Ricoh anuncia nova geração de cabeças de impressão

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 03/05/2017
Dispositivos foram aperfeiçoados para tecnologias de única passada

Dispositivos foram aperfeiçoados para tecnologias de única passada

A Ricoh, desenvolvedora de tecnologias, anunciou o lançamento das MH5421F e MH5421MF, cabeças de impressão com 1.280 nozzles capazes de trabalhar na resolução de 600dpi e disparar gotas de tinta em volumes variados (7, 14 ou 21 picolitros).

Disponíveis a partir de junho, as cabeças foram desenvolvidas para fluidos com viscosidade baixa e média, como tintas digitais UV, solventes e aquosas. Segundo a empresa, os dispositivos têm desempenho estável e estrutura de recirculação, que permite o fluxo contínuo de tinta atrás dos nozzles, o que reduz o risco de falhas provocadas entupimento ou bolhas de ar.

Compatíveis com tintas UV, solventes e aquosas, as cabeças são indicadas para equipamentos de impressão única passada (em que a cabeça permanece numa posição fixa e executa enquanto a mídia passa por baixo) nos mercados de tecidos, etiquetas, embalagens e cerâmicas.

Ainda de acordo com a Ricoh, as cabeças oferecem confiabilidade em sistemas de ajustes rápidos que usam tinta pigmentada e materiais brancos ou metálicos.

Fonte: Ricoh



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático 

 



3M lança vinil adesivo IJ180mC-10UR

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 09/05/2017
Película tem propriedade ultrarremovível

Película tem propriedade ultrarremovível

A 3M, desenvolvedora de tecnologias, apresentou no mercado internacional o IJ180mC-10UR, novo vinil adesivo ultrarremovível que se destaca com limpeza e rapidez das superfícies onde foi aplicado.

Segundo a empresa, a película oferece tack inicial otimizado e acabamento liso, além de vir com a microtecnologia Comply Adhesive.

Indicado para impressão digital, o filme está disponível em rolos de 1,4m × 46m e tem garantia 3M MCS Warranty.

Kimberly Tostrud, do departamento de marketing da 3M Commercial Solutions Division, declarou: “O IJ180mC-10UR é uma excelente opção para quem trabalha com envelopamentos mais permanentes. Este vinil oferece aos instaladores a liberdade de realizar alterações com facilidade, porque ele pode ser removido sem calor ou produtos químicos. Isso permite que os profissionais se concentrem no que é mais importante”.

Fonte: 3M