Aslan apresenta novo filme para laminação

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/04/2018
EcoSoftTouch SL 109 é filme de PP fosco

EcoSoftTouch SL 109 é filme de PP fosco

A Aslan, fabricante alemã de filmes autoadesivos para aplicações especiais, passou a oferecer a EcoSoftTouch SL 109, nova película de PP para laminação disponível nas larguras de 0,90m ou 1,02m.

Indicada para dar acabamento a impressões digitais e outras superfícies lisas, a mídia, que foi desenvolvida para sistemas roll-up e pop-up, confere alto brilho, toque aveludado e resistência a arranhões.

Com espessura de 50μm, adesivo acrílico permanente e liner de filme siliconizado, a película é recomendada para peças de aplicações internas.

Fonte: Aslan



Alphaprint passa a vender lonas Sihl

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/09/2014

Mídias da Sihl passam a ser distribuídas pela Alphaprint no Brasil

Mídias da Sihl passam a ser distribuídas pela Alphaprint no Brasil

A Alphaprint, fornecedora de mídias e equipamentos para impressão digital, passou a comercializar lonas da marca Sihl. Segundo a empresa, os substratos são super-resistentes, flexíveis e estão disponíveis em acabamento fosco, brilhante, extrabrilhante, frontlit e blockout.

Disponíveis em diversos tamanhos e gramaturas, os materiais são indicados para a impressão digital solvente e látex de peças como banners, outdoors e painéis.

A Alphaprint também vende outros consumíveis para impressão digital e comunicação visual.

Fonte: Alphaprint



A impressão digital em tecidos como ferramenta para reduzir impactos ambientais

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/07/2016
Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Os argumentos para a adoção de tecnologias de impressão digital têxtil são os mesmos usados em outros segmentos: possibilidade de estampar peças sob medida e em curto prazo, personalização e produção sob demanda. Além disso, a impressão digital reduz desperdícios e aumenta o controle sobre custos por minimizar o inventário. Mas há um benefício que parece superar todos os outros: a sustentabilidade.

Depois da agricultura, a produção têxtil é a maior poluidora de água do mundo, por causa sobretudo dos processos de tingimento. O Banco Mundial estima que o setor de tecidos é responsável por mais de 20% da poluição da água industrial. Para se ter uma ideia, de acordo com o governo britânico, a indústria têxtil do Reino Unido produz anualmente 3,1 milhões de toneladas de CO2, 2 milhões de toneladas de resíduos e 70 milhões de toneladas de água.

Fica pior. O tratamento, o tingimento e a lavagem dos tecidos também causam impactos no ar e no solo. Mais de 2 mil produtos químicos, como benzidina, toluidina, amoníaco, cloro e metais pesados são utilizados em vários agentes antiespumantes, corantes, detergentes e branqueadores.

A produção têxtil lida com dezenas de químicos tóxicos, como formaldeído, cloro, chumbo e mercúrio, que são despejados em cursos de água. Nitrogênio e óxidos de enxofre são emitidos de caldeiras, e apesar de os refugos têxteis poderem ser reciclados, grande parte deles acaba sendo direcionada a aterros.

Tecnologias que atenuam os impactos negativos na produção têxtil devem ser bem-vindas, sobretudo por grandes marcas que buscam melhorar seu desempenho socioambiental. A impressão digital é essa tecnologia. Ela é ainda pouco explorada no mercado têxtil. No entanto, está ganhando terreno, sobretudo entre empresas que precisam reduzir estoques e resíduos. Tecnologias como a Kornit Vulcan empregam um processo livre de água e trabalham com fibras naturais, sintéticas e mistas.

A impressão digital está avançando e tornando mais fácil adicionar determinadas características aos tecidos. Além disso, há revestimentos que podem conferir propriedades isolantes ao tecido ao bloquear a radiação infravermelha.

Tecidos podem receber revestimentos que amaciam e repelem insetos, fungos e micróbios, ou para torná-los retardante ao fogo e proteger o usuário de radiação UV. Os tecidos podem ser tratados para repelir sujeira e água ou para serem condutivos ou receber impressão com material fotovoltaico.

Levar essas informações aos grandes players da indústria têxtil deve ser o objetivo de todos os fabricantes de impressão digital têxtil. Devemos aprender com as experiências no setor comercial, o qual levou anos para reconhecer a impressão digital como um concorrente tecnológico válido.

O conhecimento sobre os benefícios da impressão digital nos setores de moda e tecidos ainda é pequeno, e isso tem de mudar.

 

Esse artigo foi escrito por Laurel Brunner e publicado no site da Fespa em 18 de julho de 2016. O Portal InfoSign foi responsável por traduzir e adaptar o texto.