MTex apresenta impressora para tecidos Blue K

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 22/03/2016
Blue K imprime almofadas, mantas, roupas de cama, itens promocionais e vestuário

Blue K imprime almofadas, mantas, roupas de cama, itens promocionais e vestuário

A MTex, fabricante de maquinário para estamparia têxtil, anunciou mais um modelo de equipamento industrial para impressão direta em tecidos. Trata-se da Blue K, cujo sistema rolo a rolo permite o trabalho com materiais elásticos como tecidos jérsei, que podem ser usados em uma série de aplicações em decoração, moda e sinalização. Com a Blue K, é possível estampar almofadas, mantas, roupas de cama, itens promocionais e vestuário.

A Blue K trabalha em conjunto com o MTex Pad, sistema de pré-tratamento e revestimento que pode ser operado em linha ou de forma isolada. O equipamento é indicado para preparações e acabamento de tecidos. Ele aplica uma camada superficial protetora para a aumentar a durabilidade dos materiais.

Com largura de 1,8m, a Blue K trabalha com tinta pigmentada ou reativa e inclui sistema em linha de fixação por calor e quatro cabeças de impressão Panasonic. Os dispositivos disparam gotas com volumes variáveis e podem ser ajustados em diversas alturas para acomodar diferentes espessuras e tipos de tecidos. A MTex vende separadamente o Steamer, usado para a fixação de tintas reativas.

Eloi Ferreira, CEO da MTex, declarou: “A Blue K é única, e os clientes podem usá-la para imprimir com diversos tipos de tintas, que estampam tecidos que esticam, incluindo aqueles com algodão ou fibras sintéticas”.

Fonte: MTex



Tudo sobre fabricação de tinta solvente (impressão digital)

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/11/2012

Atire a primeira pedra o impressor que nunca teve problemas com tinta. Cores impressas que não correspondem às tonalidades do arquivo, entupimento das cabeças de impressão digital, falta de adesão ao substrato: tudo isso pode ter relação direta ou indireta com os insumos usados no equipamento.

O que fazer diante de problemas como esses? Entrar em contato com o fornecedor? Pedir assistência técnica? Mudar de tinta? Todas são possibilidades cabíveis. Mas para tomar a decisão acertada, nada melhor do que dominar o assunto. Conhecer características, componentes e métodos de fabricação ajuda muito na hora de comprar e usar os insumos.

Visando esclarecer os técnicos e empresários do mercado sobre tais pontos, a Gênesis, fabricante de tinta de impressão digital, encomendou ao editor do InfoSign (Luiz Ricardo Emanuelli) uma série (em 3 partes) de artigos técnicos sobre o assunto.

Na primeira parte, estão descritos os processos de dispersão, moagem, micronização e filtragem, utilizados na fabricação das tintas. Já o segundo texto aborda os elementos desses insumos: pigmentos, resinas, aditivos e solventes. A parte final trata de propriedades, como ancoragem, tensão superficial, viscosidade, entre outras.

A dispersão, uma das etapas da fabricação da tinta, é detalhada na série de artigos sobre o insumo

Texto: InfoSign. Informações de: Blog da Gênesis



Aplicação de vinil adesivo: a seco ou úmida

Por Eduardo Yamashita em 27/06/2015

Conheça prós e contras de cada um dos métodos de aplicação

Conheça prós e contras de cada método

Na hora de adesivar vinis, em uma parede ou ao fazer o envelopamento de carros, os profissionais de instalação e aplicação deparam-se com uma dúvida elementar: usar método úmido ou a seco?

A diferença entre eles é a presença (ou não) de água, elemento cujo objetivo é criar uma "película" entre o adesivo (cola) e a superfície. A água diminui a aderência (tack) inicial do adesivo. Isso facilita a aplicação, pois o adesivo fica com menos área de contato com a superfície.

Na aplicação úmida, é possível reposicionar o vinil até que o aplicador encontre a posição correta da película. No método a seco, como a aderência é total, não é possível fazer o reposicionamento do vinil.

Cada método tem prós e contras, resumidos a seguir:

  Vantagens    Desvantagens
Aplicação úmida
- Baixa adesão do adesivo (cola) à superfície;
- Reposicionamento total do vinil;
- Facilidade nos encaixes entre vinis.
- Adesão inicial mais demorada;
- Elevado tempo de instalação (em função da secagem da água);
- Necessário ambiente adequado para trabalhos com água;
- Limitado a superfícies planas ou curvas simples.
Aplicação a seco
- Não precisa de tempo adicional antes do acabamento;
- Poder ser usado em qualquer superfície.
- Necessário uso de fitas de posicionamento da imagem;
- Alta aderência do adesivo (cola) à superfície;
- Difícil reposionamento.

 

A seco ou úmida

Uma pergunta bastante frequente é: Qual método devo utilizar? Para obter a resposta, você vai precisar saber o tipo de superfície sobre a qual será aplicado o vinil adesivo.

O método a seco é indicado para qualquer tipo de superfície. Já o úmido é indicado apenas para superfícies planas ou com curvaturas simples.

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A pergunta seguinte é: Por quê? Porque, ao aplicar o método úmido em superfícies complexas (com curvaturas compostas e baixos relevos), não é possível remover toda a água utilizada no processo. Ou seja, o trabalho deixa resíduos entre o adesivo e a superfície, formando microbolhas de água — imperceptíveis após a aplicação.

Quando o vinil aplicado é submetido ao calor (do sol), as microbolhas levantam o vinil, que resseca com o tempo e acaba rompendo-se, causando estragos irrecuperáveis à imagem. Portanto, ao facilitar a aplicação, corre-se o risco de prejudicar todo o trabalho.

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Texto originalmente publicado com exclusividade no InfoSign, no dia 27 de junho de 2013. Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis, envelopamentos de carro e comunicação visual.