Graphtec lança série de plotters de recorte FC9000

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 13/11/2019
Quatro modelos fazem parte da nova série de plotters

Quatro modelos fazem parte da nova série de plotters

A fabricante Graphtec anunciou a nova FC9000, linha de plotters de recorte que substitui a série FC8600.

Composta por quatro modelos (160, 140, 100 e 75) que variam de largura (1.626mm, 1.372mm, 1.067mm e 762mm, respectivamente), a série é indicada para trabalhos gráficos e de sinalização, executados a uma velocidade de corte de até 1.485mm/s.

As plotters FC9000 podem vir com uma bobina opcional de recolhimento de mídia, para aumentar a eficiência de trabalhos rolo a rolo. Ao usar a função integrada de código de barras, é possível imprimir até 50 metros de material durante a noite e depois cortar na manhã seguinte.

Outra ferramenta destacada pela Graphtec é a nova função de painéis automáticos, que evita o desvio de comprimentos maiores de mídias e divide o trabalho em seções menores para garantir um corte sequencial mais preciso.

As máquinas da linha FC9000 também incorporam a versão 8 do sistema ARMS (Advanced Registration Mark Sensing), que faz o rastreamento das mídias. Além disso, as plotters rodam com o software Graphtec Pro Studio.

Vendido como opcional, o aplicativo Cutting Master 4 está disponível como plug-in de Adobe Illustrator e CorelDRAW.

A FC9000 vem com garantia de desempenho de três anos.

Fonte: Graphtec



InfoSign fecha parceria com a SGIA

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 19/12/2013

Parceria visa alimentar o mercado brasileiro com informações de qualidade

Parceria visa alimentar o mercado brasileiro com informações de qualidade

O InfoSign acaba de fechar uma importante parceria com a SGIA (Specialty Graphic Imaging Association), associação internacional especializada em impressão. Referência no setor, a instituição é conhecida também por apresentar grandes inovações em sua feira anual.

De acordo com Michael Robertson, presidente da SGIA, a participação brasileira na feira tem sido expressiva. "No evento deste ano, em Orlando, tivemos a presença de 87 brasileiros, totalizado 11% dos participantes latino-americanos. Com a ajuda de veículos como o InfoSign, que trabalham para informar a comunidade, esperamos que em 2014, em Las Vegas, esse número seja ainda maior", afirmou.

Segundo o executivo, a indústria do Brasil é extremamente auspiciosa: "A comunidade gráfica brasileira está crescendo. A implementação de tecnologias de ponta e a produção de produtos de alta qualidade se destacam, resultando em um importante fator para o crescimento da economia brasileira".

Para Robertson, a América Latina deve ser analisada. "É importante que olhemos cada país. Cada nação possui seus pontos fortes e suas oportunidades. De modo geral, estamos notando que vários locais adotam melhorias para conquistar uma posição mais competitiva", pontuou.

Animado com a parceria, Robertson comentou: "Estamos ansiosos para apoiar organizações que oferecem educação e desenvolvimento à comunidade, e acreditamos que o Infosign é um recurso importante para os produtores gráficos de todo o Brasil".

Além de divulgar novidades sobre a SGIA, o Infosign publicará artigos técnicos escritos por especialistas da associação internacional. Com a parceria, mais informações de qualidade chegarão ao público brasileiro.



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático