Nova cabeça Epson PrecisionCore chegará ao Brasil em 2014

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/12/2013

Chip da PrecisionCore

Chip da PrecisionCore, que tem previsão de chegada ao Brasil em 2014

A PrecisionCore, nova tecnologia de cabeças de impressão da Epson, vai chegar ao Brasil em 2014. A peça tem formato compacto e modular, o que possibilitou o desenvolvimento da SureColor F2000, impressora digital com estrutura fixa de cabeças em linha (linehead) totalmente voltada para o mercado têxtil. Com as novidades, a Epson Brasil espera crescer 30% no setor em 2014.

"Com a PrecisionCore, criamos sistemas de impressão de alto desempenho e sob medida para novos segmentos", declarou Paulo Ferraz, presidente da Epson Brasil. "A nova cabeça está entre as mais rápidas do mundo, dispara gotas de tamanho variável e tem controle de ponto mais preciso, garantindo excelentes resultados de impressão."

Para Simone de Camargo, diretora de marketing da Epson Brasil, a PrecisionCore pode ser aplicada em vários segmentos: "Estamos lançando uma nova geração de tecnologia de impressão em tecidos e rótulos e etiquetas. Mas ela poderá ser estendida a toda linha de produtos, inclusive de impressão doméstica".

As cabeças de impressão Epson

Em 1990, a Epson revolucionou o mercado de impressão ao lançar cabeças piezoelétricas. Em 2007, a fabricante introduziu a tecnologia MicroPiezo TFP (Thin Film Piezo), que aumentou a resolução e a velocidade das impressoras a jato de tinta.

PrecisionCore: nova geração de cabeças de impressão da Epson

PrecisionCore: nova geração de cabeças de impressão da Epson

Em 2013, a Epson apresentou uma nova geração de tecnologia de impressão, a PrecisionCore. Resultado de um investimento de 300 milhões de dólares e 10 anos de pesquisa, a novidade possui componentes com precisão micrométrica. Esses dispositivos dobram a potência de saída de tinta da peça.

Fonte: Epson Brasil



J-Teck3 anuncia quatro novas opções de tintas para sublimação

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/10/2016
Insumos fazem parte do portfólio de tintas sublimáticas da linha J-Cube

Insumos fazem parte do portfólio de tintas sublimáticas da linha J-Cube

A fabricante italiana J-Teck3 anunciou o lançamento de mais quatro opções de tintas sublimáticas com cores de alta densidade (cyan extra, magenta extra, yellow extra e black extra).

As novidades fazem parte da linha J-Cube PNF, composta por insumos de diversas cores, inclusive tons fluorescentes e vários tipos de preto.

Produzidas com a tecnologia Cluster, as tintas estão disponíveis para transfer ou impressão direta, para estampar tecidos de poliéster em aplicações nos mercados de moda e decoração.

Segundo a empresa, os insumos oferecem secagem rápida e são adaptados para papéis sublimáticos finos e não revestidos.

Luca Guggiari, gerente da J-Teck3, declarou: “Estamos sempre ouvindo nossos clientes, que requisitam uma vasta gama de tintas digitais para a produção de aplicações têxteis”.

Atualmente, a J-Teck3 faz parte do JK Group, que também engloba a Sawgrass e a Kiian Digital. O grupo foi adquirida recentemente pela Dover Engineering Systems (DES).

Fonte: Fespa



Gandy lança impressora SL8TE

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 26/05/2014

Impressora SL8TE é apresentada na Fespa 2014

SL8TE é a impressora mais acessível da Gandy

A Gandy, fabricante de impressoras digitais, lançou no mercado internacional o SL8TE, equipamento UV híbrido de entrada. A máquina emprega cabeças Ricoh Gen 4 (de seis picolitros) e é ideal para impressão de mídias rígidas ou flexíveis, para PDV, displays e vinis adesivos.

Disponível em várias larguras de impressão (1,6m, 2,2m, 2,6m ou 3,2m), a SL8TE emprega quatro ou seis cores, além de branco e verniz (para acabamento).

A mesa de impressão suporta mídias rígidas com área máxima de 1,6m x 2,6m ou 2,6m x 3m (dependendo do modelo) e possui pinos de registro e zonas de vácuo. Além disso, fixa materiais irregulares e apresenta sopradores para a remoção do substrato da máquina.

Segundo a empresa, um dos destaques SL8TE é o novo Crash Sensor, dispositivo que elimina a possibilidade de colisão entre a cabeça de impressão e o substrato, o que pode gerar uma economia de 10 mil a 15 mil euros por ano.

Fonte: Large Format Review