Software RIP da Caldera em nova edição

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/11/2012

Um dos programas mais famosos no mercado internacional de grandes formatos, o RIP Caldera chega à versão 9.10. Entre as novas ferramentas do aplicativo, estão a "Multi-page Collate" e a "Raster2PDF". A primeira melhora o aproveitamento de mídias por meio de montagens mais acuradas de arquivos digitais (PDFs). Já a segunda novidade, além de otimizar a rasterização, é capaz de remover limitações de tamanho para alguns formatos de arquivos (especialmente TIFFs).

Textile Step&Repeat: uma das novas ferramentas da versão 9.10 do RIP da Caldera

O Caldera versão 9.10 ainda conta com um verificador de padrões de processo, como as normas ISO e FOGRA PSD/PSO. O RIP também vem com uma ferramenta específica para quem trabalha com estamparia digital. Trata-se da "Textile Step&Repeat", com a qual repete-se grafismos, para a impressão de imagens contínuas.

Opcionais

O usuário também pode obter alguns opcionais, como o VisualCut+ (para plotter de recorte), EasyMedia OBC (gerenciamento de cores) e o Printboard (apresenta um panorama das atividades de produção em telas e displays para que todos os funcionários da empresa saibam o que está sendo impresso na empresa).

No site da empresa, o interessado pode baixar uma versão "trial" do Caldera 9, depois de preencher um formulário disponível na página do produto.

Fonte: Caldera. Texto: InfoSign



A impressão digital em tecidos como ferramenta para reduzir impactos ambientais

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/07/2016
Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Além das qualidades técnicas e produtivas, a impressão digital têxtil pode ser uma grande ferramenta de sustentabilidade

Os argumentos para a adoção de tecnologias de impressão digital têxtil são os mesmos usados em outros segmentos: possibilidade de estampar peças sob medida e em curto prazo, personalização e produção sob demanda. Além disso, a impressão digital reduz desperdícios e aumenta o controle sobre custos por minimizar o inventário. Mas há um benefício que parece superar todos os outros: a sustentabilidade.

Depois da agricultura, a produção têxtil é a maior poluidora de água do mundo, por causa sobretudo dos processos de tingimento. O Banco Mundial estima que o setor de tecidos é responsável por mais de 20% da poluição da água industrial. Para se ter uma ideia, de acordo com o governo britânico, a indústria têxtil do Reino Unido produz anualmente 3,1 milhões de toneladas de CO2, 2 milhões de toneladas de resíduos e 70 milhões de toneladas de água.

Fica pior. O tratamento, o tingimento e a lavagem dos tecidos também causam impactos no ar e no solo. Mais de 2 mil produtos químicos, como benzidina, toluidina, amoníaco, cloro e metais pesados são utilizados em vários agentes antiespumantes, corantes, detergentes e branqueadores.

A produção têxtil lida com dezenas de químicos tóxicos, como formaldeído, cloro, chumbo e mercúrio, que são despejados em cursos de água. Nitrogênio e óxidos de enxofre são emitidos de caldeiras, e apesar de os refugos têxteis poderem ser reciclados, grande parte deles acaba sendo direcionada a aterros.

Tecnologias que atenuam os impactos negativos na produção têxtil devem ser bem-vindas, sobretudo por grandes marcas que buscam melhorar seu desempenho socioambiental. A impressão digital é essa tecnologia. Ela é ainda pouco explorada no mercado têxtil. No entanto, está ganhando terreno, sobretudo entre empresas que precisam reduzir estoques e resíduos. Tecnologias como a Kornit Vulcan empregam um processo livre de água e trabalham com fibras naturais, sintéticas e mistas.

A impressão digital está avançando e tornando mais fácil adicionar determinadas características aos tecidos. Além disso, há revestimentos que podem conferir propriedades isolantes ao tecido ao bloquear a radiação infravermelha.

Tecidos podem receber revestimentos que amaciam e repelem insetos, fungos e micróbios, ou para torná-los retardante ao fogo e proteger o usuário de radiação UV. Os tecidos podem ser tratados para repelir sujeira e água ou para serem condutivos ou receber impressão com material fotovoltaico.

Levar essas informações aos grandes players da indústria têxtil deve ser o objetivo de todos os fabricantes de impressão digital têxtil. Devemos aprender com as experiências no setor comercial, o qual levou anos para reconhecer a impressão digital como um concorrente tecnológico válido.

O conhecimento sobre os benefícios da impressão digital nos setores de moda e tecidos ainda é pequeno, e isso tem de mudar.

 

Esse artigo foi escrito por Laurel Brunner e publicado no site da Fespa em 18 de julho de 2016. O Portal InfoSign foi responsável por traduzir e adaptar o texto.



Imprimax lança vinil Rosa Bebê

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 09/08/2015
Vinil Rosa Bebê é indicado para envelopamento de carros

Vinil Rosa Bebê é indicado para envelopamento de carros

A Imprimax, fabricante nacional de películas, anunciou um novo vinil adesivo na cor rosa bebê. Com durabilidade externa de até sete anos, a mídia é composta por frontal de PVC calandrado polimérico com espessura de 80 micra.

Disponível em acabamento fosco (GoldFosco), semibrilhante (GoldMax) e superbrilhante (HighLight), o vinil é indicado para aplicações em sinalização e comunicação visual, como banners, fachadas, peças de PDV, estandes de feiras de negócios, envelopamento de carros, personalização de embarcações, decoração de ambientes, entre outros trabalhos.

Vendida em bobinas de 1,22m x 50m, a película possui cola acrílica aquosa reposicionável e liner de papel couché siliconado de 120g/m2.

Fonte: Imprimax