Colacril faz 30 anos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 26/10/2014

A história da fabricante começou em 1984, com uma pequena linha de produção de adesivos, em Ribeirão Preto, SP

A história da fabricante começou em 1984, com uma pequena linha de produção de adesivos, em Ribeirão Preto, SP

A Colacril, fabricante de películas autoadesivas, comemora 30 anos. Uma das maiores indústrias latino-americanas do ramo, a empresa atende ao mercado nacional e exporta materiais para diversos países da América da Sul.

No portfólio da fabricante estão produtos empregados em aplicações diversas, como placas de estradas, selos dos Correios e caixas de embarque com código de barras.

A história da Colacril começou em 1984, com uma pequena linha de produção de adesivos, em Ribeirão Preto, São Paulo. Quatro anos depois, a empresa cresceu e mudou-se para Barueri, São Paulo, em uma planta com 4 mil metros quadrados de área. Em 1999, ocorreu a inauguração da unidade industrial em Campo Mourão, Paraná, numa área de 65 mil metros quadrados.

Atualmente, a Colacril Auto Adesivos Paraná faz parte da CCRR Participações, grupo que engloba as marcas RR Etiquetas (de etiquetas autoadesivas), Identify Brasil (de sistemas para RFID) e CCRR Bobinas (de bobinas térmicas ECF/PDV).

Fonte: Colacril



Roland DG adota medidas internas de conscientização ambiental

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 28/10/2019
Conduta é exemplar no segmento

Conduta é exemplar no segmento

Das razões para evitar o uso de copos descartáveis destacam-se a demora na decomposição, o desperdício de água e os danos ao meio ambiente. Além disso, a maioria deles não passa por reciclagem – assim como a maior parte do lixo produzido no Brasil. No país, apenas 13% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados, enquanto que em nações como Alemanha e Japão, o número sobe para cerca de 60%.

Por ter consciência dessa realidade, os colaboradores da Roland DG Brasil, fornecedora de plotters e impressoras digitais, vêm adotando ações de conscientização. São medidas simples, como dar garrafinhas e canecas aos funcionários para evitar o uso do copo plástico ou doar uniformes antigos para uma empresa de reciclagem.

Anderson Clayton, vice-presidente no Brasil da Roland DG, declarou: “A questão é o que você pode fazer tanto para a sua qualidade de vida quanto para o meio ambiente. Essa é a nossa preocupação, bem como incentivar mudanças de hábitos. Quanto à doação de roupas, é uma maneira, ainda que um grão de areia nesse oceano, de contribuir para reduzir a geração de lixo e ao mesmo tempo apoiar iniciativas que diminuam o desemprego e possam beneficiar toda a comunidade”.

Fonte: Roland DG Brasil

Tags: Roland DG,


Epson inaugura showroom de soluções têxteis no Brasil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/02/2020
É o primeiro Centro de Soluções da Epson na América Latina

É o primeiro Centro de Soluções da Epson na América Latina

A fabricante Epson inaugurou em Barueri (SP) um showroom totalmente dedicado às suas tecnologias de estamparia digital têxtil. O Centro de Soluções (Solutions Center), que pode ser visitado por qualquer profissional interessado nos produtos da marca, está atualmente equipado com impressoras industriais (Monna Lisa Evo Tre 16), sublimáticas (SureColor F9370) e DTG (SureColor F2100 e F3070).

Fábio Neves, presidente da Epson do Brasil, declarou: “O Brasil é um dos principais atores da indústria têxtil mundial. Produzimos desde a fibra até o produto final manufaturado. Foi com base neste mercado que a Epson desenvolveu as suas tecnologias de sublimação. Por isso, o país foi escolhido para sediar o primeiro Solutions Center da América Latina. Ele é um exemplo de como podemos fazer mais com menos, sem deixar de lado as questões ambientais. É tudo o que o empresário precisa, somado a um rápido retorno de investimento”.

Além de impressoras DTG e sublimáticas, o showroom acomoda máquinas de porte industrial

Outro objetivo do Centro de Soluções é apresentar a todos os segmentos do mercado têxtil as inovações dos maquinários da Epson e impulsionar a digitalização e a sustentabilidade nos processos de estamparia. Para tanto, ele mostra que, em apenas 200m², é possível estampar 20 mil e 200 mil m² de tecido por mês. Em comparação, uma estamparia analógica precisaria de um espaço dez vezes maior para produzir a mesma quantidade.

De acordo com a ONU, a indústria da moda é o segundo setor econômico que mais consome água e produz cerca de 20% das águas residuais do mundo. O Brasil, segundo a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), tem a maior cadeia têxtil do Ocidente e é um dos setores que mais emprega no país: são 1,5 milhão de empregados diretos e quase 8 milhões de indiretos.

No Centro de Soluções Epson, o visitante depara com diversas impressoras e aplicações têxteis

Fonte: Epson Brasil