MS Printing lançará impressora UV industrial na Fespa 2018

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/04/2018
JPK UV é indicada para empresas que produzem grandes tiragens

JPK UV é indicada para empresas que produzem grandes tiragens

A MS Printing, fabricante de impressoras digitais, estará na Fespa 2018, feira que ocorrerá entre os dias 15 e 18 de maio, na Alemanha. Para o evento, a empresa promete levar o JPK UV, equipamento LED desenvolvido para suprir demandas de alta produtividade de usuários que utilizam sistemas tradicionais, como a flexografia, mas buscam migrar para a impressão digital.

Com tecnologia semelhante à de outras máquinas da MS Printing, a JPK UV emprega cilindros de alta capacidade para desenrolar e rebobinar mídias, os quais permitem operação industrial por 24 horas por dia, em 7 dias por semana.

De acordo com a empresa, a JPK UV é indicada para indústrias de produtos de decoração interna (pavimentos e laminados de móveis e parede) e externa (painéis de construção e laminados de portas).

Klaas Kackmann-Schneider, gerente de desenvolvimento de negócios da MS Printing, declarou: “A JPK UV foi projetada como alternativa às soluções de impressão analógicas. Ela permite que as empresas de impressão tradicional façam a mudança para o digital. Atualmente, o ponto de equilíbrio entre o digital e o analógico está mudando, e os clientes estão exigindo impressoras digitais que podem produzir mais a custos mais baixos. A JPK UV é a impressora ideal para atender a essa demanda crescente”.

Fonte: MS Printing



ColorGate lançará programa SmartControl na InPrint 2014

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 13/03/2014

Software ajuda a gerenciar o consumo de tinta e as manutenções de impressoras digitais

Software ajuda a gerenciar o consumo de tinta e as manutenções de impressoras digitais

A ColorGate, desenvolvedora de softwares gráficos, apresentará o novo SmartControl na InPrint 2014, feira europeia dedicada à impressão para o ramo industrial. Criado para unir e controlar todos os elementos de um fluxo de trabalho, o SmartControl oferece aos usuários ferramentas de gerenciamento e monitoração dos processos produtivos.

O pacote é dividido em dois aplicativos: Server e Touch. O primeiro controla a preparação dos arquivos e dados a serem enviados para a impressora digital. Já o segundo, permite o controle de parâmetros técnicos e de produção, como limpeza das cabeças de impressão e controle de nozzle.

Na feira InPrint 2014, a Colorgate apresentará também uma versão diferenciada do Production Server para empresas do ramo industrial. Entre as características dele estão o PDF Print Engine (APPE) v3 e o driver configurado para dar suporte a uma variedade de aplicações na indústria.

Fonte: Output Magazine



Tornando-se mais sustentável - Parte 1

Por Eduardo Yamashita em 22/01/2017
Uso do vinil adesivo precisa ser discutido

Uso do vinil adesivo precisa ser discutido

Atualmente, as empresas de comunicação visual têm buscado usar soluções mais sustentáveis (“verdes”), isto é, ambientalmente amigáveis e corretas. Um dos principais materiais dessa indústria é o vinil autoadesivo, usado em abundância em aplicações de sinalização, decoração, envelopamento e adesivações diversas. Portanto, em meio a discussões sobre práticas “verdes”, é inevitável discutir as implicações e impactos dos vinis no meio ambiente. Ele é sustentável? Pode ser reciclado? Quais são suas limitações? Neste artigo, buscamos apresentar informações para responder a essas perguntas e eliminar mal-entendidos sobre essas mídias.

O PVC é “verde”?

O policloreto de vinil (o PVC) pode ser considerado um problema em termos sustentáveis? Aplicado ao mercado de comunicação visual, sinalização e envelopamento, ele talvez seja.

O PVC tornou-se o material de básico para filmes gráficos por poder ser fabricado em qualquer cor, além de ser durável e proporcionar elasticidade para aplicações em diversos tipos de superfícies.

No entanto, a produção de filmes de PVC usa ftalatos, que não o tornam necessariamente um material ecológico, principalmente porque ele não vai se decompor nos aterros e não há como reciclar o filme após seu uso. No entanto, atualmente há filmes de envelopamento sem PVC disponíveis no mercado.

Quando se trata de produtos autoadesivos, é importante lembrar que todos eles têm adesivo. Portanto, não importa quão ambientalmente amigável é o filme, o adesivo também deve ser levado em consideração. Atualmente, não há nenhum processo mecânico para separar o adesivo do filme, o que dificulta a reciclagem ou a degradar do material num aterro.

Fabricantes de mídias já estão investindo na produção de películas autoadesivas sem PVC

Busca por alternativas

Por que deveríamos começar a empregar materiais alternativos? A principal razão, em função de uma consciência ambiental maior atual, devemos procurar maneiras de reduzir nossa pegada. Há outra razão muito relevante: os clientes que pedem por soluções mais verdes. Para atendê-los, é necessário armar-se de informação sobre materiais alternativos.

De fato, nos últimos anos as empresas nacionais de varejo e as lojas de “grandes caixas” procuram cada vez mais produtos sustentáveis, e a tendência é que nos próximos anos essa demanda se expanda a empresas regionais e varejistas locais.

A demanda

O que impulsiona os clientes que demandam produtos sustentáveis são os mandatos regulatórios criados em anos recentes, como as normas de fabricação de produtos para crianças (sobretudo, brinquedos infantis). Para esse público, a indústria de sinalização fornece imagens para decoração ambiental, tanto comercial (em lojas e hospitais, por exemplo) quanto doméstica (quartos e cômodos). Obviamente, não se trata de brinquedos, porém os varejistas envolvidos na comercialização de produtos infantis passaram a questionar todos os fornecedores, para garantir que nenhum componente prejudicial seja empregado em itens vendidos para o mercado infantil.

Normas de fabricação de produtos infantis podem ajudar na regulamentação de práticas mais sustentáveis na indústria de comunicação visual

Outra legislação é conhecida como REACH (Regulamento, Avaliação, Autorização e Restrição de Produtos Químicos). Embora tenha sido desenvolvida na Europa, ela pode ser aplicada no Brasil, sobretudo por empresas que importam e exportam para o mercado europeu. Esse regulamento mostra como reduzir o uso de químicos nocivos ( cádmio, cromatos e chumbo) na fabricação de produtos de consumo.

O regulamento afeta fornecedores de clientes multinacionais que exigem compatibilidade em diferentes países. Para padronizar a qualidade dos materiais comprados, os clientes pedem que sejam seguidas as normas de fabricação REACH.

Em função da regulação ambiental atual, alguns fabricantes de filmes autoadesivos estão se alinhando aos novos padrões de emissão de gases de efeito estufa, que surgiram da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas realizada em Paris em 2015. Os efeitos desse acordo histórico sobre nosso setor se desenvolverão nos próximos anos.

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual