SAi lança Flexi 19

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 29/04/2019
Conheça as novidades da versão 19 do software de design e produção

Conheça as novidades da versão 19 do software de design e produção

A SAi anunciou o Flexi 19. A nova versão do software de design e produção de sinalização tem como ponto principal o engine 64 bits mais rápido. Segundo a empresa, a solução oferece aumento de 30% na velocidade de processamento.

O Flexi 19 também inclui diversos outros novos recursos e ferramentas, alguns dos quais estarão disponíveis gratuitamente para assinantes da SAi. Conheça as novidades:

Design

A nova “Find my Font” permite abrir arquivos de fotos diferentes, incluindo Bitmaps, antes de detectar automaticamente as fontes e correspondentes. O software também tem uma nova ferramenta de cores exatas Pantone, que permite medir tons e fazer ajustes manuais para obter uma correspondência precisa dos perfis ICC.

Produção

A nova ferramenta “Cut by Layers or Colors” expande a capacidade de cortar designs complexos. A SAi também habilitou camadas para os usuários que trabalham com outros softwares.

Negócios

O Flexi 19 inclui cinco adições novas. Entre elas está a “Pulse”, que exibe “dados na dashboard” e permite que os usuários controlem a produção e o uso de mídias. Além disso, a “Sidekick” permite criar cotações, gerenciamento de contas de clientes e implementação de fluxo de trabalho CRM, para que os trabalhos possam ser exportados com rapidez para o faturamento.

Outras ferramentas

O Flexi 19 vem com o “Custom Spot Color Mapping”, recurso que permite mapear com rapidez e precisão cores especiais e corporativas no arquivo. A ferramenta permite criar bibliotecas personalizadas de cores exatas, para que elas sejam replicadas com precisão toda vez que forem impressas. O “Profile Wizard” também foi aprimorado para facilitar a configuração de limites de tinta e processo. O assistente exibe informações a partir de gráficos de medição.

Fonte: SAi

Tags: SAi, Flexi 19,


Por que instalações com vinis adesivos falham? (parte 2)

Por Eduardo Yamashita em 05/09/2014

Estude bem as variáveis do projeto de instalação para escolher o vinil adesivo adequado a ela

Estude bem as variáveis do projeto de instalação para escolher o vinil adesivo adequado ao trabalho

Na primeira parte deste artigo técnico foram abordados problemas de instalação de vinis causados por falta de capacitação ou de adesão, alongamento excessivo e pós-aquecimento inadequado. A seguir, conheça mais algumas falhas e aprenda a evitá-las e solucioná-las.

Filmes e superfícies com problemas

É necessário se assegurar de que em cada trabalho sejam usados os vinis adesivos adequados. Evite pensar "o vinil da marca X é ruim" ou "o vinil da marca Y é o melhor". O material X pode ser melhor para uma finalidade, ao passo que Y terá melhor desempenho em outro uso.

Cada fabricante de vinil possui um portfólio com muitas opções. Por que eles oferecem tal variedade? A razão é que não há um vinil que funciona para todas as situações. Portanto, mantenha a mente aberta e atualize-se sobre os produtos. Tente extrair o máximo de informação de representantes de vendas, distribuidores, em treinamentos, ou ainda por meio de recursos on-line, linhas de ajuda e guias de seleção de produto. Dominar tais informações faz com que você aproveite melhor os recursos disponíveis, e isso vai ajudá-lo a escolher o filme correto para cada trabalho.

Analise o exemplo: um signmaker foi contratado por uma grande empresa para realizar um projeto com vinis impressos. As imagens deveriam ser aplicadas no teto de um ambiente com tráfego intenso. Para tanto, o signmaker comprou uma grande quantidade de vinis da marca X. Em seguida, imprimiu e instalou a mídia, mas não demorou para que os vinis descolassem. O signmaker não havia contatado o fornecedor das películas a fim de perguntar sobre o produto mais adequado para a aplicação.

A empresa então comprou um lote de filmes de um distribuidor local. Por causa da insatisfação do cliente, o signmaker entrou em contato com o fornecedor X e descobriu que usou o vinil errado. Ao final, a marca X foi forçada a ajudar o signmaker a fazer as escolhas corretas, com o objetivo de proteger sua própria imagem.

Para não ter problemas de instalação de vinis, confira as dicas deste artigo técnico

Para não ter problemas de instalação de vinis, confira as dicas deste artigo técnico

Embora fundamentais, o vinil adequado e um instalador qualificado não garantem o sucesso do trabalho. A composição, as condições e a preparação do substrato são variáveis que influenciam a instalação de vinis.

Outro exemplo: o signmaker deveria instalar imagens ao ar livre em um shopping center. O trabalho parecia simples: instalar vinis em grandes murais de uma parede de madeira com pintura semibrilhante, áspera e texturizada. A fita utilizada para o posicionamento da imagem não aderiu à superfície, inviabilizando o trabalho. O problema poderia ser a irregularidade da superfície áspera ou os ingredientes antigrafite da pintura, ou ambos. Portanto, é fundamental conhecer as condições ambientais antes da instalação, a fim de evitar imprevistos, problemas e falhas.

Lições aprendidas

Exemplos como os apresentados acima acontecem diariamente. Para evitá-los, contate o fabricante do vinil e pergunte-lhe sobre o trabalho e a superfície com os quais você não está familiarizado. Conheça as recomendações. Geralmente, os fornecedores têm a solução ou podem sugerir um produto menos arriscado.

Problemas com o solvente da tinta

Muitas imagens são impressas com tinta à base de solvente. A retenção do solvente no vinil e no adesivo é uma causa recorrente de problemas.

Solventes agem como veículo da tinta para a superfície dos vinis. No contato com a mídia, os solventes amolecem a película e podem migrar para o adesivo. Para que isso não ocorra, o solvente deve ser totalmente evaporado depois de impresso.

A maior parte (de 80% a 90%) da tinta é composta por solvente. Na impressão, há um número mínimo de quatro cores (CMKY) para reproduzir as imagens. Portanto, o processo emprega muito solvente, que deve ser evaporado para que a tinta seja curada. A cura incompleta retém solvente tanto no vinil quanto no adesivo.

Cura

Tinta completamente curada não causa problemas ao vinil. Além da qualidade da tinta, o tempo e os dispositivos de secagem da impressora têm influência direta no processo de cura.

Caso haja dificuldade nesse processo, é possível lançar mão de uma técnica caseira: coloque um ventilador janela (ou similar) em pequenos blocos no chão soprando para cima. Use um engradado (ou objeto plano com buracos que permitam a passagem de ar) para segurar o rolo de vinil impresso e evitar que ele fique apoiado no chão. Ligue o ventilador. Posicione o rolo na vertical de modo que o vento circule entre as voltas da imagem enroladas com espaços entre elas.

Certifique-se de que o ar flui através das lacunas. Assim, as partículas de solvente migrarão a partir da concentração mais elevada (no vinil e adesivo) para o ar de concentração inferior, nas aberturas entre as voltas da imagem. O ventilador deve manter o ar no espaço em concentração constante. O tempo estimado para curar as imagens vai 12 a 24 horas.

Cure devidamente a tinta, para eveitar que o solvente do insumo não agrida o adesivo do vinil, o que provoca falhas na instalação

Cure devidamente a tinta, para evitar que o solvente do insumo não agrida o adesivo do vinil, o que provoca falhas na instalação

Armazenamento e transporte

Os vinis impressos devem ser enrolados com o lado da imagem para fora. Inclua informações das imagens, como dimensões, layouts e dados sobre o projeto. Para evitar danos, envolva as imagens em pacotes plásticos. Elas devem ter as bordas brancas refiladas (em uma mesa e com estiletes próprios – não faça isso em um estacionamento de cascalho ou em uma garagem com piso sujo).

Esse artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

Este artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

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Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual



Sinalização digital zela por vagas de deficientes em estacionamento

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/05/2015

Caso o veículo não tenha o adesivo de deficiente, uma mensagem de repúdio será veiculada em frente ao motorista irresponsável

Caso o veículo não tenha o adesivo de deficiente, uma mensagem de repúdio será veiculada em frente ao motorista irresponsável

A falta de respeito a deficientes físicos e idosos não é uma exclusividade vergonhosa do Brasil. Na Rússia, estima-se que mais de 30% dos motoristas (conforme vídeo abaixo) ignoram as sinalizações que indicam vagas para deficientes em estacionamentos. Por isso, uma organização russa sem fins lucrativos lançou uma campanha para desencorajar “espertinhos” a estacionar ilegalmente em vagas especiais.

O experimento social, conhecido como “Mais que uma sinalização”, empregou sinalização digital e projeções aéreas para comunicar uma mensagem gravada por um deficiente físico, a fim de repudiar quem para ilegalmente em vagas especiais.

A projeção é exibida em uma “tela fina de ar saturado com água”, que é invisível a olho nu e aparece quando um carro sem o adesivo de deficiente tenta estacionar na vaga especial. Uma câmera é usada para verificar a existência do adesivo no veículo.

Fonte: Digital Signage Connection