Mercado de impressão industrial deve atingir 137 bilhões de dólares em 2024

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/10/2019
Em 2019, o segmento vale quase 100 bilhões de dólares

Em 2019, o segmento vale quase 100 bilhões de dólares

Há novas oportunidades muito interessantes sendo criadas pela impressão industrial e funcional. É o que aponta um estudo recém-lançado pela consultoria norte-americana Smithers. Intitulado “The Future of Functional and Industrial Printing to 2024”, o relatório aponta que o valor atual do segmento é de 97,7 bilhões de dólares, e a previsão é que ele aumente para 137 bilhões de dólares em 2024.

O estudo exclusivo fornece dados de mercado e informações tecnológicas sobre impressão funcional e industrial, segmentadas por processo, aplicações e segmentos.

Segundo a Smithers, a Ásia é a maior região produtora de impressão industrial, o que reflete a posição da China e de outros países vizinhos recém-industrializados. A maioria das inovações técnicas está centrada em máquinas inkjet, que está substituindo impressoras analógicas e mudando a dinâmica das produções.

Outro apontamento contido no relatório mostra que há soluções inovadoras para novas aplicações e setores, como eletrônicos impressos. Além disso, os fornecedores de tecnologias inkjet estão identificando a impressão industrial como um novo segmento. Por isso, têm desenvolvido fluidos, métodos de aplicação e recursos integrados de impressão em muitos setores da indústria.

Os segmentos abaixo foram estudados e retratados na pesquisa:

- Decoração e arquitetura: a inkjet vem sendo adotada por empresas que produzem e estampam aplicações de decoração de interiores como portas, pisos e revestimentos de parede. Novos sistemas inkjet de única passada podem substituir a impressão de rotogravura, pois oferece aos clientes vantagens como a personalização.

- Cerâmica: a inkjet já é amplamente usada na impressão de cerâmica, sobretudo em decoração de interiores. O próximo passo é o desenvolvimento de impressoras que que apliquem vernizes inovadores e produzam efeitos superficiais.

- Eletrônica: novas aplicações estão sendo desenvolvidas com tintas e fluidos funcionais, embora a consistência da impressão continue sendo um desafio na produção de eletrônicos.

- Vidro: impressoras inkjet planas de amplo formato dedicadas a impressão de vidro chegaram para atender ao segmento de arquitetura, sobretudo na produção de projetos exclusivos e personalizados.

- Automotivo: a otimização da produção e a necessidade de diminuir o peso são fatores que estão levando a indústria de carros de luxo a adotar, por exemplo, painéis de iluminação OLED impressos. Porém, o maior volume concentra-se nos materiais impressos para veículos de baixo custo. A inkjet está sendo explorada como substituta de tintas e decalques externos em carros e outros veículos.

- Biomedicina: o envelhecimento da população em vários países aumentou a demanda por serviços de saúde. Há biossensores que monitoram condições geriátricas crônicas sem intervenção direta dos médicos. Muitos desses dispositivos podem ser impressos, especialmente em substratos flexíveis que aderem à pele.

Fonte: Smithers



Veja o making of da montagem do estande sustentável da Fespa

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 22/03/2013

aplication village

Considerado um dos diferenciais da Fespa Brasil 2013, o estande sustentável criado pela Artwork em parceria com a Fujifilm deu o que falar.

Destinado ao público infantil, o Application Village foi montado com materiais sustentáveis e impresso com tecnologia UV.

Confira o vídeo com o making of do estande. Nele, é possível acompanhar passos como a impressão, o corte, o acabamento e até a instalação:

Fonte: Artwork Digital



Epson aumenta produção de equipamentos com cabeças PrecisionCore

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 03/08/2014

A Epson, fabricante japonesa de impressoras digitais, anunciou que aumentará a produção das cabeças de impressão PrecisionCore, empregadas atualmente em equipamentos inkjet industriais e de escritório.

Segundo a empresa, serão investidos aproximadamente 10 bilhões de ienes entre abril de 2014 e março de 2015 na linha de produção sediada no Japão.

PrecisionCore começou a ser produzida em junhode 2013 no Japão

PrecisionCore começou a ser produzida em junho de 2013 no Japão

A PrecisionCore tem controles individuais para cada nozzle, que pode disparar com precisão 50 mil gotas de tinta por segundo. Esse nível de desempenho só é possível em função da fabricação robotizada. Além disso, a empresa domina uma tecnologia inkjet refinada há mais de duas décadas e processos de microfabricação com precisão de milésimo de milímetro.

Ao produzir as cabeças PrecisionCore inteiramente no Japão, a Epson pretende acumular experiência para desenvolver a próxima geração da tecnologia, construir uma base sólida de produção e aumentar a vantagem competitiva da empresa.

A Epson promoverá o uso das novas cabeças em outras plataformas, de modo a aumentar ainda mais a competitividade e o crescimento do negócio da unidade inkjet.

Fonte: My Print Resource