Durst lança impressora Rho 2500

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/11/2019
Equipamento modular pode receber upgrades

Equipamento modular pode receber upgrades

A fabricante Durst anunciou a nova Rho 2500, impressora inkjet UV para o segmento de comunicação visual.

Com tecnologia baseada na Rho série 1300, a Rho 2500 vem com design modular com três configurações (S, M e L), que pode receber upgrades a qualquer momento.

Com cabeças Variodrop de 8 picolitros e até seis cores de tinta, a máquina trabalha com a resolução de 1.000 x 800dpi e pode rodar na velocidade de até até 1.200m2/h.

Além de imprimir simultaneamente duas placas com registro frente e verso, o equipamento pode ser configurado com sistema de automação ¾ ou totalmente automático, em que o carregamento do substrato não precisa ser feito por um operador.

Outras funções da Rho 2500 são a identificação do nível de tintas e o monitoramento via câmera na parte externa da máquina.

A impressora também vem equipada com o software Durst Workflow Print, que otimiza e torna mais intuitivo todo o gerenciamento da máquina. Acompanha, ainda, o sistema Durst Analytics, para monitoramento remoto do status do equipamento.

Tim Saur, diretor da Durst North America, declarou: “A impressora Rho 2500 fornece um sistema modular que pode ser atualizado a qualquer momento. Os clientes também podem se beneficiar das soluções abrangentes de software Durst, para maximizar o potencial de automação e digitalização de processos”.

Fonte: Durst



CSL Digital lança impressora UV adaptada

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 15/05/2018
Durauv 1600 usa como base a impressora Roland VersaART RF-640

Durauv 1600 usa como base a impressora Roland VersaART RF-640

No Reino Unido, a CSL Digital, distribuidora de equipamentos de grandes formatos, passou a vender a Durauv 1600, impressora com tecnologia UV LED baseada na plataforma da Roland VersaART RF-640.

Finalizada após quase dois anos de pesquisa, a máquina está disponível na configuração CMYK ou com cabeças espelhadas (CMYKKYMC). Também inclui o software RIP Roland VersaWorks Dual.

A CSL Digital trabalha em colaboração com fabricantes de impressoras para desenvolver soluções técnicas personalizadas. Segundo a empresa, a crescente popularidade da tecnologia UV fica evidente no número de novas impressoras inkjet UV que foram expostas em feiras de negócios nos últimos dois anos.

Justin Atkinson, diretor técnico da CSL Digital, declarou: “A tecnologia UV oferece cura instantânea e boa durabilidade, enquanto outros tipos de tintas podem exigir tempo adicional de secagem. Como não há calor envolvido no processo de cura UV, a integridade da mídia permanece inalterada. Isso significa que a Durauv 1600 oferece a possibilidade de imprimir em um número maior de materiais”.

Fonte: CSL Digital



Razões para o crescimento da impressão de cura por radiação UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/02/2018
Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

A Smithers Pira, consultoria internacional de inteligência de mercado, publicou recentemente o estudo "The Future of Radiation Curing Print Markets to 2022", que identificou os principais desenvolvimentos tecnológicos que impulsionam a expansão da impressão de cura por radiação.

De acordo com o documento, em 2017 foram produzidas aproximadamente 1,38 trilhão de impressões A4 (um valor de 63,4 bilhões de dólares) com tintas e vernizes de cura por radiação (UV e feixe de elétrons) - um mercado que está crescendo em torno de 2 a 3% ao ano.

Os usuários estão adotando a secagem instantânea para melhorar a eficiência produtiva e explorar as novas propriedades das tintas e revestimentos. A cura por radiação não só economiza tempo em função da secagem instantânea, mas também permite aumentar a eficiência do processo como um todo.

Enquanto os volumes de impressão em gráficos estão caindo 3% ao ano (entre 2012 e 2022), os segmentos de impressão de cura por radiação estão em expansão. O volume de cura por radiação aumentará 25% em volume e 33,6% em termos de valor durante este período. Leia sobre alguns dos principais apontamentos técnicos levantados pelo estudo:

Cura UV LED

A cura UV LED emprega diodos emissores de luz que emitem uma banda estreita de UV e fornece um pico de energia ultravioleta. Ela oferece uma saída com ampla distribuição em todo o espectro eletromagnético, inclusive luz visível e radiações infravermelhas.

A cura LED gasta menos energia do que os sistemas UV de lâmpada de mercúrio de baixa energia (tópico a seguir), além de desligar instantaneamente, o que reduz o tempo de inatividade necessário para que as lâmpadas atinjam plena eficiência. Também economizam energia por curar instantaneamente a tinta impressa. A desvantagem desta tecnologia é a disponibilidade limitada de tintas adequadas e o alto custo atualmente associado a elas. No entanto, a gama de tecnologias UV LED comercialmente disponíveis está crescendo.

As empresas que usam impressoras UV LED relatam um consumo de energia até 70% menor do que os sistemas UV convencionais. Outro benefício da UV LED é o brilho da cor em função do maior teor de pigmento nas tintas.

A UV LED está crescendo para além de aplicações de nicho. Atualmente, está sendo empregada também em segmentos de maior volume.

Cura UV de baixa energia

Os métodos de cura UV estão mudando. A maior parte da secagem ultravioleta em 2017 ainda foi realizada por meio de lâmpadas de vapor de mercúrio feitas de quartzo, que gastam tempo para aquecer e oferecem potenciais riscos à saúde dos operadores e ao meio ambiente.

Já a tecnologia de cura de baixa energia não tem as mesmas limitações. Trata-se de um sistema que emprega muito menos energia do que as lâmpadas tradicionais de vapor de mercúrio e emprega lâmpadas que não emitem os comprimentos de onda UV mais curtos que geram ozônio (o que obviamente elimina a necessidade de extração de ozônio). Além disso, elas produzem menos calor residual, portanto, exigem menos refrigeração, o que reduz ainda mais o consumo de energia. É uma tecnologia que atualmente ganha espaço na Europa e América do Norte. A cura de baixa energia tem sido instalada em impressoras que empregam duas lâmpadas.

Cura por feixe de elétrons

Esta tecnologia emprega um feixe de elétrons de alta potência para desencadear a reação de polimerização de radicais livres. Uma cortina de elétrons acelerados é emitida em direção à tinta depositada na superfície do substrato. A energia é absorvida pela película impressa e o processo de cura ocorre.

O benefício desta tecnologia é a penetração de elétrons no corpo do filme de tinta, em vez de apenas em sua superfície.

Há desenvolvimentos para ampliar o uso desta tecnologia, sobretudo em impressoras flexográficas e de rotogravura. A proporção dos dispositivos que usam feixe de elétrons na cura permanece baixa, apenas 5% em 2017, e a maioria na América do Norte.

Tintas e revestimento de baixa migração

Como a cura por radiação é amplamente utilizada em embalagens para alimentos, tabaco e produtos farmacêuticos, é importante que nenhum componente dela migre da impressão para o produto, o que pode causar efeitos organolépticos. Isto é particularmente importante na embalagem de tabaco, que é higroscópico.

Odor e mancha são problemas potenciais para as empresas que impressão de embalagens. Os fabricantes estão formulando tintas de baixa migração com componentes selecionados, o que garante que a migração do filme de tinta impresso fique dentro dos limites aceitos de migração.

Tintas híbridas

Vários fabricantes de tinta estão explorando novas formulações, para ampliar a gama de aplicações UV e tintas de cura por feixe de elétrons e melhorar desempenho dos insumos no processo de impressão.

Uma vantagem significativa das tintas híbridas é que elas não são classificadas como materiais perigosos. Isso significa que os fabricantes não precisam aplicar um rótulo de químico perigoso na embalagem e, portanto, podem ser transportar as tintas de modo mais barato, ao passo que a tinta UV pode receber a classificação de perigosa e não pode ser transportada em um recipiente com mais de 25 litros.

Fonte: Fespa