Competição de envelopamento da Avery está de volta em 2021

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/09/2021
Wrap Like a King premiará 12 vencedores regionais

Wrap Like a King premiará 12 vencedores regionais

A fabricante de vinis Avery Dennison anunciou o retorno da Wrap Like A King, competição de envelopamento de veículos, que ocorre entre 1º de setembro e 31 de outubro de 2021. Com “edições locais”, o campeonato premiará 12 vencedores regionais e três, locais.

Qualquer projeto pode ser inscrito desde que tenham sidos usados os vinis da linha Avery Dennison Supreme, Conform Chrome ou MPI 1105.

Desde o 1º de setembro, os envelopadores de mais de 40 países (o Brasil não faz parte) podem enviar seus melhores projetos para a avaliação dos juízes.

Os pacotes de prêmios combinados ultrapassam 30 mil dólares. Os três vencedores continentais também serão convidados a selecionar uma instituição de caridade para receber uma doação de mil dólares em nome do vencedor.

Os juízes selecionarão 12 campeões regionais (cada um ganhando cerca de 2 mil dólares em materiais de marketing e produtos da Avery Dennison), que depois competirão na etapa “continental”: Europa, América do Norte e APAC (Austrália, Nova Zelândia, China e África do Sul). Os três vencedores continentais serão anunciados on-line no dia 26 de novembro de 2021, por meio das redes sociais da Avery.

Na última edição do Wrap Like a King, em 2019, mais de 150 instaladores participaram do desafio.

Fonte: Wrap Like a King



HP mobiliza parceiros de impressão 3D para combater a covid-19

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 02/04/2020
Protetor facial pode ser fabricado por impressoras 3D

Protetor facial pode ser fabricado por impressoras 3D

A HP e a sua comunidade internacional de impressores 3D estão se mobilizando para produzir peças essenciais no combate à pandemia de covid-19, e mais de mil peças impressas em 3D já foram entregues a hospitais.

Centros de pesquisa e desenvolvimento da HP em Barcelona, Oregon; Califórnia e Vancouver estão colaborando com parceiros em todo o mundo, em um esforço coordenado, para aumentar a produção de materiais 3D de necessidades urgentes.

A HP também está trabalhando em sincronia com agências governamentais de vários países para garantir a eficácia e a qualidade dos produtos 3D. Alguns deles são:

- Abridor de porta: maçanetas estão entre os objetos mais infestados de germes em casas, hospitais, fábricas e asilos. Este adaptador permite a abertura fácil e higiênica com o cotovelo. A peça foi projetada pelo Materialize, parceiro da Digital Manufacturing Network da HP;

- Ajustador de máscara: funcionários de hospitais são obrigados a usar máscaras por longos períodos de tempo. Este fecho foi projetado para melhorar o conforto e aliviar as dores associadas ao uso da máscara;

- Protetor facial: é um dos itens de proteção pessoal de maior necessidade. Suportes para segurar e encaixar confortavelmente o protetor no usuário são componentes impressos em 3D.

Outras aplicações estão em fase de teste e validação. Entre elas estão:

- Ventilador: peças impressas em 3D para uma máscara com válvula para ventilação de emergência. Com design simplificado, os dispositivos podem ser fabricados com rapidez;

- Máscaras faciais FFP3: é necessário um equipamento de proteção eficaz para que os médicos tratem o volume esperado de pacientes com covid-19. A HP está validando várias máscaras faciais hospitalares e espera que elas estejam disponíveis em breve. Um exemplo de máscara foi desenvolvido pelo Research Institute CIIRC CVUT, da República Tcheca.

Ajude!

A HP e seus parceiros disponibilizam livremente os arquivos de projetos validados para a produção de peças que não exigem montagem. Designers e impressores de 3D que desejam ajudar na pandemia de covid-19 podem contribuir com novas aplicações e ideias neste site.

Se você precisar de suporte no desenvolvimento de aplicativos ou desejar solicitar peças, envie sua solicitação neste link.

Abridores de porta
Ajustadores de máscara
Protetores faciais

Fonte: HP



Aplicação de vinil adesivo: a seco ou úmida

Por Eduardo Yamashita em 27/06/2015

Conheça prós e contras de cada um dos métodos de aplicação

Conheça prós e contras de cada método

Na hora de adesivar vinis, em uma parede ou ao fazer o envelopamento de carros, os profissionais de instalação e aplicação deparam-se com uma dúvida elementar: usar método úmido ou a seco?

A diferença entre eles é a presença (ou não) de água, elemento cujo objetivo é criar uma "película" entre o adesivo (cola) e a superfície. A água diminui a aderência (tack) inicial do adesivo. Isso facilita a aplicação, pois o adesivo fica com menos área de contato com a superfície.

Na aplicação úmida, é possível reposicionar o vinil até que o aplicador encontre a posição correta da película. No método a seco, como a aderência é total, não é possível fazer o reposicionamento do vinil.

Cada método tem prós e contras, resumidos a seguir:

  Vantagens    Desvantagens
Aplicação úmida
- Baixa adesão do adesivo (cola) à superfície;
- Reposicionamento total do vinil;
- Facilidade nos encaixes entre vinis.
- Adesão inicial mais demorada;
- Elevado tempo de instalação (em função da secagem da água);
- Necessário ambiente adequado para trabalhos com água;
- Limitado a superfícies planas ou curvas simples.
Aplicação a seco
- Não precisa de tempo adicional antes do acabamento;
- Poder ser usado em qualquer superfície.
- Necessário uso de fitas de posicionamento da imagem;
- Alta aderência do adesivo (cola) à superfície;
- Difícil reposionamento.

 

A seco ou úmida

Uma pergunta bastante frequente é: Qual método devo utilizar? Para obter a resposta, você vai precisar saber o tipo de superfície sobre a qual será aplicado o vinil adesivo.

O método a seco é indicado para qualquer tipo de superfície. Já o úmido é indicado apenas para superfícies planas ou com curvaturas simples.

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A pergunta seguinte é: Por quê? Porque, ao aplicar o método úmido em superfícies complexas (com curvaturas compostas e baixos relevos), não é possível remover toda a água utilizada no processo. Ou seja, o trabalho deixa resíduos entre o adesivo e a superfície, formando microbolhas de água — imperceptíveis após a aplicação.

Quando o vinil aplicado é submetido ao calor (do sol), as microbolhas levantam o vinil, que resseca com o tempo e acaba rompendo-se, causando estragos irrecuperáveis à imagem. Portanto, ao facilitar a aplicação, corre-se o risco de prejudicar todo o trabalho.

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Texto originalmente publicado com exclusividade no InfoSign, no dia 27 de junho de 2013. Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis, envelopamentos de carro e comunicação visual.