Colacril faz 30 anos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 26/10/2014

A história da fabricante começou em 1984, com uma pequena linha de produção de adesivos, em Ribeirão Preto, SP

A história da fabricante começou em 1984, com uma pequena linha de produção de adesivos, em Ribeirão Preto, SP

A Colacril, fabricante de películas autoadesivas, comemora 30 anos. Uma das maiores indústrias latino-americanas do ramo, a empresa atende ao mercado nacional e exporta materiais para diversos países da América da Sul.

No portfólio da fabricante estão produtos empregados em aplicações diversas, como placas de estradas, selos dos Correios e caixas de embarque com código de barras.

A história da Colacril começou em 1984, com uma pequena linha de produção de adesivos, em Ribeirão Preto, São Paulo. Quatro anos depois, a empresa cresceu e mudou-se para Barueri, São Paulo, em uma planta com 4 mil metros quadrados de área. Em 1999, ocorreu a inauguração da unidade industrial em Campo Mourão, Paraná, numa área de 65 mil metros quadrados.

Atualmente, a Colacril Auto Adesivos Paraná faz parte da CCRR Participações, grupo que engloba as marcas RR Etiquetas (de etiquetas autoadesivas), Identify Brasil (de sistemas para RFID) e CCRR Bobinas (de bobinas térmicas ECF/PDV).

Fonte: Colacril



Como resolver problemas na sublimação – Parte 3: Prensagem

Por João Leodonio em 17/11/2017
Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas encontradas na prensagem

Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas encontradas na prensagem

Além de conhecer e sanar eventuais problemas de impressão e de pré-impressão, saiba como evitar falhas na prensagem na produção de estampas sublimadas.

Problema: imagem lavada

Imagens lavadas são causadas por tecidos com algodão. Quanto mais algodão, maior o efeito de “lavado” (sem definição).

Recomendação: usar tecidos cuja composição seja totalmente de poliéster ou poliéster com pouco elastano. Apenas em último caso devem ser usados tecidos com algodão. Saiba que, quanto mais poliéster, melhor será definição da imagem. Realize sempre testes antes de comprar o tecido.

Realize teste e use o tecido correto para evitar problemas de definição de imagem

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Problema: sombra

As sombras são muito comuns em tecidos que encolhem. Esse problema acontece em todo o tipo de impressão, mas fica mais evidente em cores chapadas e áreas pequenas, como textos ou contornos, em que aparecem sombras provenientes do arrasto do encolhimento do tecido.

Recomendação: testar o tecido antes da compra. No momento da prensagem, fazer um pré-encolhimento com a mesma temperatura da prensagem por, no máximo, oito segundos e sem estampa - apenas para que o tecido encolha. Em seguida, prensar normalmente. Esse procedimento praticamente elimina as sombras ou dublagem por encolhimento.

Realize o pré-encolhimento do tecido para evitar as sombras na imagem

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Problemas de prensa: falta de imagem nos cantos e manchas brancas e de tintas

Um dos problemas mais graves na prensagem, o surgimento de manchas nos tecidos pode gerar grandes perdas financeiras. Em muitos casos, a empresa que prensa esconde as manchas, e o cliente só toma conhecimento delas quando volta da costura, o que aumenta mais ainda os prejuízos. São comuns manchas coloridas como se fossem tinta borrifada no tecido. Quando o papel é menor que a peça, pode surgir uma espécie de moldura colorida (efeito “moldura”) na área onde termina o papel.

Recomendação: limpar constante a prensa e trocar a proteção que fica abaixo do tecido (na hora da prensagem). A limpeza deverá ser feita com etanol (combustível) quando a prensa estiver fria ou com limpador doméstico com a prensa quente (limpeza pesada). Antes de ligar a prensa, realize a limpeza com etanol, sempre movimentado o pano de dentro para fora (nunca de forma circular), até que toda tinta seja eliminada. Também deve-se limpar todos os cantos da chapa onde encontra-se a resistência. O pano pode ser lavado e reutilizado durante a limpeza.

Já o efeito “moldura” pode ser um problema gerado pelo refile do papel (faca da guilhotina suja). Para evitá-lo, recomenda-se recortar toda a borda do papel. Avalie, também, se não há excesso de pressão. Nesse caso, recomenda-se diminuir a pressão, sem prejuízo para a qualidade do serviço.

O efeito “moldura” ocorre quando o papel é menor que a peça

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Problema: falha da imagem

É um problema quase sempre causado pela má preparação da prensa. Portanto, a prensa tem de estar corretamente preparada. Caso contrário, as manchas brancas serão recorrentes.

Recomendação: na base da prensa, utilizar borracha siliconada ou espuma preta com densidade 28. Acima, colocar uma malha branca e, sobre ela, um papel kraft de 300g/m2. Em cima de todos esses materiais, inserir o tecido que será sublimado. Além disso, deve-se verificar a pressão ideal, testando com tecido branco e papel com impressão chapada (de preferência, preto), pois assim regula-se a pressão em todas as áreas da prensa.

Mantenha a prensa em condições ideias para evitar manchas

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Problema: quebra de prensa

Muitas empresas adquirem uma prensa sem testar antes a qualidade e a capacidade operacional do equipamento. Cuidado com as marcas (nacionais ou importadas) que não estão preparadas para fornecer um bom serviço de pós-venda e assistência técnica. Há, ainda, casos em que leigos tentam montar as suas próprias prensas, na expectativa de gastar menos dinheiro. Os resultados dessa “economia porca” são previsíveis.

Recomendação: pesquisar e fazer a relação custo x benefício. Considerar que nem sempre o mais barato (ou o mais caro) é a melhor opção. Sobre prensas importadas, é preciso frisar: existem muitas revendas que prometem manutenção no pós-venda. Nesse caso, é preciso tomar muito cuidado, pois o problema se torna crítico quando o equipamento quebra, e o fornecedor não tem condições de ajudar na manutenção, por falta de peças de reposição, habilidade ou pessoal técnico.

 

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático

 



Xaar passa a atuar na área de impressão 3D

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 19/12/2016
Fabricante montou novo centro de pesquisa e equipe dedicada aos negócios de impressão 3D

Fabricante montou novo centro de pesquisa e equipe dedicada aos negócios de impressão 3D

A Xaar, fabricante de cabeças inkjet, anunciou o centro Xaar 3D, com base em Nottingham, Reino Unido. Trata-se de uma nova instalação, que será inaugurada em janeiro de 2017 e fornecerá equipamentos de impressão 3D. A equipe dedicada ao segmento será liderada pelo professor Neil Hopkinson.

Hopkinson, que inventou a tecnologia High Speed Sintering (HSS), juntou-se a Xaar em março de 2016 para desenvolver os negócios de impressão 3D da empresa. A HSS emprega cabeças inkjet e aquecedores infravermelhos na fabricação, em altas velocidades, de produtos de materiais com base de pó de polímero. Segundo a Xaar, é uma tecnologia indicada para empresas que procuram usar impressão 3D.

Desde que se juntou à Xaar, Hopkinson tem montado sua equipe, contratando gerentes de projeto. O time de Nottingham se concentrará no desenvolvimento de materiais e aplicações. Além disso, um grupo de engenheiros que trabalham em Copenhague, na Dinamarca, fornecerá informações sobre desenvolvimento de projetos e processos, para ajudar a Xaar a comercializar equipamentos com tecnologia HSS.

Doug Edwards, CEO da Xaar, declarou: “A impressão 3D é parte importante dos nossos planos para aumentar as vendas da empresa para 220 milhões de livras até 2020. Nossos investimentos nas equipes de Nottingham e Copenhague expandirão significativamente nossa capacidade neste setor, permitindo-nos alcançar nossos planos de crescimento”.

Fonte: Xaar