Avery lança soluções adesivas para customização e proteção de veículos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 21/06/2018
Linhas de películas AWF e SPF-XI são indicadas para agregar conforto aos veículos

Linhas de películas AWF e SPF-XI são indicadas para agregar conforto aos veículos

A fabricante Avery Dennison anunciou o lançamento de duas séries de películas adesivas de janelas, para aumentar o conforto e a segurança de veículos. Uma das linhas é a Supreme Protection Film XI (SPF-XI), composta por filmes de poliuretano termoplástico ultraclaros fáceis de aplicar. Os materiais oferecem proteção e resistem a danos causados por lascas de pedra, detritos de estrada, manchas de insetos e intempéries. Os filmes também melhoram a estética dos veículos.

A outra série lançada é Automotive Window Film (AWF), composta por películas de janela indicadas para customizar e promover melhorias de segurança e proteção contra calor e brilho. Os filmes usam nanotecnologia para reduzir o calor. Segundo a empresa, a transmissão de luz varia de 5 a 50%, com 99% de bloqueio UV e até 94% de redução de reflexo. Doze filmes diferentes, disponível em três larguras, oferecem diferentes níveis de custo e desempenho.

Oliver Guenther, diretor de marketing da Avery Dennison, declarou: “Há diversos tipos de materiais nos portfólios de películas de janela de veículos. Isso significa que, qualquer que seja a estética e o nível de transmissão de luz desejados, um desses filmes certamente será uma boa escolha”.

Fonte: Avery Dennison



Tintas da swissQprint recebem certificação Greenguard Gold

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 18/11/2019
Certificação garante que tintas podem ser usadas em ambientes como escolas e hospitais

Certificação garante que tintas podem ser usadas em ambientes como escolas e hospitais

As tintas UV vendidas pela swissQprint, fabricante europeia de impressoras digitais, receberam as certificações Greenguard e Greenguard Gold. Os selos atestam que as peças impressas com os insumos são seguras para uso em escolas e hospitais.

Segundo a empresa, as certificações representam uma vantagem competitiva para os birôs e fornecedores de impressão digital.

O selo Greenguard garante que os produtos de uso interno estão dentro de limites seguros de emissões de químicos na atmosfera. Já o Greenguard Gold é uma certificação ainda mais rigorosa, com ênfase na segurança de grupos de risco, como crianças e idosos.

Sistemas internacionais de segura de edições, como o Collaborative for High Performance Schools, fazem referência ao programa Greenguard.

Fonte: swissQprint



Razões para o crescimento da impressão de cura por radiação UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/02/2018
Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

A Smithers Pira, consultoria internacional de inteligência de mercado, publicou recentemente o estudo "The Future of Radiation Curing Print Markets to 2022", que identificou os principais desenvolvimentos tecnológicos que impulsionam a expansão da impressão de cura por radiação.

De acordo com o documento, em 2017 foram produzidas aproximadamente 1,38 trilhão de impressões A4 (um valor de 63,4 bilhões de dólares) com tintas e vernizes de cura por radiação (UV e feixe de elétrons) - um mercado que está crescendo em torno de 2 a 3% ao ano.

Os usuários estão adotando a secagem instantânea para melhorar a eficiência produtiva e explorar as novas propriedades das tintas e revestimentos. A cura por radiação não só economiza tempo em função da secagem instantânea, mas também permite aumentar a eficiência do processo como um todo.

Enquanto os volumes de impressão em gráficos estão caindo 3% ao ano (entre 2012 e 2022), os segmentos de impressão de cura por radiação estão em expansão. O volume de cura por radiação aumentará 25% em volume e 33,6% em termos de valor durante este período. Leia sobre alguns dos principais apontamentos técnicos levantados pelo estudo:

Cura UV LED

A cura UV LED emprega diodos emissores de luz que emitem uma banda estreita de UV e fornece um pico de energia ultravioleta. Ela oferece uma saída com ampla distribuição em todo o espectro eletromagnético, inclusive luz visível e radiações infravermelhas.

A cura LED gasta menos energia do que os sistemas UV de lâmpada de mercúrio de baixa energia (tópico a seguir), além de desligar instantaneamente, o que reduz o tempo de inatividade necessário para que as lâmpadas atinjam plena eficiência. Também economizam energia por curar instantaneamente a tinta impressa. A desvantagem desta tecnologia é a disponibilidade limitada de tintas adequadas e o alto custo atualmente associado a elas. No entanto, a gama de tecnologias UV LED comercialmente disponíveis está crescendo.

As empresas que usam impressoras UV LED relatam um consumo de energia até 70% menor do que os sistemas UV convencionais. Outro benefício da UV LED é o brilho da cor em função do maior teor de pigmento nas tintas.

A UV LED está crescendo para além de aplicações de nicho. Atualmente, está sendo empregada também em segmentos de maior volume.

Cura UV de baixa energia

Os métodos de cura UV estão mudando. A maior parte da secagem ultravioleta em 2017 ainda foi realizada por meio de lâmpadas de vapor de mercúrio feitas de quartzo, que gastam tempo para aquecer e oferecem potenciais riscos à saúde dos operadores e ao meio ambiente.

Já a tecnologia de cura de baixa energia não tem as mesmas limitações. Trata-se de um sistema que emprega muito menos energia do que as lâmpadas tradicionais de vapor de mercúrio e emprega lâmpadas que não emitem os comprimentos de onda UV mais curtos que geram ozônio (o que obviamente elimina a necessidade de extração de ozônio). Além disso, elas produzem menos calor residual, portanto, exigem menos refrigeração, o que reduz ainda mais o consumo de energia. É uma tecnologia que atualmente ganha espaço na Europa e América do Norte. A cura de baixa energia tem sido instalada em impressoras que empregam duas lâmpadas.

Cura por feixe de elétrons

Esta tecnologia emprega um feixe de elétrons de alta potência para desencadear a reação de polimerização de radicais livres. Uma cortina de elétrons acelerados é emitida em direção à tinta depositada na superfície do substrato. A energia é absorvida pela película impressa e o processo de cura ocorre.

O benefício desta tecnologia é a penetração de elétrons no corpo do filme de tinta, em vez de apenas em sua superfície.

Há desenvolvimentos para ampliar o uso desta tecnologia, sobretudo em impressoras flexográficas e de rotogravura. A proporção dos dispositivos que usam feixe de elétrons na cura permanece baixa, apenas 5% em 2017, e a maioria na América do Norte.

Tintas e revestimento de baixa migração

Como a cura por radiação é amplamente utilizada em embalagens para alimentos, tabaco e produtos farmacêuticos, é importante que nenhum componente dela migre da impressão para o produto, o que pode causar efeitos organolépticos. Isto é particularmente importante na embalagem de tabaco, que é higroscópico.

Odor e mancha são problemas potenciais para as empresas que impressão de embalagens. Os fabricantes estão formulando tintas de baixa migração com componentes selecionados, o que garante que a migração do filme de tinta impresso fique dentro dos limites aceitos de migração.

Tintas híbridas

Vários fabricantes de tinta estão explorando novas formulações, para ampliar a gama de aplicações UV e tintas de cura por feixe de elétrons e melhorar desempenho dos insumos no processo de impressão.

Uma vantagem significativa das tintas híbridas é que elas não são classificadas como materiais perigosos. Isso significa que os fabricantes não precisam aplicar um rótulo de químico perigoso na embalagem e, portanto, podem ser transportar as tintas de modo mais barato, ao passo que a tinta UV pode receber a classificação de perigosa e não pode ser transportada em um recipiente com mais de 25 litros.

Fonte: Fespa