Impressão direta em camisetas: saiba como controlar as variáveis do processo

Por John Albrecht em 22/07/2016

Impressão direta em camiseta, conhecida como DTG (Direct-To-Garment), possibilita a personalização de estampas em tecidos claros e escuros

A impressão direta em camiseta, conhecida como DTG (Direct-To-Garment), possibilita a personalização de estampas em tecidos claros e escuros

Talvez você esteja pesquisando sobre impressão direta em camisetas (DTG , Direct-To-Garment) ou procurando um novo método de produzir imagens, reduzir despesas e aumentar os trabalhos. Ou talvez precise de um processo que reproduza maior gama de cores. Se você se encaixa em alguma das possibilidades acima, está na hora de saber mais sobre as impressoras DTG. A seguir, conheça os principais tópicos relacionados à produção dessas máquinas.

Qualidade

Você decidiu que a impressão DTG é para você. Ela pode ser um complemento para a serigrafia. Pode ser usada em produções de larga escala e personalização via comércio eletrônico. Pode também ser uma ótima solução para lojas que ofereçam reprodução de fotos de família em camisetas. Em todos os casos, para obter qualidade de impressão, é preciso levar em conta a qualidade do pré-tratamento, do ambiente e do tipo de camisa que será estampada.

Pré-tratamento

Há dois métodos de pré-tratamento: inline e offline. O processo offline requer um operador para aplicar o pré-tratamento à camiseta, secá-la e carregá-la na impressora. Você pode espirrar o spray manualmente, na prensa térmica (o mais comum) ou transferi-lo por meio de papel. Cada método tem vantagens em relação a custo e/ou consistência. O pré-tratamento offline é geralmente aplicado ao usar tinta branca. Camisetas brancas ou claras podem ou não exigir o pré-tratamento.

O spray deve ser pulverizado na quantidade adequada. Em seguida, você deve determinar se o pré-tratamento será aplicado apenas no local da estampa ou em toda a camiseta. Para o pré-tratamento, considere:

  • Você pode escolher prensar o pré-tratamento (de 30 a 45 segundos) ou curar por meio de um transportador. Se o pré-tratamento não for uniforme ou estiver ausente na área de impressão, o resultado será comprometido. A economia de espaço e o custo mais baixo são as vantagens de usar a prensa térmica. No entanto, o transportador aumenta a produtividade.
  • Caso outro departamento da empresa faça o pré-tratamento antecipadamente, será necessário que toda a área de imagem das camisas seja pré-tratada. Isso pode economizar tempo na impressão, mas o custo aumentará em função do tratamento de uma área maior. No entanto, esse processo permite que apenas um operador carregue e cure, o que aumenta a produtividade. O pré-tratamento offline requer mais trabalho manual que o inline.
  • O custo do pré-tratamento varia de acordo com o produto (camiseta estampada). Além disso, você terá de explicar ao cliente que o contorno quadrado que aparece na camiseta depois da prensagem desaparece após a primeira lavagem.
Antes de investir numa solução DTG, é fundamental estudar a melhor opção de pré-tratamento, inline ou offline

Antes de investir em uma solução DTG, é fundamental estudar a melhor opção de pré-tratamento (inline ou offline)

O tratamento  inline ocorre na impressora. O processo permite ao operador inserir a camisa diretamente na máquina, que realiza tanto o pré-tratamento quanto a impressão. É importante que o spray seja borrifado uniformemente e que a quantidade dele seja determinada com base no tamanho e no tipo de camiseta. Considere:

  • O processo inline exige que a área pré-tratada na camiseta seja ligeiramente maior do que a imagem. Para manter o registro, não mude a posição da camiseta. O software incorpora a área de pré-tratamento com a arte.
  • Não há necessidade de contratar mais pessoal para o pré-tratamento inline.
  • O custo de pré-tratar diminui de acordo com o tamanho da área tratada. O material de pré-tratamento inline evapora totalmente no processo de cura, e não precisa lavar. No entanto, leve em conta a instalação de um secador de maior capacidade de evaporar o pré-tratamento e a tinta após a impressão.

Ambiente de trabalho

A umidade tem papel importante na consistência da impressão DTG, e uma porcentagem de 45% a 70% deve ser mantida para obter resultados de qualidade. Para tanto, instale a impressora DTG em uma sala controlada e com umidificadores. A umidade afeta ainda mais as impressoras com cabeças que disparam gotas de tinta menores (menor picolitro). Leve em consideração outros fatores, como a filtragem e a temperatura do ambiente.

A temperatura também influencia no disparo de tintas. A tinta é à base d’água e não pode variar durante a impressão. Impressoras DTG também terão problema de qualidade quando as temperaturas na área de trabalho ficam acima de 90ºC.

A limpeza do ambiente também é fundamental. Há centenas – e mesmo milhares – de nozzles por cabeça de impressão nessas máquinas. Fiapos, cola, sujeira e outros contaminantes ambientais afetam muito a qualidade do processo. Mantenha as impressoras longe de portas e áreas sujas e de alto tráfego. Alguns fabricantes sugerem substituir as cabeças anualmente, enquanto há cabeças duram cinco anos ou mais. De qualquer forma, não deixe que o ambiente sujo prejudique a produção.

Instale os equipamentos em local limpo e sob condições ambientais controladas

Instale os equipamentos em local limpo e sob condições ambientais controladas

Características da camiseta

A qualidade de absorção da camiseta afeta o pré-tratamento e o brilho da cor impressa. O pré-tratamento ajuda a manter a cor da tinta sobre as fibras do tecido. Saiba que a taxa de absorção varia de acordo com a marca e o fabricante de camiseta. Para controlar essa variável, é aconselhável ter poucos fornecedores e lidar com parâmetros bem definidos.

Algumas camisetas vão precisar de mais pré-tratamento. Você poupará tempo e dinheiro ao determinar isso antecipadamente. Verifique com seus fornecedores as configurações adequadas de pré-tratamento.

As características do tecido também devem ser levadas em consideração. Alguns tipos de camisetas possuem superfícies com fibras mais apertadas para a tinta digital ancorar. Se você não ajustar os parâmetros de pré-tratamento com base nos tecidos, a qualidade e o brilho poderão variar.

Conheça o tipo de tecido das camisetas. A qualidade dele terá influência direta nos processos de pré-tratamento, cura e impressão

Conheça o tipo de tecido das camisetas. A qualidade dele terá influência direta nos processos de pré-tratamento, cura e impressão

Você também deve considerar o poliéster da camiseta. Algumas máquinas DTG podem produzir impressões apenas aceitáveis ​​em poliéster branco. Você encontrará desafios parecidos em impressão de camisetas de poliéster escuro. A migração da cor continua sendo o problema.

Fabricantes de tinta serigráfica têm perseguido essa migração, acrescentando alvejantes à tinta branca. Já as tintas digitais brancas não têm bloqueadores. A única maneira de contornar esse problema, até certo ponto, é utilizar um processo que cure a tinta a uma temperatura muito baixa, enquanto tenta manter a lavabilidade. Alguns fabricantes de impressoras DTG tiveram sucesso limitado com poliéster escuro, embora, sob o ponto de vista da produtividade ainda existam melhorias a serem feitas.

Também leve em conta a descargabilidade, que é um recurso oferecido por algumas impressoras DTG. Trata-se de uma descarga de tinta para obter cores brilhantes em camisetas escuras de algodão com toque zero.

Retorno do investimento

Para que o empresário saiba se terá lucro com a impressora DTG que comprar, deve considerar os custos de consumíveis, trabalho e processo. Além disso, é preciso conhecer o mercado (preço, volume e ajustes de processo). Esses fatores têm grande relevância para obter o retorno do investimento.

Consumíveis

Você terá de dominar os custos de tinta e de pré-tratamento, o que pode ser um pouco complicado. Preços de tinta variam de acordo com o fabricante. O pré-tratamento pode não ter custo (em uma camisa branca ou de cor clara, dependendo da aparência desejada) ou pode custar mais de um dólar por camiseta escura impressa com tinta branca.

Cada fornecedor tem sua maneira de determinar o uso de tinta e de resíduos. Alguns têm softwares que estimam o valor com base no tamanho da imagem, enquanto outros medem o número de gotas de tinta disparada. Certifique-se também de que o custo de resíduos de tinta entre nessa equação.

Custos

O operador de uma impressora DTG tem de lidar com pré-tratamento, cura do pré-tratamento, carregamento da camiseta e com a impressão, até a cura da tinta. Isso é especialmente verdadeiro se você usar prensa térmica para o pré-tratamento offline. Já no pré-tratamento inline, o operador insere a camiseta na máquina e, em seguida, realiza outras funções. Leve em conta os custos desses processos para determinar o retorno do investimento.

Uma pessoa sozinha pode estar apta a rodar vários equipamentos e produzir centenas de camisetas por hora, em um sistema de pré-tratamento inline.

Avalie e controle os custos de equipamentos, consumíveis e mão de obra: eles são fundamentais para que se obtenha o retorno do investimento nas soluções de impressão direta em camisetas

Avalie e controle os custos de equipamentos, consumíveis e mão de obra: fundamentais para obter o retorno do investimento nas soluções de impressão direta em camisetas

O espaço para equipamentos e secadores também deve ser planejado. Com o pré-tratamento inline, é necessário um secador para a evaporação, que vai demandar mais energia elétrica. A prensa térmica é suficiente para curar o pré-tratamento offline.

Fórmulas de retorno de investimento variam muito. Uma impressora pode ser mais barata, mas terá custos mais elevados de operação. Outra máquina pode ser mais cara, mas custará menos para mantê-la.

O dilema para os potenciais compradores de impressoras DTG é não ter volume suficiente para pagar uma máquina de custo mais elevado, ou ter muito volume e arcar com os altos custos de consumíveis, além da mão de obra. Uma possível solução é terceirizar serviços de estamparia digital até que os volumes justifiquem entrar no mercado.

Público-alvo

A estrutura de preço do mercado molda a rentabilidade da impressora DTG. Nas vendas de serigrafia tradicional, quanto maior for a tiragem a imprimir, menor será o preço por camiseta. Uma vez que o trabalho é ajustado para produção, poucos custos são acrescentados à impressão.

Com a DTG é diferente. Por essa razão, as tiragens de larga escala geralmente não são recomendadas para máquinas DTG.

Cabe a cada empresa se diferenciar e atuar em segmentos que podem ser atendidos com impressoras DTG, que são ideais para personalização, curto prazo e produções de pequenas tiragens.

Muitas empresas usam a DTG para atender aos segmentos mais tradicionais e adicionam a tecnologia à produção serigráfica.

Suporte técnico

Você gostou da qualidade da impressora DTG e tem mercado para justificar o investimento da máquina. Nessa hora, é fundamental que se pergunte sobre a assistência técnica. Escolha um fornecedor que tenha boa reputação.

Ao considerar um fornecedor, pesquise sobre o histórico da empresa. Conheça os técnicos que prestarão serviço. Veja se o fornecedor está na vanguarda do mercado.

Certifique-se de que o fornecedor investe em tecnologia e usa recursos para ajudar os clientes. Certifique-se de que tanto o fabricante quanto o fornecedor estão trabalhando em conjunto (se forem empresas diferentes).

Você não quer apenas receber uma "caixa" e ler um manual com os detalhes sobre funcionamento de softwares, peças, fluxo de trabalho, preparação de arte, materiais, pré-tratamento etc.

A experiência técnica também é importante. Por ser uma nova indústria, alguns fornecedores usam tecnologias genéricas e inserem-nas em máquinas DTG. Certifique-se de que você será servido por técnicos especializados e que você terá acesso a um suporte que ajude no funcionamento da máquina.

O mercado de DTG está sempre mudando, e é necessário contar com um fornecedor que inove. Não é um mercado fácil, embora possa ser lucrativo. Você precisa de um fornecedor que compreenda a indústria de estamparia têxtil e que está investindo em pesquisa e desenvolvimento. Portanto, selecione o fornecedor certo e tenha mais chances de ser bem-sucedido.

No mercado de impressão digital direta em tecido, muitas inovações acontecem com frequência: novas tintas, menores custos de impressão, velocidades mais elevadas de produção, maior qualidade, maior versatilidade de substratos, cores mais brilhantes, novas opções de cores e fluxos de trabalho mais sofisticados. Não fique para trás. Ao controlar e otimizar as variáveis do processo, você também pode fazer parte da revolução DTG.

Sobre o autor: John Albrecht (jalbrecht1@earthlink.net) tem 30 anos na indústria de estamparia têxtil. Atualmente, faz parte da direção de vendas da Kornit. Há muito tempo, é um voluntário da SGIA

Sobre o autor: John Albrecht (jalbrecht1@earthlink.net) tem 30 anos na indústria de estamparia têxtil. Atualmente, faz parte da direção de vendas da Kornit. Há muito tempo é voluntário da SGIA

Este artigo foi publicado inicialmente no SGIA Journal e reproduzido pelo InfoSign com a permissão da SGIA (this article first appeared in the SGIA Journal and is reprinted with permissions from the SGIA)



Cobertura Serigrafia Sign 2013 – Parte 3: Mídias, tintas e softwares

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 22/07/2013

A exemplo das impressoras digitais, as mídias — assim como as tintas e os softwares — apareceram em abundância na feira Serigrafia Sign 2013. A despeito da fartura, o evento não foi rico em novidades, que apareceram em alguns poucos estandes. Porém, os visitantes puderam presenciar uma grande oferta de produtos aperfeiçoados, de melhor desempenho na produção. Acompanhe a seguir um panorama das soluções de substratos, tintas e softwares que fabricantes e fornecedores expuseram na 23ª edição da maior feira latino-americana de sign e comunicação visual.

Leia também as demais partes dessa cobertura:
1ª: Impressoras digitais
2ª: Corte, gravação e acabamento
4ª: Números, eventos e parcerias
5ª: Acessórios para comunicação visual
6ª: Sublimação, transfer e fotoproduto
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Mídias

Para a feira, a Imprimax levou a linha Gold Tuning, para envelopamento de carro, composta por películas de texturas e acabamentos diversos, como camaleão, fosco, opaco e perolizado. Também mostrou vinis coloridos, refletivos e brancos da linha RevestWall, para impressão digital, vendidos em oito texturas em alto e baixo relevo, indicados para decoração e design de interiores. A Imprimax ainda levou mais algumas novidades, como o vinil 3D (para aplicações de comunicação visual) e o envelopamento líquido cromo.

Envelopamento cromo: novidade lançada na Serigrafia Sign 2013

Envelopamento cromo: novidade lançada na Serigrafia Sign 2013

Fabricante nacional, a Alko marcou presença na feira, não apenas como organizadora do Cambea, mas também com estande próprio, onde promoveu sessões de aplicação de envelopamento automotivo e também expôs seus vinis adesivos. Entre eles, filmes monoméricos e poliméricos e uma vasta linha de películas para tunning, com texturas e acabamentos como fibra de carbono, fosco, titanium, jateado, perolizado, entre outros. A empresa foi a vencedora da categoria "Substratos Flexíveis" do Prêmio Silk & Sign.

Já a Day Brasil foi a vencedora na categoria "Substratos Rígidos" da mesma premiação. Para a feira, além de impressoras digitais e máquinas de corte e gravação, a empresa exibiu mídias como lonas, vinis (das marcas Tecgraph e MacTac) e chapas rígidas de ACM, Lexan, policarbonato, PETG, acrílico, entre outras.

Outra fabricante nacional que compareceu ao evento foi a Aplike, que apresentou mostruários de suas películas, com detalhes sobre aplicações, tonalidades, texturas e acabamentos. As informações foram divididas em categorias de produtos e organizadas por cor.

Evento foi palco de muitas opções de películas para envelopamento automotivo

Evento foi palco de muitas opções de películas para envelopamento automotivo

Dona de uma fábrica de filmes, a paranaense Colacril também esteve na feira. A empresa possui três certificações (FSC, ISO 9001:2008 e ISO 140001:2004), que atestam a qualidade na produção de suas mídias, expostas no evento.

A Plavitec também esbaldou os interessados em vinis adesivos, apresentando diversas soluções como a PlaviBlachout (vinil branco fosco com verso preto), PlaviDigital (removível, para impressão digital), PlaviEletrostático (fixa-se por estática) e o PlaviAutomotive (fibra de carbono, para envelopamento de carro). Além disso, a fabricante expôs películas para laminação, serigrafia e recorte eletrônico

Já a Serilon levou uma série de mídias e novidades para a feira, como o New Wall, painel de parede pronto para aplicação, vendido em mais de 30 texturas, como tijolo, pedra e bambu, disponíveis em diferentes cores. Também mostrou o Falconboard (chapa de papel reciclável), o Tyvek (de polietileno), o Concrete Sign (para aplicar em pisos), o Magic Glue (mídia eletrostática), a linha de vinis para envelopamento de carros (películas cast, calandrada e laminação), entre outros substratos.

A Arlon também esteve presente com os seus tradicionais vinis promocionais (das linhas DPF 4000 e DPF 500), calandrados (DPF 4500), premium (DPF 8000 e 4600) e cast (DPF 6000). A empresa também vende lonas e filmes para laminação.

Ainda na seara dos vinis, a Triângulo Screen apresentou, além de vários acessórios para comunicação visual, as películas da Adesivos Paulista, composto por um portfólio de películas holográficas, fibra de carbono, fotoluminescentes, para comunicação visual, decoração e envelopamento automotivo.

Expositores levaram muitos substratos para diversas aplicações de comunicação visual

Expositores levaram muitos substratos para diversas aplicações de comunicação visual

A Fênix Suprimentos e a Big Suprimentos apresentaram substratos flexíveis, como lonas, vinis, tecidos e papéis, para impressão látex, UV e solvente.

A Alphaprint, além de impressoras digitais, também levou substratos flexíveis e rígidos de várias marcas como Isoforma, Oracal, Sihl, Ultraflex e tintas da Triangle.

Outra empresa a ter um estande na feira foi a American Sticker, que apresentou substratos vinílicos como lonas frontlits e backlits e diversos vinis adesivos, para impressão digital e envelopamento de carro, com acabamentos como fibra de carbono, refletivo, holográfico, jateado, entre outros.

A SP Media aproveitou a ocasião para reiterar lançamentos como tecidos de 2,5m e 3,2m de largura e tecidos perolizados, além de materiais como o vinil blockout fosco e backlit UV. A fornecedora também conta com diversas mídias para impressão digital com tinta à base de solvente, como lonas, tecidos, filmes, papéis e vinis.

A Endutex levou frontlits e backlits, além da linha de materiais Terratex, composta por substratos como canvas e polymesh que podem ser reciclados. Também exibiu a linha E-decorin, para decoração e aplicações indoor como sofá, mesa, parede, piso e teto.

A Visual Print apresentou canvas fabricadas pela norte-americana Fredix, para aplicações de fine art, giclée e reproduções artísticas e fotográficas de alta definição, compatíveis com para impressão à base d’água, solvente e UV.

Feira também foi uma boa pedida para quem procurava por substratos rígidos

Feira também foi uma boa pedida para quem procurava por substratos rígidos

Mantas magnéticas, para sinalização e aplicações publicitárias, foram apresentadas pela Flexmag. As mídias são fornecidas sem cobertura, com vinil ou adesivadas; em espessuras de 0,3; 0,4 ou 0,8mm e na largura de 62cm.

Entre as películas da Flex Polímeros, estavam filmes decorativos (que podem receber impressão), nos padrões transparente, prateado, dourado e branco, com 0,10mm de espessura e adesivo acrílico.

A distribuidora Neototal também esteve presente na feira, expondo substratos, como acrílico, ACM, PVC e vinis, de marcas como Imprimax, Scapa e Portalplast.

Na seara dos substratos rígidos, a Bold Chapas levou mídias como acrílico, policarbonato, PETG, além de colas acrílicas. Já a Alucoil exibiu chapas de alumínio e chapas compostas de dois ou mais materiais.

A distribuidora Actos compareceu à feira e apresentou mídias rígidas (como chapas de PS, PETG, PVC e acrílico) e substratos flexíveis (como vinis, lonas e mantas magnéticas).

A Belmetal também esteve no evento, com seu amplo portfólio de mídias rígidas, como ACM, Policarbonato e PVC expandido, usados em aplicações de construção civil ou comunicação visual.

Tintas digitais

Além das tintas originais (vendidas pelos fabricantes das impressoras digitia), havia muitas soluções compatíveis na feira Serigrafia Sign 2013.

A Nova Silk, por exemplo, destacou tintas ecossolvente, dispersas e UV da Jetbest, que podem ser empregadas em diversas impressoras que usam cabeças Epson, Konica, Xaar, Spectra e Ricoh.

A Gênesis, além dos tradicionais insumos para serigrafia, levou a linha de tintas para sublimação Subliplus. De fabricação própria, a novidade é compatível com impressoras que empregam cabeças Epson DX4 e DX5. A empresa também expôs a Subligen, série de tintas sublimáticas mais concentradas.

Bulk inks e tintas compatíveis foram apresentados na feira

Bulk inks e tintas compatíveis foram apresentados na feira

Já a Nutec, representada no Brasil pela Digi+, mostrou a linha TopazT21x3, composta por tintas às base de solvente, disponíveis em garrafas de 1 litro e compatíveis com alguns modelos de cabeças Spectra, Xaar, Konica Minolta e Seiko.

A Sign Supply, além de impressoras digitais e vinis adesivos, apresentou insumos das marcas Sign Plus, Prisma Ink e Manoukian. A empresa foi a campeã na categoria "Tintas para Impressoras Digitais" do Prêmio Silk & Sign.

No estande da Marabu, o visitante pôde encontrar tintas à base de solvente compatíveis com impressoras HP (DesignJet), Mimaki (JV33 e JV3), Mutoh (ValueJet), Seiko (ColorPainter) e Roland.

Já a Fremplast apresentou tintas digitais da linha Cromajet, para impressoras sublimáticas e que usam soluções à base de solvente.

Tintas UV, látex, solvente e sublimáticas estavam disponíveis aos visitantes da feira

Tintas UV, látex, solvente e sublimáticas estavam disponíveis aos visitantes da feira

Os visitantes também puderam ver no estande da Bordeaux tintas digitais à base de solvente e UV, além de insumos sublimáticos e látex da linha Eden. A marca vende tintas para impressoras Roland, Mimaki, Mutoh, Epson, HP, EFI e Agfa.

A Mizink expôs tintas e soluções compatíveis com impressoras que empregam cabeças Epson, como os insumos sublimáticos das cores CMYK, light cyan, light magenta e light black. A empresa também vende sistemas bulk ink.

A Win Brasil expôs tintas compatíveis da AIJ para impressoras HP Designjet, que usam cabeças de impressão térmicas. Também levou tintas para equipamentos Canon imagePROGRAF.

Softwares

A Caldera levou softwares específicos para birôs e gráficas digitais, como a nova versão 9.10 do RIP Caldera, além de programas como o CopyRIP , VisualRIP, GrandRIP, GrandTex e o Flow+, desenvolvido para dirigir e organizar uma empresa de comunicação visual.

Outra empresa tradicional no segmento, a SA International (SAi) esteve na feira, com um estande que apresentava as principais funções do PhotoPrint, RIP com ferramentas de design criadas especialmente para birôs e compatível com muitos modelos de impressoras digitais de grande formato.

Na seara dos programas para gestão empresarial, a Rofran apresentou software de finanças e administração comercial e industrial.

Softwares RIP e de gestão estiveram presentes na feira Serigrafia Sign 2013

Softwares RIP e de gestão estiveram presentes na feira Serigrafia Sign 2013

Já a Origem levou o Easy Sign, de gestão empresarial para comunicação visual, que possibilita o controle dos processos produtivos, além de criar ordens de serviço que permitem importar orçamentos e arquivos de imagens dos clientes.

A KSC levou o ERP GF, software com opções de cadastramento de produtos, serviços e matérias-primas, controle de ordens de serviços e trabalhos, gestão de estoque, compras, custos diretos e indiretos.

Outra empresa com estande na feira foi a WR2, que expôs o OfficeImpresso, aplicativo para controle de produção (PCP), lançamentos de ordens de serviço, gestão financeira, relatórios de processos, entre outras funcionalidades.

A Vivasys também compareceu ao evento e apresentou seu software de gestão, que permite controle de tarefas, frota e financeiro, entre outras funções.

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Envelopamento cromado em carro da Stock Car

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/04/2018
Chevrolet Cruze foi totalmente cromado por vinis da Imprimax

Chevrolet Cruze foi totalmente cromado por vinis da Imprimax

Vai assistir a alguma prova da temporada 2018 da Stock Car? Então preste atenção no carro 43. Repare que a máquina da Mico's Racing foi totalmente envelopada. Isso até não seria incomum. Mas é, e por um motivo especial: o carro foi todo adesivado por vinis cromados.

Quem concebeu o projeto foi Márcio Vaccarelli Rangel. Com 26 anos de estrada, o adesivador conhecido como Paulista levou o plano ao dono da equipe Mico's Racing, que prontamente aprovou a ideia de competir com um veículo cromado durante a temporada 2018 da Stock Car.

Depois do acertado entre envelopador e proprietário, foi a vez da Imprimax de entrar no projeto. A empresa forneceu 26 metros quadrados de vinil adesivo cromo azul-marinho fosco, que foram aplicados por Rangel e mais um profissional durante dois dias de trabalho.

O filme de alta performance e cola acrílica reposicionável foi aplicado sobre um modelo Chevrolet Cruze. Mas não sem dificuldades. Como a superfície do veículo é composta por fibra de vidro e tem muitas curvas e acabamentos, as instalações exigiram mais zelo, sobretudo na hora de esticar o filme, pois sem o devido cuidado ele poderia manchar e inviabilizar o projeto. Além disso, foi necessário retirar e adesivar as peças reserva para, em seguida, cobrir as pelas principais. E só então colocam-se as peças reserva em seus locais de origem.

Adesivador oficial da Imprimax, Rangel fez (e ministra) treinamentos sobre técnicas de adesivação. Para executar um envelopamento sofisticado como o realizado para a Mico's Racing, o envelopador recomenda experiência e habilidades refinadas durante anos de trabalho: “Para um projeto grande assim, tem que ter confiança”.

A Mico's Racing estreou no automobilismo brasileiro em 2010. Seu proprietário, Mico, havia iniciado sua trajetória na competição em 1997, em que atuou por 13 anos como engenheiro, até montar a sua própria equipe.

Assista ao veículo cromado da Mico's Racing em ação: