Sinalização digital externa e as cidades inteligentes

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/03/2019
Tecnologia pode ser usada para melhorar os centros urbanos

Tecnologia pode ser usada para melhorar os centros urbanos

Não há dúvida de que a sinalização digital externa está mudando a cara de muitas cidades. Não se trata apenas de empresas tentando aumentar suas receitas por meio da tecnologia; ela faz parte das mudanças pelas quais estão passando as “cidades inteligentes”.

Em 2018, 55% da população mundial estava vivendo em áreas urbanas. O número deve aumentar para 68% até 2050. São mais 2,5 bilhões de pessoas procurando por lares, serviços e empregos em centros urbanos já lotados.

As “cidades inteligentes” adotam tecnologias para melhorar serviços, e a sinalização digital externa parece ser parte fundamental desse processo, pois está em linha com as tendências físicas, tecnológicas e ambientais da atualidade. Há instalações que melhoram a vida em áreas urbanas, ao oferecer bons serviços, manter as pessoas seguras e melhorar a qualidade de vida.

Serviços melhores

A sinalização digital de autoatendimento é cada vez mais comum. Elas são quiosques interativos, máquinas de bilhetes, telas tácteis usadas em varejo e exibições automáticas em compras de drive-thru.

O reconhecimento facial pode ser o próximo passo para a sinalização digital de autoatendimento. O KFC na China está empregando exibições que sugerem refeições com base no sexo e na idade do cliente. Também na China, alguns displays externos de reconhecimento facial são usados pela polícia para monitoramento e identificação.

Segurança

Nos EUA, a sinalização digital também tem sido usada para fins não comerciais. Com as instalações existentes, as autoridades conseguem fornecer alertas meteorológicos em vários estados, a fim de avisar a população sobre furacões e possíveis desastres naturais. É um indicativo de que, em breve, veremos a sinalização digital sendo usada em tempos de crise nas cidades de todo o mundo.

Qualidade de vida

A sinalização digital pode tornar os centros urbanos lugares mais agradáveis. A cidade de Bentonville, no Arkansas (EUA), recentemente trocou alguns de seus outdoors estáticos por digitais, que permitem que vários anunciantes compartilhem o mesmo espaço, em um loop contínuo de conteúdo. Por isso, a cidade conseguiu reduzir o número total de outdoors e melhorar a aparência da região.

As tendências relacionadas às características físicas, tecnológicas e ambientais da sinalização digital externa permitem que empresas e governos ofereçam serviços melhores para um número maior de pessoas. Essas tendências e seus benefícios garantem o crescimento contínuo da sinalização digital externa nos centros urbanos. Com essa integração, todos saem ganhando.

Fonte: DigitalSignageToday



DisplayLite apresenta novas telas touch de grande formato

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/05/2013

A DisplayLite, fornecedora britânica de displays para sinalização digital, apresentou uma nova série de telas multi-touch de grande formato. As novidades em LED permitem que qualquer tipo de negócio seja beneficiado por estas tecnologias.

De acordo com seus representantes, o visual apresentado pelos produtos é similar ao de dispositivos móveis, o que causa familiaridade entre usuários e equipamentos.

DisplayLite apresenta novas telas touch de grande formato

Fornecedora lança displays de grande formato

Disponíveis em 101,6cm, 116,8cm e 139,7cm, as telas podem ser totalmente personalizadas e marcadas com logos e cores de acordo com as preferências dos clientes. Segundo a empresa, é possível também optar entre modelos de mesa e de parede.

Fonte: Output Magazine



Durst Brasil lança impressoras Kappa 180 V2 e Kappa 320

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 18/01/2014

Durst Brasil apresenta a impressora Kappa 320

Durst Brasil apresenta a impressora Kappa 320

A subsidiária brasileira da Durst, fabricante de impressoras digitais, anunciou o lançamento de novos equipamentos inkjet para o segmento têxtil: o Kappa 180 V2 e o Kappa 320. Conheça as principais características técnicas das máquinas:

Kappa 180 V2

Robusta, a impressora apresenta oito canais de cores de tinta e nova unidade secadora, que permite secagem sem o contato com a mídia, em três fases e a uma temperatura máxima de 130ºC. Produz imagens em 1000dpi e apresenta velocidade variável: de 580m2/h (modo de passagem única) ou de 297m2/h (dupla passada).

As tintas usadas na Kappa 180 V2 receberam certificação GOTS (Global Organic Textile Standard), que assegura que o processo é ecológico e não agride as fibras dos tecidos, o meio ambiente ou os operadores.

Kappa 320

Impressora que possui secador horizontal com três passagens, produz em resolução de 1000dpi, apresenta oito canais de tinta e pode trabalhar com diferentes tipos de tecidos. A máquina emprega software RIP da Caldera e sistema CostView, que automaticamente calcula os custos de produção e emissão de CO2. A impressora produz em velocidades que variam de 340m2/h a 650m2/h.

Flávio Hirata, CEO da Durst Brasil, declarou: "O mercado mundial de impressão têxtil produz cerca de 27 mil metros quadrados. Destes, apenas 1% foi realizado via processo digital. Nesse contexto, há estimativa de crescimento de 3% ao ano para as aplicações digitais. Assim, nossa expectativa com os novos modelos Kappa é enorme, e queremos repetir o sucesso nas instalações que já obtivemos em um passado recente com a Kappa 180″.

As novas impressoras serão apresentadas também na Febratex 2014, feira que ocorre de 12 a 15 de agosto, no Parque Vila Germânica em Blumenau (SC).

Fonte: Durst Brasil