SAi passa a oferecer serviço em nuvens para usuários de Flexi e PhotoPRINT

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/02/2013

A SA International (SAi), desenvolvedora de soluções para comunicação visual, incrementou os seus principais pacotes de softwares. Agora, eles oferecem recursos nas nuvens, ganhando os títulos de "Sai Flexi Cloud" e "Sai PhotoPRINT Cloud" (ambos são voltados para usuários e trabalhos de recorte, sinalização e impressão digital).

Acessíveis por meio do "Cloud Web Window", que fica no desktop do usuário, os programas oferecem três importantes ferramentas:

  • Job Reports  (Relatórios de trabalhos): relata informações de produção aos usuários. Essa ferramenta apresenta dados dos trabalhos realizados, fornecendo análises sobre impressão, corte e substratos. Também relata o tempo gasto em cada trabalho.
  • Cloud Storage (Armazenamento nas nuvens): serviço de hospedagem de 1GB livre no qual é possível subir e arquivar trabalhos. Serve de backup ou para compartilhar os arquivos. Acessível através do ícone "Cloud Web Window", esse recurso fornece a plataforma para futuros negócios baseados em computação em nuvens.
  • FlexiQuote™: Ferramenta web que permite a criação de orçamentos. Vem com um banco de dados que ajuda a levantar o preço de materiais, mão de obra, comissões, descontos e impostos. Segundo a SAi, essa ferramenta permite montar cotações em apenas alguns segundos.

A SAi também criou um aplicativo para smartphone, que possibilita o acesso remoto às informações de produção da empresa. Conhecido como o "SAi Cloud", o app é compatível com dispositivos Android e iPhone.

Photoprint em nuvem

PhotoPrint em nuvem

Fontes: SAi e Tecmundo. Texto: InfoSign



Agfa apresenta impressora sublimática para sinalização e estamparia

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/07/2013

Ardeco é impressora sublimática da Agfa

Ardeco é impressora sublimática da Agfa

A Agfa, fabricante de insumos e equipamentos digitais, anunciou uma nova impressora de sublimação, a Ardeco. Especialmente desenvolvida para produção de alto volume, a máquina conta com um sistema avançado de alimentação de substrato e uma variedade de configurações de cabeça de impressão. Além disso, a impressora possui um sistema de corte em linha.

A Ardeco — que pode trabalhar com tecido de poliéster de até 3,2m de largura — é capaz de imprimir cores sólidas, garantindo imagens de qualidade em peças de sinalização, como displays e bandeiras.

A máquina vem também com uma calandra embutida, dispensando, portanto, dispositivos adicionais de transferência. Sua tinta tem características que fazem com que os tecidos possam passar pelo processo de impressão sem qualquer tipo de dano.

Fonte: Agfa



Por que instalações com vinis adesivos falham? (parte 1)

Por Eduardo Yamashita em 08/08/2014

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Imagens em vinil adesivo podem ser usadas para produzir anúncios, cartazes, outdoors, banners e envelopamento de veículos. Quando tudo vai bem, as imagens duram e são eficientes e atraentes. No entanto, é possível acontecer muitos erros na instalação dos vinis – a maioria dos trabalhos não é perfeita. Se a imagem instalada tem bolhas ou rugas, o trabalho fracassou. Se o vinil começa a levantar, ressecar ou levantar da superfície, a falha é grave.

A "falha do vinil" acontece quando o cliente rejeita a imagem por causa da baixa qualidade do trabalho ou porque o vinil não adere como deveria. Ao entender as causas das falhas da aplicação, é possível impedi-las. Este artigo identifica problemas, analisa causas e recomenda soluções nas instalações de vinis.

Problemas de instalação

Falta de capacitação

As falhas mais comuns do envelopamento de veículo são: bolhas, rugas, acabamento mal feito, posicionamento inadequado e baixa aderência do vinil adesivo. Os quatro primeiros estão relacionados à instalação e raramente ocorrem quando o instalador é qualificado. Na instalação, não basta ter uma espátula e saber qual lado do vinil é pegajoso. Dependendo da situação, é necessária a contratação de um profissional para ensinar e treinar a equipe.

Adesão

A baixa aderência do vinil adesivo é recorrente em recortes, contornos de objetos (acessórios) salientes e bordas da imagem. A limpeza inadequada provoca fraca adesão da película. Portanto, coloque em prática técnicas de limpeza que usem soluções adequadas e panos (um molhado, para esfregar com a solução de limpeza, e um seco, para remover a solução antes da evaporação do solvente). Também realize movimentos minuciosos e metódicos. Preste atenção extra às bordas da superfície. A instalação será prejudicada caso a pressão da espátula seja insuficiente ou se não houver espatulação adequada.

Alongamento excessivo

Se vinil é esticado em demasia, sua memória pode levantá-lo. Portanto, nunca estique o vinil em superfícies planas ou ligeiramente curvadas. Para partes simples dos veículos, quando a forma só muda em uma direção, aplique a película de modo descontraído. Instale o vinil até os recuos (baixos relevos ou curvas complexas) e trabalhe-o na primeira área rebaixada completamente. Jamais deixe uma área para ser empurrada (esticada) para o recuo. Em seguida, aplique o vinil para a área seguinte, do mesmo modo.

A maioria dos veículos tem curvas complexas que mudam de forma em mais de uma direção ao mesmo tempo. É impossível conformar o vinil (sem esticá-lo) de uma curva simples em uma complexa. Mesmo os melhores vinis (projetados para as superfícies mais complexas) são incapazes de envolver uma bola em uma só peça, sem emendas, cortes ou rugas.

O vinil tem limites, e profissionais só devem vender e produzir em superfícies que tenham probabilidade de sucesso. A regra de ouro para curvas complexas é esticar o vinil o mínimo necessário.

O sucesso da aplicação depende do vinil certo e impresso corretamente, instalado numa superfície limpa, esticado minimamente e pós-aquecido.

Pós-aquecimento

O pós-aquecimento ocorre depois de a imagem ter sido devidamente aplicada. Ela deve estar completamente livre de defeitos, áreas soltas ou bolhas.

O vinil é aquecido com um soprador térmico de ar quente sob a temperatura máxima. Deve-se movê-lo lentamente em toda a área da imagem.

Verifique com o fabricante do vinil a temperatura recomendada para cada filme. Geralmente varia de 100ºC a 150ºC.

Recomenda-se um reforço cuidadoso e metódico de pós-aquecimento nas áreas com curvas complexas, assim como em todas as partes da imagem.

Leia a segunda parte desse artigo técnico.

Esse artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

Este artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

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Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual