Como escolher o papel transfer: adesivo, inkjet, laser ou sublimático

Por Jimmy Lamb em 30/01/2013

Quando se fala em transferência térmica, o papel transfer desempenha uma função chave nesse processo. E a combinação errada entre o substrato e a tinta pode culminar em verdadeiros desastres. Portanto, para obter resultados de excelência, utilize corretamente esses materiais. A seguir, conheça os papéis transfer, saiba aplicá-los, evite erros e melhore os processos usados por você.

      Saiba mais sobre sublimação:

 

Entenda o processo

O papel não é um componente isolado: ele faz uma combinação (que deve ser apropriada) com a tinta, o perfil de cor e a impressora. E as características desses substratos mudam conforme as particularidades dos demais elementos do processo. Portanto, há uma grande variedade de papéis disponíveis hoje no mercado. A despeito disso, eles podem ser divididos em dois grupos: adesivo e transportador. Veja a seguir as diferenças entre eles.

Papel transfer adesivo (ou aplicações superficiais)

Material que possui uma película adesiva sensível ao calor. Ela recebe a impressão para que, depois, seja aplicada na superfície da peça de roupa, por meio de uma prensa térmica. Trata-se de um processo que “solda” a película à superfície do substrato. Essa é a velha maneira de se fazer transfer. É como aplicar um emblema.

Nesse processo, é essencial que o excesso de papel/adesivo seja cortado de modo que apenas a imagem (e seus contornos) fique na transferência. Assim, uma plotter de recorte é bastante recomendável para qualquer empresa que esteja planejando produzir grandes volumes.

Esses transfers, antigamente, não davam bons resultados de resolução e duração das imagens transferidas. Depois de poucas lavagens, elas começavam a rachar e descascar da camiseta. Mas os materiais atuais dão resultados muito melhores.

Uma das vantagens do transfer adesivo é que ele é branco, então você pode imprimir a imagem (em CMYK), deixando as áreas vazadas na arte, para que a cor de fundo (o branco) do papel surja na transferência.

Observação: nem todos os adesivos trabalham bem com todos os tipos de tecidos. Consulte sempre o fornecedor sobre as características de desemprenho do transfer.

Para cada tipo de impressora, existe uma papel transfer mais adequado

Para cada tipo de impressora, existe uma papel transfer mais adequado

Papel transfer transportador (intermediário)

Esse substrato recebe uma camada de tinta que depois será transferida, por meio de uma prensa térmica, para outro material (geralmente, tecido). Em suma: esse papel serve de intermediário para o transporte da tinta. Ao término do processo, ele é removido e descartado. Os papéis transfer transportadores são classificados em três grupos (cada qual para uma função, e não intercambiáveis): inkjet (a jato de tinta), laser (toner) e sublimático. Veja a seguir a diferença entre eles:

Papel transfer (para impressão) inkjet

Desenvolvido para uso em impressoras a jato de tinta (de mesa, desktop de pequenos formatos). As tintas que vêm nesses equipamentos são fabricadas para papéis de impressão, e não para estamparia de tecidos. Portanto, atente-se a esse detalhe, e empregue as tintas apropriadas para estampar peças têxteis.

Os papéis inkjet geralmente possuem várias camadas. A superior tem a função de “gerenciamento de tinta” e é composta de polímeros microporosos, que recebem e encapsulam a tinta, preservando os pontos que compõem a imagem e protegendo-a contra a umidade. Logo abaixo, ficam as camadas de ligação, compostas por um material termoplástico que promove a adesão da tinta durante a prensagem. Já a próxima camada garante que a tinta e os elementos de ligação sejam desprendidos do papel, de modo que ele possa ser removido e descartado ao término do processo.

Em função dos agentes de ligação contidos no papel inkjet, toda a superfície dele (não somente a área impressa) acaba sendo transferida para a peça de roupa. Isso gera o que é conhecido como “transfer de janela”. Ou seja, no tecido, aparecem traços visíveis de áreas que, na verdade, não foram impressas no papel.

Com peças de roupa brancas, simples ajustes de temperatura, tempo e pressão (na prensa) podem tornar esse efeito imperceptível, mas em roupas coloridas, pode não ser possível elimina-lo. Para evitar que isso ocorra, muitos profissionais cortam o papel transfer, retirando as áreas sem imagem.

Inkjet, sublimático ou laser: procure sempre comprá-los em fornecedores confiáveis

Inkjet, sublimático ou laser: procure sempre comprar papéis de fornecedores confiáveis

Papel transfer (para impressão) laser

Apesar de parecer com o papel inkjet, o laser é bem diferente em relação ao que contém abaixo da camada superficial. Na impressão laser, muito calor é gerado. Esse é um problema para o papel.  Além disso, há diferentes toners no mercado. Razão pela qual recomenda-se fazer testes prévios entre os sistemas de impressão e os papéis, a fim de encontrar a melhor combinação entre eles.

Ao contrário do inkjet, em que a tinta fica encapsulada, a película de toner fica apenas na superfície papel. Mas os agentes de desprendimento (destaque) também são usados.

Assim como o papel inkjet, toda a área (além da imagem) é transferida para o substrato. Mas você pode cortar as áreas em excesso. Alguns fabricantes, no entanto, oferecem um papel especial com o qual apenas a imagem (o toner, na verdade) é transferida, e não a superfície toda.

Papéis toner possuem agentes de ligação quimicamente compatíveis com as fibras do tecido. E eles geralmente funcionam bem para o algodão e misturas de algodão. Eles podem até trabalhar com o poliéster, mas os resultados de cor e vida útil podem não ser os melhores. Sempre verifique isso com o fornecedor do material.

Papel transfer para sublimação

Usado para receber tinta sublimática de impressoras a jato de tinta (inkjet). As propriedades químicas dessa tinta (que é feita de corante) são radicalmente diferentes das pigmentadas. Portanto, o papel é especialmente desenvolvido para o processo de sublimação.

Enquanto a tinta inkjet padrão usa agentes de ligação para que fique retida na superfície do tecido, a tinta sublimática penetra, liga-se e colore as fibras do tecido. Isto é, ela fica impregnada. Portanto, em função dessa particularidade, não é necessário usar agentes de ligação. Assim, o papel para sublimação é composto por uma camada de polímeros combinada com agentes de destaque (release).

Ao contrário dos papéis inkjet e laser, por não ter agentes de ligação, nem toda a superfície do papel sublimática acaba sendo transferida. A tinta sublimática simplesmente transforma-se em gás durante a prensagem, e depois solidifica-se, penetrando nas fibras de polímero do substrato.

Existe um novo papel sublimático, vendido apenas em bobinas, que possui um adesivo muito leve em sua superfície; ideal para prevenir o efeito fantasma (que acontece quando o papel se movimenta na hora da prensagem). Para aqueles que não podem imprimir em materiais em forma de bobina, há uma opção do adesivo em forma de spray.

Vale lembrar que as diversas marcas de papéis sublimáticos usam diferentes receitas de fabricação. Explore as opções no mercado. Não se concentre em custo. Procure produtos que garantam a reprodução de imagens de alta qualidade. E lembre-se: corantes de sublimação trabalham apenas com fibras sintéticas.

Na sublimação, para obter o melhor resultado de cor, utilize papel transfer sublimático

Na sublimação, para obter o melhor resultado de cor, utilize papel transfer sublimático

Na hora de comprar

Quando você for comprar papéis transfer, comece consultando os fornecedores dos equipamentos usados na sua empresa. Eles têm conhecimento para mostrar as melhores opções.

Atenção: alguns papéis podem parecer profissionais, mas não têm essa qualidade. Portanto, concentre-se nas marcas e fornecedores conceituados.

Se você pretende produzir trabalhos de qualidade, não faça economia porca na hora de comprar tintas e papéis transfer.

Dê atenção a todos os elementos da produção (tintas, papéis, impressoras e tecidos) para obter resultados de alta qualidade. E nunca sacrifique a qualidade para economizar alguns poucos centavos. É preciso usar material de alto nível para fazer produtos de alto nível.

 

Sobre o autor: Jimmy Lamb escreve e palestra sobre sublimação e impressão em tecidos mundo afora. Tem mais de 20 anos de experiência no negócio de vestuário e decoração. Atualmente, é o gerente de comunicação na Sawgrass Technologies.
 
