Sensient lança tinta Ultra Black para impressão têxtil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 16/11/2015
Insumo é indicado para quem procura reproduzir pretos com alta densidade

Insumo é indicado para quem procura reproduzir pretos com alta densidade

A Sensient, fabricante de insumos para impressão digital, lançou no mercado internacional a versão Ultra Black da Sensient Xennia Amethyst, linha de tintas desenvolvidas para estampar materiais de algodão e viscose, usados para vestuário e decoração interna.

Segundo a empresa, a série Sensient Xennia Amethyst é compatível com as principais impressoras digitais de alta produtividade do mercado. A nova tinta Ultra Black é uma adição de alto nível para clientes que procuram reproduzir pretos de alta densidade. Além disso, o insumo garante a confiabilidade produção e a vida útil das cabeças de impressão.

Simon Daplyn, gerente de produto da Sensient, declarou: “A linha Sensient Xennia Amethyst é líder no mercado de impressão digital de algodão e viscose. E a versão Ultra Black estende essa vantagem. Testes comparativos com outras tintas do mercado demonstraram que a Ultra Black oferece vantagens em relação à profundidade e riqueza de cores. Isso permite a criação de peças com alto contraste e tons brilhantes”.

Fonte: Sensient



Espaço do Empreendedor é novidade na Fespa Brasil 2016

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 27/03/2016
Wilson Giglio encabeçará o Espaço do Empreendedor na Fespa Brasil 2016

Wilson Giglio encabeçará o Espaço do Empreendedor na Fespa Brasil 2016

Entre os dias 6 e 9 de abril, a Fespa Brasil 2016 contará com o Espaço do Empreendedor, onde os visitantes poderão tirar dúvidas sobre negócios e conhecer maneiras de otimizar processos. Segundo a organizadora do evento, trata-se de uma oportunidade de ouvir dicas, orientações e sugestões empresariais do especialista em empreendimento Wilson Giglio.

Além do Espaço do Empreendedor, Giglio ministrará no dia 6 de abril a palestra "Como administrar o seu fluxo de caixa e realizar o planejamento financeiro", em que dá orientações para a criação de centros de custos, análise horizontal e vertical, gráficos e relatórios gerenciais, que ajudarão a administrar fluxo de caixa e planejamento financeiro.

Giglio estará presente também no Sublimation Day, congresso que ocorre dentro da Fespa Brasil no dia 9 de abril. Das 11h30 às 12h00, o consultor fala sobre cálculos de custos para empresas que vendem banners, painéis, adesivos, envelopamentos, fachadas, toldos, luminosos, entre outras aplicações de sinalização e comunicação visual.

Desde 1990, Giglio atua como organizador de empresas e equipes, além de ser consultor em gestão empresarial (especializado em comunicação visual), contador, administrador, palestrante, congressista, escritor e mentor de negócios.

Fonte: Fespa Brasil



Como resolver problemas na sublimação – Parte 1: Pré-impressão

Por João Leodonio em 08/11/2017
Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas na pré-impressão sublimática

Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas na pré-impressão sublimática

Às vezes, eles parecem insolúveis e onerosos. Porém, quando analisados friamente, podem ser solucionados com simples correções de processo. Estamos nos referindo aos problemas mais recorrentes na sublimação (sobretudo, na de pequenos formatos). Divido em três partes (pré-impressão, impressão e prensagem), este artigo lista as falhas mais recorrentes na produção de materiais estampados com a tecnologia sublimática. Mais importante: mostramos o que fazer para resolver e evitar tais problemas.Confira:

Problema: falhas encontradas na recepção de arquivos (baixa resolução, sem fonte, desenvolvido em Word ou craquelado)

Arquivos abertos ou em baixa resolução podem gerar problemas, como falta de definição, craquelado (ao ampliar) e perda de fontes ou imagens no fechamento.

Recomendação: recepcionar apenas arquivos em alta resolução. A sugestão é que as imagens estejam em arquivos fechados com, no mínimo, 300dpi. Assim, evita-se que, durante o fechamento no RIP, as imagens sejam alteradas ou perdidas.

Observe a diferença de qualidade entre os arquivos: na foto, um está com 70dpi (em baixa) e outro está com 300dpi (em alta)

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Problema: dificuldade em obter o resultado de cor esperado (perfil de cor)

É comum utilizar um único perfil para todos os serviços. Também é recorrente a falta de conhecimento na aplicação dos perfis. Ambos os casos geram inúmeros problemas na reprodução de cores, o que causa perda de tempo, materiais e dinheiro.

Recomendação: cada tipo de arquivo (reticulado, chapado) deve ter um perfil de cor, para garantir estabilidade, repetibilidade e economia no consumo de tinta, papel e tempo, sem comprometer a qualidade dos impressos.

É recorrente o problema de diferença entre as cores da prova e da impressão sublimática. Veja como evitar essa falha

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Problema: prova de cor (impressão digital) não bate com a reprodução final

Há provas feitas em dispositivos e tecidos diferentes da impressora e da mídia da produção. Também existem provas produzidas sem respeitar padrões de tempo e temperatura na prensagem.

Recomendação: a prova de cor deve ser impressa diretamente da máquina que imprimirá o serviço. Além disso, deve ser prensada no tecido e nas condições de tempo e temperatura que o cliente utilizará. Assim, evita-se a diferença de cor entre prova e produção. Recomenda-se não realizar alterações na arte depois dela ter sido aprovada. Se isso ocorrer, é necessário providenciar uma nova aprovação.

Use um perfil de cor para cada tipo de imagem, para evitar problemas na reprodução das imagens

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Problema: prova de cor (impressão offset) não bate com a reprodução final

A prova produzida na plotter da pré-impressão não bate com a cor impressa em offset. A empresa não faz calibração das impressoras (offset e digital). A falta de calibração gera atrasos e perdas de tinta e papel.

Recomendação: a prova de cor deve ser impressa em plotter com o perfil de cor equalizado com a impressora offset. Trata-se de um serviço feito por profissionais especializados, que utilizam um test form (ferramenta para verificação das condições da impressora) na impressora offset. Com o resultado obtido, é gerado um perfil de cores para a plotter. É possível, também, prensar no mesmo tecido da produção. Isso é chamado de “aprovação em máquina”, na qual o cliente aprova as folhas da impressão offset prensados no tecido usado na produção. Porém, esse processo é pouco empregado, devido ao alto custo de hora/máquina e chapas.

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Problema: arte aprovada por celular ou computador não calibrado (e ela não bate com a produção)

Fazer aprovação via fotos de celular ou imagem enviadas por qualquer meio eletrônico é um dos procedimentos que mais geram problemas de diferença de cores. As configurações das telas de celular e computador variam muito. Portanto, o que se vê na tela de quem envia é diferente do que se vê na tela de quem está recebendo. Pior: ao rodar o serviço, surge um terceiro resultado.

Recomendação: aprovação no tecido que será utilizado na produção. Também há a possibilidade de fazer a aprovação digital via imagem. Porém, os terminais da aprovação e de conferência na produção deverão estar devidamente calibrados.

 

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático