Cobertura Fespa Brasil 2015 – Parte 2: Substratos e máquinas de corte e gravação

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 20/03/2015

Além das impressoras digitais, outros equipamentos abrilhantaram a Fespa Brasil 2015. Entre eles, dispositivos para corte, gravação e acabamento, como plotters, routers, máquinas a laser e mesas de corte. Além deles, não faltou um dos elementos fundamentais na produção de qualquer birô, o substrato. Veja a seguir um panorama do que os expositores dessas soluções apresentaram na feira.

Leia também as demais partes desta cobertura:

Substratos

Certamente, a Fespa Brasil 2015 mostrou maior pluralidade de mídias do que a edição anterior da feira, que ocorreu em 2013.

Os substratos mais destacados, como não poderia deixar de ser, foram os vinis adesivos. Porém, outros materiais flexíveis e rígidos chamaram a atenção do público visitante. Entre eles os laminados da Endutex, as mantas magnéticas da Flexmag, os plásticos da Maxpoli e as mídias especiais da LZ/Sihl.

Soluções para envernizamento e acabamento superficial também estiveram presentes, sobretudo no estande da New Time.

Mídia vendida pela Endutex

Mídia vendida pela Endutex

Vinis adesivos

Além de filmes da 3M e Avery Dennison distribuídas pela VinilSul e películas da Orafol revendidas pela Sign Supply, o visitante da Fespa Brasil 2015 encontrou as principais opções nacionais de vinis adesivos para comunicação visual e envelopamento de carros.

Um dos maiores destaques do evento foi o estande da Imprimax. A fabricante aproveitou a feira para lançar 150 itens. Além de cores adicionais de linhas já consolidadas, a empresa desenvolveu materiais com novas texturas, estampas e tons especiais fotoluminescentes. Além disso, lançou o Guia Imprimax, que reúne informações, dicas, manuais, aplicações e artigos técnicos. O catálogo conta também com DVDs com vídeos sobre produtos e aplicações.

Imprimax lançou 150 produtos na Fespa Brasil 2015

Imprimax lançou 150 produtos na Fespa Brasil 2015

Entre as novidades da Imprimax apresentadas no evento estava o adesivo para piso antiderrapante, disponível nos acabamentos branco, preto, transparente e fotoluminescente. Outro destaque foi a linha Gold Max, composta pelas séries Highlight (com 29 cores), Jateado (Opaco, Fibra Opaco e Fosco), Metálicos (Fibra Metálico, Jateado Metálico e Gold Colmeia), Croco (seis cores), Escovado (oito cores) e Madeira (sete cores).

A Aplike, fabricante nacional de vinis adesivos, aproveitou a feira para lançar opções da série Aplikdecor, com películas para revestimento e decoração, nos modelos Madeira Nogal, Madeira Carvalho, Madeira Madre Pérola, Mármore Marrom Imperador, Savana, Couro Preto e Mármore Ventura. Os materiais podem ser aplicados em portas, elevadores, painéis, cenários e paredes de locais e estabelecimentos como bancos, escritórios, restaurantes, bibliotecas, hotéis, aeroportos, hospitais, feiras de negócios, lojas de conveniência, lojas de varejo, clubes, postos de combustíveis, entre outros.

Linha de vinis para decoração da Aplike

Linha de vinis para decoração da Aplike

Além de promover o curso de envelopamento ministrado por Justin Pate, a Alko aproveitou a Fespa Brasil 2015 para anunciar novas opções de vinis adesivos. As películas lançadas na feira são parte da linha Alltak Tuning, indicadas para aplicações diversas, sobretudo para veículos. Entre as novidades mostradas na exposição estavam os vinis Jateado Verde Água, Jateado Amarelo, Roxo Fosco, Krusher Grafite e Krusher Branco.

Amostras de vinis adesivos fabricados pela Alko

Amostras de vinis adesivos fabricados pela Alko

Máquinas de corte, acabamento e gravação

As máquinas a laser compareceram em peso na exposição promovida pela APS e pela Fespa. Entre as fornecedoras de equipamentos para corte e gravação, estava a Solugrav, distribuidora tanto da Rayjet quanto da Trotec. A empresa destacou seu amplo portfólio de máquinas com mesa. Além disso, não dispensou equipamentos galvanométricos, como o ProMarker 300, que pode gravar objetos com 300mm x 300mm x 250mm, em velocidade de até 640 caracteres por segundo.

A Sitari também foi uma das expositoras. Além das máquinas R60, PL40K e T40, a empresa apresentou a BF1312. Lançamento, o equipamento possui laser CO2 com potência de 120W e apresenta área de trabalho de 1300mm x 1250mm, além de refrigeração do tubo feita com água.

Gravadora exposta pela Potencial Laser

Gravadora exposta pela Potencial Laser

Outro estande que exibiu máquinas a laser foi o da Potencial Laser, importadora de equipamentos Ruijie. A empresa, além de routers, comercializa uma série ampla de gravadoras a laser. Entre os modelos destacados na feira estava o RJ1060, que possui área de corte de 100cm x 60cm e pode trabalhar em potências de 60W, 90W e 120W.

A Glory Laser igualmente não deixou de expor seus trunfos na Fespa Brasil 2015. A fabricante possui um portfólio que abrange todos os tipos de equipamentos para corte e gravação, como routers e máquinas a laser galvanométricas e do tipo plotter.

Mais uma fornecedora que vende ampla variedade de equipamentos é a Mettalforma. Presente na feira, a empresa trabalha com máquinas galvanométricas (como a YAG 50DP), gravadoras de porte industrial (como a Profile Plus) e máquinas do tipo plotter (como a série CMA, cuja potência vai de 30W a 150W).

Gravadora a laser da Trotec

Gravadora a laser da Trotec

Já a Vitor Ciola exibiu sua consolidada série Scriba. As máquinas da linha, além de possuírem estrutura de aço e guias lineares prismáticas em aço temperado, vêm com dupla motorização do eixo x e controlador digital de movimentos.

As tradicionais mesas de corte Zund também estiveram presentes na Fespa Brasil 2015. O estande que as apresentou foi o da BG Soluções, revendedora da marca no país. A empresa comercializa linhas voltadas para o mercado de sign e comunicação visual, para trabalhos com diversos substratos flexíveis e rígidos, como PS, PVC, PET, PP, policarbonato, acrílico, MDF e alumínio, entre outros.

Máquina de corte da Zund, na BG

Máquina de corte da Zund, na BG

Plotters de recorte

Os estimados equipamentos de recorte eletrônico tiveram espaço na Fespa Brasil 2015. A tradicional Roland DG aproveitou a ocasião para lançar o modelo CAMM-1 GS-24, cujos carro de corte e suporte de lâmina foram redesenhados e aceitam maior gama de substratos, com espessuras que variam de 50mm a 700mm. A máquina apresenta área de corte de 584mm x 25000mm e pode trabalhar na velocidade máxima de 500mm/s.

Nova plotter de recorte da Roland

Nova plotter de recorte da Roland

No estande da Sign Supply, o visitante pôde conferir de perto plotters de recorte da japonesa Mutoh, como a VC-600, com largura máxima de corte de 610mm e força de 5g a 600g.

Já a Mimaki levou a série CGSRIII, composta por três máquinas que variam de largura máxima de corte e velocidade de produção. A CG-130 SR III, por exemplo, pode trabalhar materiais com até 1550mm de largura.

Outra empresa encarregada de expor plotters de recorte foi a T&C, que representa no Brasil a fabricante Summa, cuja Série S tem quatro modelos: S75 T (74,2cm de largura), S120 T (120cm), S140 T (135cm) e S160 T (158cm).

A Akad destacou as plotters da linha Novacut, composta pelos modelos PST630SS (largura útil de 630mm e sem sensor de corte de contorno), PST630CS (largura de 630mm e sensor de corte de contorno), PSR630CS (com motor servo e largura de 630mm), PST1260CS (com motor stepper e largura de 1260mm) e PSR1260CS (com motor servo e 1260mm de largura).



Pré-tratamentos para impressão direta em tecidos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 25/08/2017
Tecido atravessa rolos de 3,5 toneladas para o controle da qualidade da química do revestimento

Tecido atravessa rolos de 3,5 toneladas para o controle da qualidade da química do revestimento

A impressão digital está ganhando espaço na indústria têxtil mundial. Apesar de a tradicional sublimação (de transferência com papel) ainda fazer sucesso nesse segmento, os equipamentos de impressão direta estão evoluindo a passos largos.

Quando a impressão digital é realizada diretamente no tecido (com tinta dispersa, ácida, pigmentada ou reativa), o tecido deve receber primeiro um pré-tratamento ou revestimento. A composição química deste tratamento varia de acordo com a tinta utilizada e do tecido, sendo um segredo que cada fabricante usa para diferenciar seu produto. Na maioria dos casos, esse processo é realizado durante a fabricação do tecido – e uma das exceções será tratada neste artigo. No entanto, o usuário final deve entender como funciona esse processo e os impactos dele na qualidade e nas cores estampadas.

Métodos de aplicação do pré-tratamento

Atualmente, há três métodos de aplicação do pré-tratamento. O primeiro, e mais comumente usado, é o “pad-emulsion” (“placa de emulsão”), na qual o tecido é submetido a um banho químico e, posteriormente, passa por cilindros que retiram o excesso do produto. O segundo é um processo que se assemelha ao “pad-emulsion”, mas, em vez de cilindros, faz uso de uma faca ou de uma lâmina dosadora para a retirada da cobertura excessiva. Por fim, o terceiro método é o revestimento aplicado com spray.

A finalidade em todos estes processos é controlar a quantidade dos químicos a fim de manter a consistência da cobertura. A composição do tecido e o tipo de cobertura geralmente ditarão qual método deverá ser utilizado. Lembre-se de que os pré-tratamentos são diferentes; alguns podem afetar a resistência à luz e à lavagem e alguns podem distorcer as estampas e imagens.

Pré-tratamento sendo misturado no tanque

Propriedades do pré-tratamento

A finalidade primária do pré-tratamento é evitar que a tinta seque ou migre durante a impressão. O outro propósito é assegurar a adesão tecido do corante ou da tinta. Outra parte do processo diz respeito à adição de químicos que permitem que o tecido passe pelo teste de chama. A química que impede a tinta de migrar também altera a química do material que confere ao tecido uma proteção contra o fogo, o que o dificulta o processo. A maioria dos fabricantes dá ênfase em atingir ou os padrões de 1989 da National Fire Protection Association (NFPA) ou os testes do State of California Fire Code (CAL 19). Alguns dos itens impressos que precisam da resistência ao fogo são displays de PDV, cortinas e blackouts, estofados, atapetados, toalhas de mesa, papéis de parede, carpetes, tendas e alguns vestuários.

É importante salientar que há diferentes tipos de revestimentos. Um revestimento ruim ou inconsistente pode causar falhas provocadas por baixa resistência à luz, lavagem, desgaste e textura e tato (toque). É bom esclarecer e definir o significado de alguns dos termos: “resistência à luz” e “resistência à lavagem” são termos óbvios. Porém, “desgaste” é um termo usado para se referir ao ato de esfregar o tecido até que a tinta saia, quando submetido ao desgaste. A American Association of Textile Chemists and Colorists (AATCC) definiu um teste que pode ser utilizado para determinar o desgaste de um tecido. O “tato” se refere a sentir o tecido entre os dedos e o polegar, sendo que alguns tecidos são naturalmente mais firmes e espessos, enquanto outros, como a seda, são muito macios ao toque. O objetivo do pré-tratamento é evitar que a textura do tecido seja alterada drasticamente.

Outros exemplos de falhas provocadas por aplicação ruim ou incorreta do revestimento são riscos, listras, manchas e cores inconsistentes, que acontecem com mais frequência no pré-tratamento aplicado com spray, apesar destes problemas também aparecerem nos outros métodos. Solicitar uma amostra do tecido para que você possa imprimir e sublimar é sempre uma boa opção. Alguns problemas, como o amarelamento do revestimento, podem não surgir até que o calor seja aplicado. Isso também dá a oportunidade de avaliar a qualidade do pré-tratamento.

Tecido passando pelo tanque de imersão e depois correndo pelos cilindros

Vantagens e desvantagens

O benefício principal da impressão direta em tecidos é a eliminação dos custos do papel de transferência. Não se trata de uma diferença significante, já que o processo de impressão direta pode demandar o uso de mais tinta: entretanto, após um tempo, a economia pode aumentar. Para aplicações específicas, sobretudo de sinalização, bandeiras, banners e luminosos, a grande vantagem é a penetração da tinta no tecido. Na impressão de bandeiras, por exemplo, a tinta penetra no tecido e torna possível ter a mesma cor na frente e atrás da peça. A imagem pode ser distorcida, mas, considerando que bandeiras e banners são vistos à distância, isso não é um problema.

Para aplicações como em artigos de tapeçaria, cortinas e jogos de mesas, em que são necessárias fixação da cor e a alta resistência ao UV, a alta saturação da tinta de impressão direta é um diferencial.

Uma última vantagem a considerar diz respeito à impressão em tecidos que esticam. No processo de transferência em tecidos brancos, a tinta permanece na superfície. Quando o tecido estica, é possível ver uma linha branca. Na impressão direta, a tinta satura mais o tecido e isso diminui muito a probabilidade de surgir ranhuras quando o tecido for esticado.

Contudo, há algumas desvantagens da impressão direta a serem consideradas. Alguns revestimentos podem fazer com que o tecido se torne mais firme e espesso ao toque, o que não é desejável em peças de vestuário. Além disso, há o problema do excesso de tinta. Se o tecido não for devidamente aquecido e seco após a impressão, a tinta em excesso pode migrar, espalhar e manchar o tecido quanto ele for dobrado ou enrolado. Com relação aos tecidos destinados à fabricação de vestuário, o suor também pode fazer o excesso de tinta correr, de modo que a utilização da impressão direta para roupas não é recomendada.

A última desvantagem é o processo em si. A impressão por transferência é mais usual do que a impressão direta. Imprime-se em um papel em vez de fazê-lo no tecido, sendo essa técnica geralmente mais fácil de dominar.

Dicas para obter melhores resultados

O armazenamento e o manuseio são importantes no pré-tratamento têxtil. É recomendado utilizar o rolo de tecido assim que abri-lo. É também importante armazená-lo no saco plástico original, climatizando-o algumas horas antes de submetê-lo à impressora. Ademais, é importante procurar por riscos, ranhuras e marcas de compressão próximos ao fim do rolo.

Controlar a umidade do ambiente em que a impressão será realizada é importante, porque o ambiente seco dificultará a absorção. Além do mais, usar a opção de pós-aquecimento da impressora é uma boa forma de fazer com que a tinta seque o suficiente para que não ela não se espalhe ou manche no momento em que o tecido for enrolado.

Tecido entrando no forno de secagem

Exceções: tinta pigmentada e Kornit

A razão pela qual o revestimento é usado na impressão de tinta pigmentada é aumentar a adesão do insumo ao tecido. A tinta pigmentada não tem aditivos aglutinantes muito fortes, porque o tamanho de suas moléculas são grandes e podem cria problemas nas cabeças de impressão. O pré-tratamento para pigmentos é um trabalho em progresso, e melhorias estão sendo feitas. A indústria está se buscando encontrar a química capaz de ser ejetada pelas cabeças de impressão.

Conforme mencionado no início do artigo, a impressão realizada diretamente no tecido requer que este seja pré-tratado ou receba um revestimento antes de ser submetido à impressora. Há uma outra exceção, que é a impressora rolo a rolo Kornit Allegro, que emprega o processo “fixation to fly”. Com a Kornit Allegro, o pré-tratamento é aplicado como parte do processo de impressão, o que significa que é possível submeter, virtualmente, qualquer tipo de tecido à impressora (incluindo poliéster), aplique o pré-tratamento, imprima e cure o tecido em um único processo - a impressora tem um aquecedor embutido que aplica a tinta ao tecido.

Considerações finais

Cconversei com Tommy Martin (da Mimaki), Scott Fisher (da Fisher Textiles) e Mike Sanders (da Pacific Coast Fabrics), para aprender um pouco mais sobre o assunto e acrescentar comentários deles neste artigo.

Martin notou que para quem usa a nova TX300P-1800, que imprime diretamente em tecidos, o pós-tratamento se mostrou tão importante quanto o pré-tratamento na manutenção da “fofura” do tecido (neste ponto, imagine o algodão) após a impressão. Ele também notou que os revestimentos causam impacto no gerenciamento de cores - outra boa razão para solicitar uma amostra que possa ser impressa e aquecida, para verificar se o revestimento vai amarelar ou não.

Fisher notou que a leva atual das máquinas que imprimem diretamente no tecido estão fazendo uso de tinta dispersa aquosa. Ele acredita que o próximo passo será uma tinta dispersa solvente. Tintas solventes secam mais rápido (e por conta disso reduzem as ranhuras do papel), conferindo maior durabilidade ao produto final. Ele acredita que logo elas terão um papel maior no mercado.

Sanders acha que as tintas pigmentadas (tal como o modelo Kornit Allegro) estarão mais presentes entre indústrias que estampam fibras e composições de tecidos. A pigmentação resistente à luz é um grande diferencial e terá um papel maior na impressão de itens para decoração e vestuário. Ele ainda aponta que os pigmentos melhoraram nos últimos anos e que os poucos obstáculos - sobretudo o desgaste em cores escuras - estão sendo superados. Sanders acredita que o mercado da decoração e do vestuário sofrerão mudanças drásticas uma vez que esse problema seja resolvido.

A impressão digital realizada diretamente no tecido é um mercado em ascensão, que está tomando o lugar da tradicional impressão em vinil. As oportunidades estão aumentando com a abertura de novos mercados (decoração, vestuário, feiras de exposição etc). A tradicional sublimação digital ainda reina no mundo têxtil. Porém, o desejo de imprimir em uma variedade maior de tecidos, este mercado sofrerá reduções e as impressões digitais realizadas diretamente no tecido serão a onda do futuro. Entender o processo, tanto quanto compreender as vantagens e desvantagens, te deixará bem preparado e bem posicionado para enfrentar as mudanças pelas quais passaremos nos próximos anos.

Sobre o auto: Ray Weiss é especialista da SGIA

Este artigo foi publicado inicialmente no SGIA Journal e reproduzido pelo InfoSign com a permissão da SGIA (this article first appeared in the SGIA Journal and is reprinted with permissions from the SGIA).



Fujifilm anuncia nova série de impressora UV Acuity F

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 26/05/2014

Acuity F é nova série de impressora planas da Fujifilm

Acuity F é nova série de impressora planas da Fujifilm

A Fujifilm, fabricante de equipamentos de impressão digital, anunciou a nova série Acuity F, composta por equipamentos UV planos (de seis ou sete canais de tinta) que trabalham na velocidade máxima de 155m2/h.

Segundo a empresa, a impressora Acuity F apresenta sistema de alimentação de substratos que suporta vários tipos de mídias rígidas com até 3,05m x 2,5m e espessura máxima de 50,8mm.

A máquina possui registro pneumático que diminui as interferências do operador e permite o carregamento rápido de mídias.

Os modelos da família Acuity F são equipados com a Automated Maintenance System (AMS), tecnologia que limpa em menos de 25 segundos a cabeça de impressão, preparando-a para a impressão.

A empresa recomenda o uso de tintas originais Uvijet nos equipamentos da série Acuity F. Os insumos são fabricados por meio da tecnologia de dispersão Micro-V, que melhora características de adesão e durabilidade.

Fonte: Adcomms