Esse artigo técnico foi cedido, com exclusividade, pela Sawgrass ao portal InfoSign, que traduziu e adaptou o texto.
 



Mutoh lança concurso de skins para impressora

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 03/12/2012

impressora mutoh adesivada

Crie uma capa para a sua impressora Mutoh e participe do concurso de skins que a fabricante está promovendo

A fabricante Mutoh está promovendo uma competição de skins. Patrocinada pela The Bad Wrap, a ideia é fazer com que designers e impressores criem "capas" divertidas e criativas para os modelos de equipamento da empresa (Mutoh).

As inscrições podem ser feitas até 1º de março de 2013 pelo próprio site da fabricante. Para participar, basta preencher o formulário específico e enviar um projeto próprio. Há algumas regras:

  • O skin não pode conter imagens ou frases consideradas inapropriadas;
  • Seguir todos os parâmetros apresentados no formulário de inscrição;
  • Serão aceitados vários skins de uma mesmo participante;
  • Somente impressoras Mutoh devidamente envelopadas com o skin serão qualificadas;
  • Todos os desenhos submetidos ao concurso passarão a ser propriedade da Mutoh America.

O julgamento será baseado em criatividade, ajuste e acabamento do envelopamento.

Os três primeiros colocados serão premiados. O primeiro terá seu projeto apresentado durante a Expo ISA 2013, em Las Vegas. Além disso, será incluído nas propagandas da marca. E não para por aí: o campeão também leva um tablet Wacom Cintq 21UX Graphics (no valor de 1.999 dólares) e um vale da Bad Wrap (avaliado em 2.499 dólares). Os segundo e terceiro lugares recebem um kit da Mutoh com 220ml de tintas e um ano como membro da Bad Wrap. Participe!

Fonte: Mutoh. Texto: InfoSign



Cobertura Fespa Brasil 2016 – Parte 1: Impressoras digitais

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/04/2016
Evento foi marcado pela forte presença de impressoras digitais para estamparia têxtil

Evento foi marcado pela forte presença de impressoras digitais para estamparia têxtil

A edição de 2015 da Fespa Brasil havia deixado um sinal claro e indelével: a impressão digital têxtil estava em franca ascensão no mercado brasileiro. Novos fornecedores, equipamentos e tecnologias chegavam para tomar espaço de processos consolidados, como a impressão solvente, e para ser uma presença cada vez mais cativa em segmentos ainda pouco explorados pela impressão inkjet de grande formato, como a indústria de fabricação de tecidos.

Um ano depois, na Fespa Brasil 2016, que ocorreu entre os dias 6 e 9 de abril, o potencial auspicioso parece estar se concretizando. Isso foi demonstrado pela copiosa presença de equipamentos e materiais para estamparia têxtil digital exibida durante a feira. Dessa pluralidade fazem parte as já conhecidas tecnologias de impressão sublimática e, em menor medida, a UV e a látex, cujos sistemas são adaptados também para imprimir em determinados tipos de tecidos para sinalização e decoração.

Há também as tecnologias de impressão direta que empregam tintas reativas, dispersas, ácidas ou pigmentadas. Embora mais abundantes, esses sistemas de impressão de grande formato podem ser considerados basicamente incipientes no país. São indicados a grandes indústrias têxteis e requerem investimentos igualmente proporcionais. Também exigem o domínio de técnicas e processos auxiliares relativamente complexos de pré e pós-tratamento. Mas se essas características significam certas barreiras para a adoção da tecnologia, é possível perceber que ela ainda tem muito a se desenvolver e evoluir. Ou seja, há potencial e muito espaço para trabalhar. Portanto, podemos esperar muitos desdobramentos relativos à impressão digital têxtil.

Para você que visitou a feira ou para quem não conseguiu prestigiar o evento, o InfoSign, veículo parceiro da Fespa Brasil, preparou uma cobertura completa, dividida em seções, a começar por esta, que trata especialmente de impressoras de grande formato.

Impressão têxtil (direta e sublimática)

A Sign Supply investiu em uma divisão têxtil, a Digitex, para prover soluções específicas para o mercado de tecidos. Entre as iniciativas do novo braço da empresa está a distribuição de impressoras sublimáticas da DGI, como a HS FTII e a FT-1604X. A primeira tem 1,8m de largura, ao passo que a segunda apresenta largura de 1,6m.

Além de expor impressoras UV, a Mimaki apresentou suas principais impressoras sublimáticas da linha JV, que contempla o modelo JV300, capaz de trabalhar na velocidade máxima de 112,5m²/h. A Mimaki também foi representada por distribuidores como a TS2, que esteve na Fespa Brasil 2016 para exibir soluções da fabricante japonesa e outras marcas.

Fabricante, a J-Teck também esteve presente na feira para apresentar seu portfólio de produtos têxteis, entre eles a linha de insumos sublimáticos com cores fluorescentes. No estande da empresa, o visitante também pôde conferir a impressora Papyrus, fabricada pela D.gen, parceira da J-Teck no Brasil.

Impressora sublimática da D.gen, no estande da J-Teck

Embora tenha apresentado impressoras digitais de tecnologias variadas, a Roland DG destacou em seu estante dois novos modelos sublimáticos da nova série Texart, o RT-640 e o XT-640. A primeira pode trabalhar na velocidade de 48m²/h, em 4 cores. Já a XT-640 é mais produtiva e pode imprimir na velocidade de até 102m²/h, em 4 cores. Os dois equipamentos podem empregar tintas light, laranja e violeta, para aumentar a gama de cores reproduzíveis.

Além de apresentar um de seus principais modelos de impressoras sublimáticas, a Metalnox lançou na Fespa Brasil 2016 a prensa térmica 12000 Smart, modelo semiautomático com sobreposição de bandejas de 70cm x 110cm, no qual é possível obter uma redução de layout de até 30%.

Especializada em prover soluções para o mercado têxtil, a distribuidora Global Química apresentou na Fespa Brasil 2016 produtos de diversas marcas, como as tintas Xennia e Sensient e as impressoras da Epson. A empresa também apresentou materiais usados para sofisticação, como foils, glitters e pastas especiais.

Roland lançou duas impressoras sublimáticas na Fespa Brasil 2016

A EFI, que adquiriu recentemente a Reggiani, fabricante de equipamentos para estamparia têxtil, apresentou a ReNOIR Next, impressora industrial de entrada que pode ser alimentada por papel ou tecidos. Com o modelo de 3,4m de largura, é possível trabalhar na velocidade de até 440m²/h, em resolução de 150 x 600dpi.

Embora não tenha instalado em seu estande nenhuma impressora, a SPGPrints esteve presente na feira para mostrar suas soluções têxteis. Além de equipamentos, a empresa fornece tintas da marca Nebula, composta por insumos sublimáticos, reativos e dispersos compatíveis com cabeças Kyocera.

A fabricante italiana MS Printing esteve novamente na Fespa Brasil e destacou a MS JP4, impressora com sistema rolo a rolo e largura de 1,8m. O equipamento pode trabalhar na velocidade máxima de 180m2/h e resolução de 600dpi.

EFI mostrou ao público brasileiro a tecnologia de impressão têxtil da Reggiani

A Dystar foi outra fornecedora de tintas têxteis presente na Fespa Brasil 2016. Com sede em Cingapura, a empresa apresentou ao público brasileiro a série Jettex, composta por insumos para impressão sublimática e direta (reativa, ácida e dispersa).

Outra fabricante presente na exposição foi a Swiss Performance Chemicals. Com base na Suíça, a empresa desenvolve e produz insumos para sublimação e impressão direta. Além disso, provê soluções para preparação e acabamento de tecidos.

Além de assistência técnica especializada em equipamentos de grande formato, a Fix Impressoras vende a série de tintas sublimáticas Royal, demonstradas na exposição. Os insumos são compatíveis com cabeças Epson DX.

Além do modelo Epson F2000 no estande da Global Química, algumas outras impressoras garment, usadas para estampar camisetas, também foram expostas, como a Tex Pro, no estande da IGS.

Impressão UV

Dona de um amplo portfólio de equipamentos, a Mimaki destacou na feira a SIJ-320UV, impressora UV LED rolo a rolo com largura de 3,2m. A máquina é indicada para produção volumosa de materiais para comunicação visual.

Mimaki SIJ-320UV é indicada para imprimir materiais flexíveis

No estande da Ampla, fabricante nacional, o destaque ficou por conta da New Targa XT LED UV, impressora que tem entre seus recursos a AmplaSmart, tecnologia para monitoramento em tempo real das principais operações do equipamento. A máquina também apresenta o sistema AntiReverse, desenvolvido para dar maior estabilidade na alimentação das mídias. A Ampla também esteve presente no estande da VinilSul, onde uma unidade da New Targa XT Solvente havia sido instalada.

A VinilSul também apresentou, em parceria com a Durst, a Rho P10 160, impressora UV que emprega 10 cabeças de impressão e pode trabalhar com mídias rígidas ou flexíveis em velocidade de até 100m²/h.

Além de diversas soluções para sinalização e comunicação visual, a Akad exibiu a NovaJet UV M6, que emprega cabeças Ricoh Gen5. Plana, a máquina tem área de impressão de 2,5m x 1,22m e pode trabalhar com opcionais como tinta branca e verniz.

Impressora plana NovaJet UV M6 esteve no estande da Akad

No estande da Alphaprint o destaque ficou por conta da EFI H1625 LED, uma impressora híbrida de produção de nível médio. Além do padrão CMYK, a máquina trabalha com tinta branca para estampar mídias substratos flexíveis e rígidos de até 165cm de largura e 5cm de espessura.

A BR Group veio para a feira com um portfólio composto por impressoras ecossolvente, solvente, sublimática e UV. O lançamento da empresa para a Fespa Brasil 2016 foi a Jet Slim, impressora UV LED de entrada, com sistema rolo a rolo, largura de 1,6 ou 1,8m e conjunto de quatro cores (CMYK).

Já a Triangle, parceira da BR Group, também apresentou seu portfólio de tintas, entre as quais a ESC (ecossolvente compatível com a linha Epson SureColor), a ESD (ecossolvente compatível com cabeças de impressão Epson DX) e a FUS (UV para diversos modelos de impressoras de grande formato).

A Mutoh esteve presente na feira com estande próprio e também com a parceira Sign Supply. Entre os destaques da fabricante esteve a VJ 426, impressora UV de mesa indicada para estampar objetos promocionais, embalagens e peças diversas de sinalização.

Ampla expôs sua tecnologia de impressão UV rolo a rolo

Impressão látex

A impressão látex foi representada pela HP. No estande da fabricante, o visitante pôde conferir a linha HP Latex 300, terceira geração da tecnologia fabricada pela empresa. Três modelos compõem a série. A HP Latex 310 tem largura de 1,37m e trabalha na velocidade máxima de 48m²/h. Já a HP Latex 330 é maior, com 1,62m, e pode produzir a 50m²/h. O modelo mais avançado da família é o HP Latex 360, cuja velocidade máxima é de 91m²/h e acompanha eixo de recolhimento.

Toda linha Látex 300 foi apresentada no estande da HP

Impressão solvente

A grande novidade da Fespa Brasil 2016 na categoria de impressoras ecossolvente foi a SureColor S40600, da Epson, que embora não tenha participado com estande próprio, foi representada por expositores como a VinilSul e a T&C. A S40600 apresenta largura de 1,6m e emprega quatro cores e uma cabeça de impressão PrecisionCore. A máquina pode trabalhar na velocidade máxima de 58m2/h ou na resolução máxima de 1.440dpi.

Parceiros da Epson mostraram em primeira mão ao público brasileiro a SureColor S40600

A Glitter também aproveitou a feira para mostrar sua impressora solvente recém-lançada, a GEPF1927. Com largura de impressão de 1,9m, o equipamento pode empregar uma ou duas cabeças Epson DX. A empresa também tem em seu portfólio impressoras UV e sublimáticas, além de prensas térmicas e máquinas a laser.

Outra fornecedora de impressoras solvente presente na Fespa Brasil 2016 foi a Imprimiprinter, cujo catálogo é composto pelos modelos Jet Printer 16W1 e Jet Printer 18W1. As máquinas podem opcionalmente utilizar tintas sublimáticas.