Sawgrass oferece novos papéis transfer da marca ChromaBlast

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 20/02/2013

papéis transfer ChromaBlast

Papéis transfer ChromaBlast, da Sawgrass

Sawgrass, fabricante de insumo para sublimação e impressão digital, anuncia a venda, no mercado internacional, do papel transfer ChromaBlast. Segundo a empresa, a novidade garante algumas qualidades ao processo e à transferência, como resistência à lavagem.

O papel é voltado para quem trabalha com camisetas, sacolas e tecidos de algodão brancos ou de cores claras. A mídia também foi desenvolvida para funcionar com as tintas ChromaBlast, da Sawgrass.

Mike McEvoy, diretor de comunicação da empresa, falou sobre a novidade: "O baixo preço e as qualidades técnicas tornaram o nosso papel transfer mais acessível e fácil de usar".

Um pacote de 100 folhas (de 28 x 43cm) do ChromaBlast custa, nos Estados Unidos, menos de 130 dólares. A Sawgrass também vende a mídia em outros formatos, como rolo.

Fonte: Sawgrass



AXYZ lança ferramenta de rastreamento de painéis

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 13/05/2019
PanelTracker é agregado ao PanelBuilder CNC Router

PanelTracker é agregado ao PanelBuilder CNC Router

A AXYZ, fabricante de routers, apresentou a PanelTracker, nova ferramenta de rastreamento de painéis que faz parte do software PanelBuilder CNC Router.

Com interface intuitiva, a ferramenta monitora os painéis conforme são processados eles se movem durante a produção.

Projetada para tanto para gerentes quanto para operadores, a solução opera em quatro passos:

- Criação: cria painéis de acordo com as especificações do cliente. Depois de concluído, o arquivo digital é exportado para o PanelTracker;

- Corte: o arquivo é usado para cortar os painéis por meio do PanelBuilder. Feito isso, o arquivo é digitalizado e marcado como “cortado” no sistema;

- Fabricação: depois de cortado, os painéis são digitalizados novamente e, em seguida, marcados como "fabricados";

- Embalagem: para preparar os painéis para serem enviados, o operador atualiza os arquivos e gera as embalagens. Em seguida, o status é alterado para “expedido”.

Em qualquer ponto do processo, um painel danificado ou defeituoso pode ser identificado. Um e-mail é enviado ao gerente de projeto, contendo os dados necessários para que o painel possa ser retrabalhado.

Fonte: AXYZ



Tecidos usados na impressão por sublimação

Por João Leodonio em 03/04/2018
Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

As facilidades de importação e as ofertas da indústria brasileira têxtil impulsionam, atualmente, o mercado de tecidos sintéticos. São materiais que podem receber estampas sublimadas e, embora, haja grande disponibilidade deles, nem todos são recomendados para a impressão por sublimação. Portanto, este artigo ajuda você a reconhecer os principais produtos e classificá-los de acordo com suas composições e aplicações.

Tecidos PP (100% poliéster e diversas gramaturas)

Conheça os materiais têxtil totalmente compostos por poliéster:

- Flamê: malha mais leve que aparenta ter certa transparência. Bastante utilizada para camisetas.

- Devorê: malha mais leve que, devido ao processo de desgaste que sofre em sua produção, tem algumas partes mais fechadas e outras mais abertas, o que confere efeito diferenciado quando sublimada. Muito utilizada para camisetas.

- Crepe: trata-se de um tecido mais nobre e que confere acabamento superior. É muito utilizado para roupas femininas com toque diferenciado. Há variações de Crepe, porém uma característica marcante em todos elas é o alto grau de encolhimento.

- Oxford: mais barato, serve para a confecção de painéis de aniversário e comunicação visual em geral, pois é bem resistente e aceita muito bem a sublimação.

- Tactel: muito utilizado para bermudas e almofadas. Tem um toque menos nobre e apresenta encolhimento quando sublimado.

Mais leve, flamê é bastante utilizada em camisetas

Poliéster com Elastano

Trata-se de uma composição muito utilizada para a composição de peças de vestuário que precisam de um caimento mais colado ao corpo ou para exposição ao calor com menor grau de aquecimento. Conheça os tipos:

- Suéde, Neoprene e Suplex: muito utilizados para calças legging e bodys, pois não apresentam transparência e dão muita mobilidade às peças de vestuário.

- Dry Fit: classificado como malha fria, pois não esquenta muito. É bastante utilizado em materiais esportivos, como camisas de futebol e roupas para academia e pesca. Existem variações de qualidade e gramatura, como o Tecno Dry. Outros tipos são: Helanca, Helanca Light, Helanquinha e Cacharrel, que apresentam características próximas ao Dry fit.

- Chiffon: caracteriza-se por conferir transferência às peças de vestuário, além de ser muito utilizado em painéis de aniversário e comunicação visual.

- Cetim: muito utilizado em peças que precisam de um toque de ceda. Também é utilizado em forros de vestidos e ternos.

Há variações de Dry Fit que também podem ser estampadas com sublimação

PA (Poliéster com Algodão)

Há várias composições, como 50% P/50% A e 70% P/30% A. A principal característica do PA depois de sublimado é não ter 100% de nitidez, pois apenas os fios de poliéster serão estampados. Isso altera a característica de toque, tornando-o mais “pesado”.

PV (Poli Viscose ou Poliéster com Viscose)

Existem alguns percentuais diferentes para cada tipo de fio. Para esses casos, recomenda-se ter muito cuidado e realizar testes antes de sublimar toda aa produção, pois a viscose pode apresentar manchas ao lavar.

Tecidos sublimados também podem ser usados para compor quadros e peças de comunicação visual

Recomendações gerais

Quanto ao processo, recomenda-se testar sempre os tipos diferentes de tecidos antes de efetuar o corte. É necessário analisar a estrutura dos tecidos quanto ao grau de encolhimento. Por exemplo, a sublimação no crepe deve ser aplicada com tempo e temperatura inferiores aos utilizados em outros tecidos.

Ao estampar PA e PV, recomenda-se, após o teste de sublimação, submeter o tecido a uma lavagem para verificar o resultado de cor e manchas.

No caso dos tecidos que sofrem encolhimento ao serem expostos à temperatura (principalmente os materiais com elastano), após definido o percentual de encolhimento nos testes, recomenda-se executar o pré-encolhimento por até oito segundo e com a temperatura do serviço. Depois de encolhido, realize a transferência sublimática.

Alguns tecidos podem ter elastano (ou não). Para ter a certeza da composição, recomenda-se pedir para ver a etiqueta do fabricante no ato da compra dos materiais.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático