Novas opções de tintas laranja e verde para impressoras látex da Ricoh
Por Luiz Ricardo Emanuelli em 27/10/2020
A fabricante Ricoh anunciou que as impressoras látex Pro L5160e e Pro L5130e passaram a ser vendidas com as opções de tinta verde e laranja, que permitem a reprodução precisa de tons Pantone e cores especiais.
As impressoras látex da Roch empregam cabeças escalonadas e podem rodar na velocidade de até de 46,7m2/h. Os equipamentos também podem trabalhar com as configurações de CMYK duplo ou CMYK + branco.
Segundo a Ricoh, as novas tintas verde e laranja podem oferecer os seguintes benefícios:
- Gama de cores estendida, para reproduzir cores Pantone e combinar cores de marcas;
- Excelente flexibilidade de aplicação com alta produtividade no modo de quatro cores;
- Função de limpeza automática;
- Baixa temperatura gerado no processo de impressão;
- Tinta látex ecologicamente correta, com certificação Greenguard;
- Baixo consumo de energia;
As impressoras látex da Ricoh rodam com o RIP ColorGATE Productionserver Select, com funções específicas para impressão de grandes formatos.
Fonte: Ricoh
Aplicação de vinil adesivo: quando usar primer ou vedador de bordas – Parte 1
Por Eduardo Yamashita em 01/11/2016
Muitos profissionais de comunicação visual têm dúvidas sobre o correto uso de primer e vedadores de bordas nos trabalhos de aplicação de vinil adesivo. Para ajudá-los a fazer a melhor escolha, este artigo técnico, dividido em duas partes, apresentará conceitos, aplicações e cuidados.
Primer
Líquido composto com resinas (acrílica ou vinílica) dissolvidas em solventes hidrocarbonetos aromáticos, como o acetato de butila. Trata-se de uma tinta de alta aderência, também conhecida como promotor de aderência. O principal objetivo do primer é aumentar a aderência à superfície. É na camada do primer que o vinil adesivo será aplicado.
Há um primer específico para cada tipo de material (plásticos, madeira, entre outros). No entanto, algumas superfícies plásticas não apresentam as condições ideais para a adesivação de vinis adesivos. Isso ocorre por não serem porosas, quimicamente inertes e/ou com baixa energia superficial. A adesão de adesivos sobre filmes plásticos depende dos seguintes fatores:
Tensão superficial
Está relacionada à força coesiva, que é responsável pela união das moléculas de um líquido. Na superfície, essa força tende a ser maior, pois as moléculas não estão ligadas umas às outras por todos os lados. Isso provoca a formação de um filme invisível na superfície do líquido, que faz com que seja mais difícil movimentar um objeto sobre essa superfície do que se ele estivesse completamente submerso. A força necessária para romper um filme de 1cm de comprimento é chamada de tensão superficial, sendo expressa em dinas por centímetro.

Molhabilidade
As forças entre moléculas diferentes são chamadas de forças adesivas. Para que um líquido forme uma película uniforme sobre um sólido (em vez de formar gotículas), é necessário que sua tensão superficial seja inferior às forças adesivas entre o líquido e o sólido. Quando isso ocorre, o líquido tem uma excelente molhabilidade sobre o sólido, ou seja, ele se espalha sobre o sólido. A molhabilidade pode ser medida pelo ângulo de contato entre o líquido e a superfície, o qual permite quantificar a afinidade entre o líquido e o sólido. O ângulo nulo indica ótima afinidade e, portanto, máxima molhabilidade.
Quando se aplica um adesivo sobre uma superfície de polietileno sem tratamento, ele não entrará em contato totalmente com a superfície, formando áreas sem contato, porque a tensão superficial do adesivo é superior às forças adesivas entre o adesivo e o plástico.

As poliolefinas (polímeros compostos por carbono e hidrogênio, como polietileno e polipropileno) apresentam as maiores dificuldades de adesão, porque, além de possuírem baixa molhabilidade, são apolares, ou seja, incompatíveis com adesivos, que são polares. Por isso, os plásticos, antes de passarem pelo processo de adesivação, devem ser submetidos a um tratamento superficial, com o objetivo de modificar suas superfícies e melhorar suas características de adesão. Os tipos de tratamento superficiais mais comuns para plásticos são:
- Tratamento químico
Consiste na aplicação de um verniz na superfície de materiais (folhas de alumínio, papéis e plásticos), de modo a criar condições para a ancoragem de tintas, adesivos e outros revestimentos. Ele é o mais utilizado na aplicação de vinis adesivos em plásticos. Em substratos porosos, como madeira e gesso, o verniz também sela a superfície, de modo a evitar a posterior libertação de ar contido nos poros, que ocasionará bolhas no revestimento final.
- Corona
Consiste na aplicação de descargas eletrostáticas sobre a superfície do substrato, de modo a aumentar sua energia superficial e melhorar a ancoragem do adesivo. Ele é aplicado ao plástico por meio de um equipamento composto por fonte de alta frequência, transformador de alta voltagem e estação de tratamento. Essa última consiste em um par de eletrodos: um deles tem alto potencial, o outro é composto por um cilindro de metal aterrado e revestido por um material isolante que suporta o substrato. O efeito é obtido pela ionização do oxigênio presente entre os eletrodos, que polariza a superfície do filme e aumenta sua energia superficial. Esse é o principal tratamento aplicado nos filmes de polietileno e polipropileno, podendo ser utilizado também em outros materiais, como PET e BOPP.
- Tratamento a chama
É realizado pela combustão de um gás (metano, propano ou butano). A chama atua sobre a superfície do filme, que é resfriado imediatamente ao passar por um cilindro com água gelada. O tratamento a chama permite efeitos mais intensos, não atinge o lado oposto do material, não provoca microfuros e apresenta baixo decaimento do nível de tratamento com o tempo. Entretanto, ainda não é possível sua aplicação em filmes de PE e PP, devido às baixas velocidades das máquinas extrusoras, sendo mais aplicado em filmes de BOPP.
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Océ apresenta quatro novas impressoras ao mercado internacional
Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/12/2012
Se depender da Océ, fabricante de equipamentos, o ano de 2013 vai ter muitas opções para os interessados em impressão digital. Logo após o lançamento dos modelos 480 GT e 480 XT, da já consolidada linha Océ Arizona®, a empresa acaba de anunciar, no mercado internacional, mais quatro membros da mesma série de equipamentos UV:
As novidades
Ao passo que a 440 GT e a 440 XT operam apenas com canais de tinta CMYK, os modelos 460 GT e 460 XT contam com seis canais (os quatro primeiros para o conjunto CMYK; os demais podem ser configurados para trabalhar com verniz e branco ou duas vezes a tinta branca, de acordo com a escolha do proprietário da máquina).
As impressoras com o sufixo "GT" possuem área de impressão de 1,25 x 2,5m. Já as "XT" têm uma área maior: 2,5 x 3,05m. Ambas as séries podem imprimir substratos de 50,8mm de espessura. Também podem receber um sistema rolo a rolo opcional, para impressão de mídias em bobinas (para rolos com até 2,2m de largura).
Essa nova família de impressora Arizona também foi projetada para oferecer upgrades — mas apenas para as configurações de tinta, e não para os formatos das mesas, que não podem receber upgrades.
Mais sobre a tecnologia Océ Arizona
As impressoras Océ Arizona contam com a VariaDot® (tecnologia que proporciona a impressão de pontos com dimensões variadas). Segundo a fabricante, as máquinas trabalham com resolução máxima de 1440dpi e têm capacidade para a reprodução de textos de 2 pontos — mesmo em impressões de letras brancas em fundo preto, por exemplo.
A mesa que suporta os substratos vem com um sistema de fixação dedicado. Nos modelos da série "GT", há seis zonas de vácuos. Já as impressoras "XT" possuem sete zonas. Os equipamentos oferecem configurações que diminuem a necessidade de intervenção do operador, reduzindo o carregamento manual e aumentando a produtividade.
Os modelos da série são recomendados para birôs que fazem aplicações diversas: desde peças promocionais para o varejo até produtos especiais, como protótipos de embalagem e papéis de parede para decoração e arquitetura.
Fonte: Océ. Texto: InfoSign
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