Serigrafia Sign 2017 terá Sala de Crédito para auxiliar expositoras e visitantes

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 05/07/2017
Iniciativa será promovida em parceria com a Fiesp, Abigraf e Sindgraf

Iniciativa será promovida em parceria com a Fiesp, Abigraf e Sindgraf

A Serigrafia Sign 2017, feira que ocorre entre os 12 e 15 de julho, contará com a Sala de Crédito, ambiente em que expositoras e visitantes terão a oportunidade de se relacionar com instituições financeiras parceiras.

A iniciativa, que será realizada em conjunto com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), a Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) e o Sindgraf (Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo), pretende ser um canal entre as instituições financeiras e as empresas. A iniciativa visa oferecer novas formas de financiamento, oportunidade de interlocução com outras instituições financeiras, programas e formas de financiamento a longo prazo, maneiras de compor garantias em seu financiamento e repactuação e refinanciamento de empréstimos.

Valdair José Tonon, do departamento da micro, pequena e média indústria da Fiesp, declarou: “Saber que há linhas de crédito para oferecer aos seus clientes será uma colaboração muito importante e que vai ajudar as empresas a entenderem como se faz um financiamento e a movimentar o mercado. A organização da feira Serigrafia SIGN FutureTEXTIL foi muito feliz em promover um encontro entre os expositores para falar, entre outros assuntos, sobre a Sala de Crédito. Inclusive é um diferencial desta feira, que saiu na frente e já deu todas as informações necessárias ao expositor para que ele tenha meios de potencializar as suas vendas”.

Para participar, é necessária a inscrição prévia na feira.

Fonte: Serigrafia Sign 2017



Impressão inkjet de pontos variáveis: vantagens, desafios e desvantagens

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 30/06/2014

Atualmente, muitas impressoras digitais empregam tecnologia de pontos variáveis (greyscale). O que isso significa? Quais são as vantagens e desvantagens dela?

As primeiras impressoras inkjet usavam cabeças de impressão binárias, que produziam pontos de tamanhos fixos. Pequenos pontos produzem boa definição de imagem, alta resolução e são bons para textos. Pontos grandes podem cobrir áreas maiores e são bons para cobrir grandes áreas chapadas.

Mas estamos vendo um aumento no uso de cabeças de pontos variáveis, que podem produzir diferentes tamanhos de pontos.

Na tecnologia greyscale, a cabeça de impressão consegue formar pontos de tamanhos variáveis

Na tecnologia greyscale, a cabeça de impressão consegue formar pontos de tamanhos variáveis

Há diferentes abordagens. Algumas cabeças disparam volumes variados de tinta para produzir pontos variados, ao passo que outras cabeças ejetam a mesma quantidade de tinta, mas variam a frequência com a qual a tinta é disparada.

Todos os fornecedores concordam que o problema que mais afeta a qualidade de impressão é a precisão na colocação dos pontos no substrato, algo que fica mais complexo quando várias gotas pousam num mesmo local.

Há vários desafios, incluindo a movimentação do sistema de impressão, que cria turbulência e pode desconfigurar o correto disparo da gota. É melhor quando a cabeça está mais próxima da mídia, porque isso reduz a distância de voo (entre a cabeça e o substrato), mas aumenta o perigo de a mídia golpear a cabeça, o que causa problemas técnicos na peça.

A tecnologia binária compõe pontos de tamanho único (fixo)

A tecnologia binária compõe pontos de tamanho único (fixo)

Além disso, o substrato pode não estar perfeitamente plano, especialmente se for flexível, dificultando o processo de impressão. Por esse motivo, os fornecedores de impressoras planas (flatbed) fazem um grande esforço para manter o nivelamento da mesa.

Abordagens práticas

A Océ, que hoje faz parte da Canon, tem usado cabeças Toshiba Tec com tecnologia de pontos variáveis nas impressoras Arizona. Fred Robinson, gerente de projetos das máquinas Océ Arizona, explica: "Fizemos um estudo que levou dois anos. Nele enfatizamos a qualidade e a confiabilidade da tecnologia de impressão. Baseados nesses fatores, decidimos usar os sistema de múltiplas gotas. Na época, fomos um dos primeiros a empregar essa tecnologia no mercado. E achamos que ela ainda é a melhor".

As impressoras Arizona produzem sete diferentes volumes de gotas, de 6 a 42 picolitros. Para ter uma ideia, 6 picolitros equivalem a um terço do tamanho do cabelo humano. Gotas menores são ejetadas e combinam-se no ar (durante o voo) para formar gotas maiores e, consequentemente, pontos maiores.

Kevin MacArthur, engenheiro de sistemas da  Canon Océ, completa: "O ponto menor permite obter a nitidez que precisamos. Isso permite a obtenção de imagens com detalhes nítidos e áreas com cores suaves. Os outros tamanhos de gota preenchem outros espaços maiores".

Océ Arizona emprega tecnologia de pontos variáveis

Océ Arizona emprega tecnologia de pontos variáveis

A HP desenvolveu o sistema HDR (High Dynamic Range) para ser usado nas impressoras Scitex FB 10000. As cabeças HDR300 disparam gotas fixas de 15 picolitros e podem criar múltiplos volumes de gotas ejetando rapidamente várias gotas sucessivamente. As gotas se mesclam durante o voo para formar uma única gota maior.

Assim, a impressora da HP pode criar gotas com volumes de tinta de 15, 30 e 45 picolitros. Cada uma das cabeças HDR300 tem 192 nozzles, com 150 nozzles por polegada. A cabeça usa 12ml de tinta por minuto e pode disparar 24 mil gotas por segundo.

HP Scitex FB 10000 é outro exemplo de impressora que usa a tecnologia greyscale

HP Scitex FB 10000 é outro exemplo de impressora que usa a tecnologia greyscale

A Durst desenvolveu a Variodrop. Trata-se de uma solução multipulso que combina duas voltagens de pulso, sendo que o segundo aumenta o tamanho da gota na hora que se desprende da placa do nozzle, para que caia como uma única gota sobre o substrato. Assim, a impressora Durst Rho P10 produz gotas de 10 picolitros, mas com o multipulso, ela pode aumentar a gota para 15 picolitros.

Conclusão

A impressão de pontos variáveis tem inúmeras vantagens. Ela mistura pontos grandes e pequenos e torna mais fácil a reprodução de gradientes e mudanças de tons. Também pode reduzir o consumo de tinta, porque alguns pontos são bem pequenos e porque ela dispensa o uso de cores adicionais.

Mas a complexidade de combinar várias gotas para formular um único ponto pode diminuir a velocidade da impressora e demandar cabeças de impressão mais caras. Alguns fornecedores acreditam que gotas de tamanho fixo (de 10 a 14 picolitros) são suficientes, e que podem entregar uma boa resolução, desde que sejam dadas múltiplas passadas.

Por ora, em função do equilíbrio entre custo e desempenho, as máquinas menores tem empregado a tecnologia de pontos variáveis para obter maior qualidade de imagem, ao passo que as impressoras maiores, no geral, trabalham com mais velocidade e tecnologia de pontos fixos. E temos visto que novas cabeças com tecnologia de pontos variáveis, como a Epson Precision Core, que são mais robustas.

É também importante notar que fabricantes estão adotando a tecnologia de única passada em impressoras de documentação e rótulos.

Fonte: Fespa



Tintas ecossolvente ChromeDot Wide Gamut chegam ao Brasil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 13/12/2012

tinta ecossolvente

A Povareskim, fornecedora de serviços e equipamentos para impressão, iniciou a distribuição das tintas ecossolvente ChromeDot Wide Gamut, apostando ainda mais no segmento de grandes formatos.

As tintas usam pigmentos da Clariant (de alta durabilidade), que, segunda a empresa, possuem baixo índice de componentes nocivos (tanto para o operador quanto para o meio ambiente). Certificadas pelo RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances – Restrição de Certas Substâncias Perigosas), elas são livres de substância como mercúrio, chumbo, cádmio e cromo.

Compatível com modelos de impressoras Mimaki, Mutoh e Roland, a nova tinta ecossolvente pode ser usada em equipamentos com cabeças de impressão Epson Micro PiezoTM DX4 e DX5. Além do padrão CMYK, a Povareskim fornece opções de insumos light cyan e light magenta, que aumentam a gama de cores das impressões.

Fonte: Povareskim