swissQprint disponibiliza tinta laranja e verniz

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/05/2020
Tinta laranja expande a gama de cores reproduzíveis das impressoras UV

Tinta laranja expande a gama de cores reproduzíveis das impressoras UV

A fabricante swissQprint apresentou dois novos insumos para usuários de impressoras da marca: a tinta laranja (que expande a gama de cores) e o verniz (para acabamento superficial).

Segundo a empresa, a tinta laranja possibilita a reprodução de cores especiais e aumenta a gama geral de tons. Por isso, pode ser usada como complemento da paleta CMYK ou como uma cor exata. Seus valores são essencialmente os mesmos do Pantone 021.

A tinta laranja está disponível para as impressoras LED flatbed da swissQprint e para a impressora Karibu, que tem sistema rolo a rolo.

A marca suíça também desenvolveu um verniz para os equipamentos Karibu. Ele pode criar efeitos visuais e táteis atraentes que destacam os padrões de um papel de parede, por exemplo.

Um revestimento de verniz sobreposto às tintas CMYK torna o impresso mais resistente a água e solventes.

O verniz também pode cobrir totalmente o material impresso, com a finalidade de atribuir brilho e aumentar a resistência ao desgaste do material.

Fonte: swissQprint



MTex lança impressoras e inaugura showroom

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 27/08/2014

Impressora MTex 5032Pro pode lidar com pesados rolos de mídia

Impressora MTex 5032Pro pode lidar com pesados rolos de mídia

A MTex, fabricante de impressoras digitais têxteis, inaugurou um showroom na Inglaterra, onde promoveu o lançamento dos equipamentos MTex 1800 e 5032Pro, ambos com sistema de alimentação reforçado, para trabalhar com rolos mais pesados de mídia.

A MTex 1800 possui largura de 1,8m, incorpora bulk de dois litros de tinta e imprime na velocidade de 48m2/h. A 5032Pro tem 3,2m de largura e apresenta sistema de alimentação eletropneumático.

Stewart Bell, diretor da MTex na Inglaterra, declarou: "Depois das 1800 e 5032Pro, lançaremos ainda este ano a MTex TurboSub e a MTex 500C".

As máquinas da MTex são indicadas para empresas que imprimem tecidos para aplicações de sinalização, decoração e moda.

Fonte: Output Magazine



Cast e calandrado: métodos de fabricação do frontal (vinil adesivo)

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 14/01/2013

O frontal (película de PVC do vinil adesivo) é composto basicamente pelos seguintes elementos:

  • Plastificante: torna o filme flexível;
  • Pigmento: dá cor ao filme;
  • Aditivos: conferem propriedades específicas;
  • PVC: polímero de policloreto de vinila.

Além das matérias-primas, o processo de fabricação (cast ou calandrado) influencia na qualidade do vinil adesivo.

Cast (fundição)

Produz filmes de excelência, alta performance, durabilidade e flexibilidade. No processo de fabricação cast, as matérias-primas são adicionadas em ordem determinada, dentro de um recipiente. Além da sequência, elas devem ser misturadas numa velocidade controlada, em períodos demarcados, para formar uma mistura consistente. Essa mistura (líquida), conhecida como organosol, é "derramada" numa base, chamada de carregador, geralmente feito de papel.

Depois, submete-se a mistura a estufas, cuja função é evaporar os solventes da solução. Em seguida, forma-se um filme sólido (de espessura de 2 mil-milésimos de polegada), que é enrolado em bobinas, para receber o revestimento adesivo subsequente.

É o carregador que determina a textura do filme. Como o vinil é colocado nele em um estado "relaxado", o filme acaba por oferecer grande estabilidade dimensional (baixo encolhimento).

Esse processo também permite obter películas muito finas, devido ao controlador (nivelador) de espessura. Uma característica que ajuda na conformação do produto.

Processo de fabricação cast (vinil adesivo)

Esquema da fabricação do filme cast

Calandrado

Na fabricação do calandrado, são utilizados os seguintes dispositivos em sequência:

  • Mixers (misturadores): faz a mistura (chamada de dry blend) dos componentes (pó ou líquido) que formam o laminado. As matérias-primas variam de acordo com o resultado que se deseja obter. Mas, basicamente, os elementos empregados são: PVC, plastificante, estabilizante térmico, pigmentos e aditivos.
  • Banbury (misturador que usa pressão e calor): dentro dele ocorre a gelificação. Em outras palavras: a mistura passa para o estado gelatinoso. Esse processo aplica altas temperatura e tensão. Ao fim dele, a massa fica mais uniforme, para a homogeneização do produto final.
  • Strainer (filtro/dispensador): sistema de filtragem que retém impurezas e contaminações da mistura.
  • Calandra: dispositivo composto por diversos cilindros por entre os quais passa a mistura. Nessa etapa são definidas as características do laminado, como espessura, propriedades mecânica e efeitos (brilhante, fosco ou fibra de carbono). Esses acabamentos e texturas são obtidos por meio da variação de temperatura e cisalhamento, ou por cilindros especiais (como fibra de carbono). No próprio conjunto de cilindros, ocorre também o resfriamento.
  • Embobinamento: depois de resfriado e em condições ideais, o material segue para essa etapa final, que dispõe o produto em rolos. Em seguida, eles vão para o armazenamento, em locais abertos, isentos de poeira e contaminantes. É nesse formato (bobinas) que o laminado de PVC é comercializado para os fabricantes do vinil adesivo.
 
Esquema: fabricação do calandrado (vinil adesivo0

Sequência de calandras que fazem parte do processo calandrado

Fonte: Tekra. Artigo redigido por InfoSign e publicado originalmente no dia 14 de janeiro de 2013.