a formação das linhas. Almofadas de teflon também têm sido desenvolvidas para a sublimação. Verifique com seus fornecedores de equipamentos mais informações sobre esse assunto.

Uma coisa importante: cada peça de vestuário pode precisar de configurações diferentes. Independentemente de qual você usar, documente-as para referência futura.

Estes são alguns dos problemas mais comuns encontrados na sublimação, e são relativamente fáceis de resolver. Se você ainda está tendo problemas, entre em contato com o fornecedor do equipamento. Não deixe os desafios de produção atrasá-lo ou intimidá-lo. A maioria deles pode ser resolvida por telefone.

***

Sobre o autor: Jimmy Lamb escreve e palestra sobre sublimação e impressão em tecidos mundo afora. Tem mais de 20 anos de experiência no negócio de vestuário e decoração. Atualmente, é o gerente de comunicação na Sawgrass Technologies.
 
Esse artigo técnico foi cedido, com exclusividade, pela Sawgrass ao portal InfoSign, que traduziu e adaptou o texto.
 



Gerenciamento de cores para impressoras de grande formato

Por Ronaldo Rufino em 26/03/2013

Reproduza as cores certas ao utilizar o sistema de gerenciamento de cores (com perfis ICC). A seguir, explicamos como fazer isso, algo que vai diminuir seus custos (de tempo e material) sem comprometer a qualidade das cores impressas.

Reproduza as cores certas ao utilizar o sistema de gerenciamento de cores (com perfis ICC). A seguir, explicamos como fazer isso, algo que vai diminuir seus custos (de tempo e material) sem comprometer a qualidade das cores impressas.

Diariamente, profissionais da nossa área descrevem suas dificuldades por não tornar suas impressoras capazes de reproduzir o que se enxerga no monitor. Acredito que muitos leitores já passaram por essa situação.

A compreensão das cores parece ser algo muito simples. Contudo, as câmeras, impressoras digitais e monitores parecem ter uma dificuldade enorme em compreendê-las! Tais situações podem ser decorrentes da falta de controle no processo. E para que possamos tê-lo, é preciso compreender alguns conceitos, como esses que estão explanados nos tópicos a seguir:

O que é um sistema de gerenciamento de cores?

O gerenciamento de cores pode ser descrito como uma ciência baseada na percepção humana — com a qual é possível manter a aparência das cores, independente do dispositivo utilizado para reproduzi-las. Cada dispositivo reproduz cores de maneira diferente. Na ilustração abaixo, veja o quão perceptível são estas diferenças, causando um grande descontentamento com o resultado final.

Compare a diferença entre as cores de uma mesma imagem. A primeira imagem representa a nossa maneira de enxergar. As demais mostram como as cores são reproduzidas em diferentes dispositivos: câmera, monitor e impressora

Compare as cores de uma mesma imagem. A primeira representação (da esquerda para direita) mostra a nossa maneira de enxergar. As demais, apresentam as cores como são reproduzidas em diferentes dispositivos: câmera, monitor e impressora

O fato é que o olho humano é capaz de enxergar uma variação enorme de cores, as quais os dispositivos não são capazes de reproduzir. Por exemplo: a câmera digital pode registrar uma faixa de cores maior do que a impressora pode reproduzir. É como se os dispositivos estivessem tentando se comunicar, porém cada um com a sua própria língua e sem um mecanismo de tradução entre eles.

Portanto, precisamos de um sistema que respeite os limites de cor de cada dispositivo, preservando a aparência dos arquivos e, principalmente, suas características colorimétricas (tom, luminosidade e saturação).

Um sistema de gerenciamento de cor é composto por um conjunto de ferramentas, cuja principal finalidade é aplicar o mecanismo tradutor, estabelecendo a correspondência de cor entre a imagem original e o resultado final. Mas se uma cor não puder ser reproduzida no monitor ou na impressora, o gerenciamento das cores não poderá obtê-la. Porém, ele será capaz de proporcionar previsibilidade, permitindo que todos os dispositivos se comuniquem através de uma única linguagem, sem gastar horas com tentativas frustradas e desperdícios de material.

O gerenciamento de cores deve uniformizar a reprodução de cores, nos diferentes dispositivos

O gerenciamento de cores deve uniformizar a reprodução de cores, nos diferentes dispositivos

Por que o gerenciamento de cores é importante?

Nenhum processo de produção deveria ser empírico. Normas e regras são necessárias, e devem ser seguidas dentro de uma rotina de trabalho. Essa sistemática evita erros, como ajustes indevidos de cor no tratamento de imagem e impressões com diferentes tonalidades. Portanto, o maior benefício trazido pelo gerenciamento de cor é a previsibilidade de resultados.

Faça o teste: crie um arquivo com o mesmo espaço de cor (RGB), no Photoshop. Pinte a cor do fundo com os seguintes valores: R = 155, G = 50 e B = 150. Pegue um dos arquivos e abra-o em outro monitor. Se a cor estiver diferente, um dos monitores (ou ambos) podem estar descalibrados. Como nas imagens abaixo:

fig_3a

fig_3b

Você já deve ter observado, em uma loja de eletrônicos, alguns televisores com diferentes tamanhos e modelos, agrupados como um grande mosaico e sintonizados na mesma programação. Porém, você percebeu que nenhum deles exibe as cores da mesma maneira.

Em razão disso, os televisores (monitores e impressoras também) não descrevem como uma cor se parece. Eles apenas interpretam-na. Chamamos estes dispositivos (RGB e CMYK) de dependentes, cuja interpretação de cor sempre será diferente de um dispositivo para outro.

Como o gerenciamento de cores funciona?

Com o crescimento do número de dispositivos, descobriu-se que nem mesmo impressoras e monitores da mesma marca, ano de fabricação ou modelo têm as mesmas características de reprodução de cor.

Para tentar sanar essa diferença e criar uma linguagem comum a todos os dispositivos, em 1993, o International Color Consortium (ICC), formado por um grupo de empresas líderes no desenvolvimento de sistemas para imagem digital, desenvolveu uma linguagem padrão para que os computadores pudessem compreender e traduzir as cores entre diferentes dispositivos. Essa linguagem é o gerenciamento de cores. Dentro dela, os diferentes "dicionários" são os perfis ICC.

Os perfis de cor são arquivos gerados por softwares e hardwares específicos, que descrevem os valores colorimétricos (tom, luminosidade e saturação) de um dispositivo RGB e CMYK, dentro de um espaço de cor CIELab.

CIELab é o mais amplo espaço de cor especificado, em 1976, pela Comissão Internacional de Iluminantes (CIE, Commission Internationale de l’éclairage).

O CIELab possui coordenadas numéricas que descrevem as cores por meio de três eixos:

  • L (Luminosidade): que vai de 0 a 100, mostrando a variação de cores mais claras e mais escuras;
  • a: representa a variação de cores do vermelho ao verde, bem como sua variação, que é de +128 a -128;
  • b: representa a variação do amarelo ao azul, cuja variação vai de +128 a -128.

Seu objetivo é servir como referência de cor independente do dispositivo, descrevendo todas as cores visíveis (que o olho humano é capaz de enxergar).

Representação gráfica do espaço de cores Lab

Representação gráfica do espaço de cores Lab

O perfil ICC é um dos elementos chave em um fluxo de trabalho digital. Mas não podemos achar que ele é a solução para todos os problemas, ainda mais sem considerar as variáveis de produção. Portanto, o controle de processo deve estar cada dia mais aprimorado a fim de garantir o perfeito funcionamento do gerenciamento de cores.

Para dar mais clareza ao assunto: quando criamos um novo arquivo (RGB, CMYK) através do Photoshop, é preciso designar, a este documento, um espaço de cor (ICC). Ou seja, a estrutura de dados de cor deste perfil é desenvolvida para ser interpretada por um software tradutor (CMM, Color Matching Module), que já vem na estrutura do software para tratamento de imagem. Por sua vez, ele transmite as informações recebidas para um espaço de cor independente (Lab), para trabalhar os valores em dois sentidos: o do dispositivo para o Lab e vice-versa.

Por exemplo: ICCs de monitores convertem valores de RGB para Lab e vice-versa. Enquanto que os de uma impressora inkjet convertem de CMYK para Lab e vice-versa. O valor RGB entra pelo ICC do monitor e é convertido para Lab. Esse mesmo padrão será utilizado com o ICC da impressora inkjet para transformar Lab em CMYK.

Ficou assustado? Lembre-se que isso já acontece no seu fluxo de trabalho. Para ajudá-lo a compreender a mecânica do sistema, observe a ilustração:

Observe o fluxo entre os dispositivos

Observe o fluxo entre os dispositivos

O que é necessário para utilizar um sistema de gerenciamento de cores?

Saber que o gerenciamento de cor está incorporado na maioria dos sistemas de processamento de imagem digital.

A forma mais eficaz de ter sucesso com o gerenciamento de cores é investir em conhecimento e tecnologia. São necessárias ferramentas como espectrofotômetro (instrumento de medição responsável pela leitura das amostras) e software de gerenciamento de cores (para interpretá-las).

No próximo artigo, falaremos sobre a utilização destas ferramentas para criação de perfis de cor.

Espectrofotômetro: fundamental para o gerenciamento de cores

Espectrofotômetro: fundamental para o gerenciamento de cores

 

Sobre o autor: Ronaldo Rufino (ronaldo@coralis.com.br) é formado em Artes Plásticas. Começou sua trajetória há 16 anos como fotógrafo. Até 2007, atuou como especialista digital pela divisão de fotografia Profissional da Kodak Brasileira, nas áreas de software, impressão e captura digital. Atualmente, faz parte da Equipe Coralis® (www.coralis.com.br) como consultor técnico para gerenciamento de cores em imagem digital.



Screen mostra fábrica e novo equipamento de impressão digital, na Inglaterra

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 09/11/2012

Na Inglaterra, fábrica da Screen promove evento para mostrar novo equipamento

Nos dias 28 e 29 de novembro, a Screen, fabricante de equipamentos de impressão digital, realiza um "Open House", na Inglaterra, para apresentar a nova Truepress JetW1632UV, impressora plana (flatbed) de grande formato. Os visitantes também vão poder conhecer os processos de fabricação da planta, localizada em Cambridge — mesma sede da Inca Digital.

Projetada para competir no mercado de impressoras industriais, de alta produção, a Truepress Jet W1632UV foi lançada na Drupa 2012 (maior feira gráfica do mundo), onde a primeira unidade da máquina foi adquirida pela Best Digital, empresa britânica especializada em comunicação visual comercial, como PDV (ponto de venda). O investimento beirou os 620 mil euros (isso porque o birô também adquiriu outra impressora Screen, a Truepress Jet 2500UV).

equipamento screen para impressão digital

Novo equipamento da fabricante Screen chega para concorrer no mercado de impressoras industriais

Segundo a Screen, entre as características técnicas da Truepress Jet W1632UV, estão:

  • Área de impressão: 1,6 x 3,2m;
  • Espessura máxima do substrato: 4,8cm;
  • Velocidade máxima: 94m2/h;
  • Resolução máxima: 1.200dpi;
  • Volume da gota disparada pelas cabeças: 12 picolitros (pL);
  • Cores: CMYKLcLm;
  • Limpeza das cabeças: automática, para produção contínua, sem perda de rendimento.

Fonte: Screen Europa. Texto: InfoSign

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