Zünd Design Center chega à versão 3.1

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 09/07/2017
Plug-in vem com novas ferramentas que aumentam a produtividade

Plug-in vem com novas ferramentas que aumentam a produtividade

A Zünd, fabricante de impressoras digitais, anunciou que o Design Center (ZDC), plug-in para Illustrator, foi atualizado e chegou à versão 3.1. Segundo a empresa, a ferramenta oferece interface renovada com novos ícones, para agilizar os trabalhos e ajudar a manter a barra de ferramentas sempre arrumada, o que facilita a navegação e a busca de funções.

O ZDC permite criar embalagens e displays com apenas alguns cliques. Isto porque a ferramenta oferece uma biblioteca abrangente de modelos de projetos que podem ser alterados e dimensionados conforme as demandas. Além de os modelos para papelão ondulado, PVC, PP e espuma, a versão 3.1 também oferece modelos para MDF. Outra adição foi a capacidade de importar um número ilimitado de objetos no formato .obj.

A Zünd também simplificou a recuperação automática de arquivos. Os QR-codes podem ser criados em uma camada separada. O usuário deve apenas inserir o nome do trabalho e a posição desejada, para o ZDC gerar automaticamente o QR-code correspondente. Além disso, o usuário pode contar com a opção de salvar projetos favoritos em forma de atalho.

O ZDC 3.1 está já disponível e sem custo adicional para os atuais usuários da ferramenta.

Fonte: Zünd



Software de dados variáveis é lançado pela Colorgate

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 20/02/2013

A Colorgate, desenvolvedora europeia de softwares gráficos, acaba de anunciar o VDP Creator, aplicativo para gestão de dados variáveis em impressos. O programa atende a birôs e gráficas digitais especializadas em impressão de grande formato, com tiragens pequenas e médias.

Segundo a empresa, o VDP Creator possui interface gráfica intuitiva e permite a criação de trabalhos com elementos estáticos e variáveis ​​(como bancos de dados). Com o aplicativo, o usuário pode gerenciar layouts com diversos textos, imagens, gráficos (transparências e sobreposições) e códigos de barras, por exemplo.

O software suporta arquivos com diversas extensões (TIFF, PDF, PS, EPS, EPSF, BMP, PDF, JPEG, WMF, PNG e GIF) e formatos de saída como PostScript, PDF e PDF/VT-1.

A fornecedora ressalta também que o VDP Creator trabalha em harmonia com o software RIP Colorgate e com soluções como o Productionserver 7, Filmgate 7 e Photogate Proofgate 7.

VDP Creator: programa de dados variáveis da Colorgate

VDP Creator: novidade da Colorgate

Fonte: Colorgate. Texto: InfoSign



A impressão digital em tecidos como ferramenta para reduzir impactos ambientais

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/07/2016
Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Os argumentos para a adoção de tecnologias de impressão digital têxtil são os mesmos usados em outros segmentos: possibilidade de estampar peças sob medida e em curto prazo, personalização e produção sob demanda. Além disso, a impressão digital reduz desperdícios e aumenta o controle sobre custos por minimizar o inventário. Mas há um benefício que parece superar todos os outros: a sustentabilidade.

Depois da agricultura, a produção têxtil é a maior poluidora de água do mundo, por causa sobretudo dos processos de tingimento. O Banco Mundial estima que o setor de tecidos é responsável por mais de 20% da poluição da água industrial. Para se ter uma ideia, de acordo com o governo britânico, a indústria têxtil do Reino Unido produz anualmente 3,1 milhões de toneladas de CO2, 2 milhões de toneladas de resíduos e 70 milhões de toneladas de água.

Fica pior. O tratamento, o tingimento e a lavagem dos tecidos também causam impactos no ar e no solo. Mais de 2 mil produtos químicos, como benzidina, toluidina, amoníaco, cloro e metais pesados são utilizados em vários agentes antiespumantes, corantes, detergentes e branqueadores.

A produção têxtil lida com dezenas de químicos tóxicos, como formaldeído, cloro, chumbo e mercúrio, que são despejados em cursos de água. Nitrogênio e óxidos de enxofre são emitidos de caldeiras, e apesar de os refugos têxteis poderem ser reciclados, grande parte deles acaba sendo direcionada a aterros.

Tecnologias que atenuam os impactos negativos na produção têxtil devem ser bem-vindas, sobretudo por grandes marcas que buscam melhorar seu desempenho socioambiental. A impressão digital é essa tecnologia. Ela é ainda pouco explorada no mercado têxtil. No entanto, está ganhando terreno, sobretudo entre empresas que precisam reduzir estoques e resíduos. Tecnologias como a Kornit Vulcan empregam um processo livre de água e trabalham com fibras naturais, sintéticas e mistas.

A impressão digital está avançando e tornando mais fácil adicionar determinadas características aos tecidos. Além disso, há revestimentos que podem conferir propriedades isolantes ao tecido ao bloquear a radiação infravermelha.

Tecidos podem receber revestimentos que amaciam e repelem insetos, fungos e micróbios, ou para torná-los retardante ao fogo e proteger o usuário de radiação UV. Os tecidos podem ser tratados para repelir sujeira e água ou para serem condutivos ou receber impressão com material fotovoltaico.

Levar essas informações aos grandes players da indústria têxtil deve ser o objetivo de todos os fabricantes de impressão digital têxtil. Devemos aprender com as experiências no setor comercial, o qual levou anos para reconhecer a impressão digital como um concorrente tecnológico válido.

O conhecimento sobre os benefícios da impressão digital nos setores de moda e tecidos ainda é pequeno, e isso tem de mudar.

 

Esse artigo foi escrito por Laurel Brunner e publicado no site da Fespa em 18 de julho de 2016. O Portal InfoSign foi responsável por traduzir e adaptar o texto.