Ampla participará da feira ExpoPrint Latin America 2018

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 13/01/2018
Fabricante apresentará soluções de grandes formatos para o público da área gráfica

Fabricante apresentará soluções de grandes formatos para o público da área gráfica

A Ampla Digital, fabricante nacional de impressoras digitais de grandes formatos, estará presente na ExpoPrint Latin America 2018, feira de impressão que ocorrerá entre os dias 20 e 24 de março, em São Paulo (SP).

Ricardo Augusto Lie, diretor de negócios e sócio da Ampla, declarou: “A ExpoPrint é a grande vitrine da indústria gráfica na América Latina. Por isso, a participação da Ampla é estratégica. Temos grande expectativa de mostrar as nossas soluções em impressão de grandes aos industriais gráficos, que hoje buscam diversificação na impressão comercial e promocional. Acreditamos que nosso portfólio de produtos tem muito a contribuir com a indústria gráfica no processo de ampliação de seu leque de serviços e produtos ofertados”.

Para Lie, o bom momento da retomada de investimentos no país vem acompanhada de um pensamento mais estratégico: “O que tem inspirado grande otimismo e confiança no crescimento do setor e da Ampla neste mercado é que, com a recente crise pela qual o país passou, há um cuidado e uma consciência muito maiores, por parte dos empresários, ao definir onde realizar seus investimentos. Essa postura exige também um maior grau de planejamento, o que vai exatamente ao encontro da nossa abordagem, pois sempre buscamos trabalhar nossas vendas de forma consultiva, entendendo as reais necessidades do negócio de cada cliente”.

O portfólio da Ampla é composto por produtos que atendem desde o pequeno empresário até as grandes empresas multinacionais. São mais de três mil impressoras instaladas no Brasil e cerca de 100 no exterior. A empresa conta com mais de 100 funcionários na matriz em Pinhais (PR) e nas filiais em São Paulo (SP), Lauro de Freitas (BA) e Belo Horizonte (MG).

A rede de distribuidores e assistências técnicas autorizadas da Ampla atua em praticamente todas as regiões do país. A empresa possui também distribuidores na América Central, Argentina, Bélgica, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Egito, Equador, Índia, México, Oriente Médio, Peru, Reino Unido, Rússia e Uruguai.

Fonte: Expoprint



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.

 



KIIAN Digital lança duas tintas para estamparia têxtil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 03/09/2013

KIIAN lança tintas para estamparia têxtil

KIIAN lança tintas para estamparia têxtil

A KIIAN Digital, fabricante de tintas digitais, promete o lançamento de dois insumos especialmente criados para o mercado de impressão têxtil. A primeira novidade é a DIGISTAR E-GOLD, tinta sublimática para transferência térmica ou mesmo impressão direta no tecido de poliéster. O outro lançamento é o DIGISTAR HI-PRO, insumo desenvolvido para o mercado industrial. Trabalha com papel transfer não revestido (de 50 a 60g/m²) e é compatível com todas as cabeças Epson da geração DX.

Alessandra Borghi, diretora comercial da KIIAN, explica: "Estamos muito animados com esses lançamentos desenvolvidos especialmente para as suas aplicações. É um fato pouco conhecido que as tintas atuais são adaptações de tintas existentes".

Fonte: SignPro Europe