Zünd lança sistema de alimentação para corte em tecidos e mídias flexíveis

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/04/2017
Sistema modular é indicado para acabamento de tecidos, couro e mídias flexíveis

Sistema modular é indicado para acabamento de tecidos, couro e mídias flexíveis

A Zünd, fabricante de equipamentos para acabamento, anunciou um novo sistema automatizado de alimentação de substratos que pode ser integrado às mesas de corte da empresa. Trata-se de um alimentador de berço com controle de tensão de materiais flexíveis e elásticos. O dispositivo também controla as bordas das mídias a fim de garantir que elas sejam trabalhadas de forma precisa no equipamento. O alimentador roda com o Zünd Cut Center (ZCC), software que também opera o sistema de câmeras para registro das mesas de corte.

Para empresas que trabalham com couro, a fabricante recomenda a mesa de corte Zünd D3, que inclui um sistema com dois feixes, cada um com até três diferentes módulos (ferramentas) para cortar e perfurar o material. Além da máquina, também é indicado o uso do software MindCut Studio, que otimiza automaticamente os arquivos para a produção do acabamento. Os caminhos de corte são ajustados para o material e tipo de ferramenta, o que resulta em peças de couro com melhor acabamento.

Fonte: Zünd



Como resolver problemas na sublimação – Parte 1: Pré-impressão

Por João Leodonio em 08/11/2017
Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas na pré-impressão sublimática

Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas na pré-impressão sublimática

Às vezes, eles parecem insolúveis e onerosos. Porém, quando analisados friamente, podem ser solucionados com simples correções de processo. Estamos nos referindo aos problemas mais recorrentes na sublimação (sobretudo, na de pequenos formatos). Divido em três partes (pré-impressão, impressão e prensagem), este artigo lista as falhas mais recorrentes na produção de materiais estampados com a tecnologia sublimática. Mais importante: mostramos o que fazer para resolver e evitar tais problemas.Confira:

Problema: falhas encontradas na recepção de arquivos (baixa resolução, sem fonte, desenvolvido em Word ou craquelado)

Arquivos abertos ou em baixa resolução podem gerar problemas, como falta de definição, craquelado (ao ampliar) e perda de fontes ou imagens no fechamento.

Recomendação: recepcionar apenas arquivos em alta resolução. A sugestão é que as imagens estejam em arquivos fechados com, no mínimo, 300dpi. Assim, evita-se que, durante o fechamento no RIP, as imagens sejam alteradas ou perdidas.

Observe a diferença de qualidade entre os arquivos: na foto, um está com 70dpi (em baixa) e outro está com 300dpi (em alta)

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Problema: dificuldade em obter o resultado de cor esperado (perfil de cor)

É comum utilizar um único perfil para todos os serviços. Também é recorrente a falta de conhecimento na aplicação dos perfis. Ambos os casos geram inúmeros problemas na reprodução de cores, o que causa perda de tempo, materiais e dinheiro.

Recomendação: cada tipo de arquivo (reticulado, chapado) deve ter um perfil de cor, para garantir estabilidade, repetibilidade e economia no consumo de tinta, papel e tempo, sem comprometer a qualidade dos impressos.

É recorrente o problema de diferença entre as cores da prova e da impressão sublimática. Veja como evitar essa falha

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Problema: prova de cor (impressão digital) não bate com a reprodução final

Há provas feitas em dispositivos e tecidos diferentes da impressora e da mídia da produção. Também existem provas produzidas sem respeitar padrões de tempo e temperatura na prensagem.

Recomendação: a prova de cor deve ser impressa diretamente da máquina que imprimirá o serviço. Além disso, deve ser prensada no tecido e nas condições de tempo e temperatura que o cliente utilizará. Assim, evita-se a diferença de cor entre prova e produção. Recomenda-se não realizar alterações na arte depois dela ter sido aprovada. Se isso ocorrer, é necessário providenciar uma nova aprovação.

Use um perfil de cor para cada tipo de imagem, para evitar problemas na reprodução das imagens

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Problema: prova de cor (impressão offset) não bate com a reprodução final

A prova produzida na plotter da pré-impressão não bate com a cor impressa em offset. A empresa não faz calibração das impressoras (offset e digital). A falta de calibração gera atrasos e perdas de tinta e papel.

Recomendação: a prova de cor deve ser impressa em plotter com o perfil de cor equalizado com a impressora offset. Trata-se de um serviço feito por profissionais especializados, que utilizam um test form (ferramenta para verificação das condições da impressora) na impressora offset. Com o resultado obtido, é gerado um perfil de cores para a plotter. É possível, também, prensar no mesmo tecido da produção. Isso é chamado de “aprovação em máquina”, na qual o cliente aprova as folhas da impressão offset prensados no tecido usado na produção. Porém, esse processo é pouco empregado, devido ao alto custo de hora/máquina e chapas.

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Problema: arte aprovada por celular ou computador não calibrado (e ela não bate com a produção)

Fazer aprovação via fotos de celular ou imagem enviadas por qualquer meio eletrônico é um dos procedimentos que mais geram problemas de diferença de cores. As configurações das telas de celular e computador variam muito. Portanto, o que se vê na tela de quem envia é diferente do que se vê na tela de quem está recebendo. Pior: ao rodar o serviço, surge um terceiro resultado.

Recomendação: aprovação no tecido que será utilizado na produção. Também há a possibilidade de fazer a aprovação digital via imagem. Porém, os terminais da aprovação e de conferência na produção deverão estar devidamente calibrados.

 

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático

 



Mimaki Brasil promove Mimaki Experience

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 03/12/2013

Evento mostrou as principais tecnologias da Mimaki

Evento mostrou as principais tecnologias da Mimaki

A subsidiária brasileira da Mimaki, fabricante de impressoras digitais, promoveu pela primeira vez o Mimaki Experience, evento técnico e comercial que ocorreu na nova filial da empresa, em Recife. Entre os dias 26 e 27 de novembro, clientes e empresários da região puderam ver de perto as seguintes tecnologias:

  • CJV30: impressora que opera com resolução máxima de até 1.440dpi e trabalha com três tamanhos diferentes de pontos. Com a resolução de 540 x 720dpi, quatro passadas e impressão bidirecional, a máquina alcança 17,5 m²/h. Isso é possível devido ao posicionamento simétrico das cores na cabeça de impressão.
  • UJF-3042FX: impressora plana que trabalha na resolução máxima de 1440dpi. Possui área de impressão de 300 x 420mm (A3) e possibilita estampar substratos de até 5 cm de espessura. Além disso, apresenta sistema a vácuo para fixação das mídias e pode operar com três tipos de tinta: LH-100, LF-200 e LF-140.
  • JV5: impressora disponível em duas versões: com 1,6m ou 3,2m de largura. Pode operar com resolução máxima de 1.440dpi e trabalha com três tamanhos diferentes de pontos.

Veja fotos do evento:

Fonte: Mimaki