Portal InfoSign ganha novo layout

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 29/07/2015
Saiba o que há de novo no InfoSign

Saiba o que há de novo no InfoSign

Na última quinta-feira, dia 23 de julho, o portal InfoSign estreou um novo layout. Líder do mercado, a mídia atende mais de 200 mil visitantes únicos por ano.

A home page ganhou novos elementos e chamadas para apresentar ao leitor maior número de novidades e artigos técnicos exclusivos. Além disso, ao longo do menu foram adicionados sete blocos relacionados às principais categorias que organizam as postagens de acordo com os principais temas abordados pelo portal. Novas subcategorias foram acrescentadas para ampliar a abrangência do conteúdo para um mercado em expansão contínua.

Já as páginas de matérias foram remodeladas para melhorar a leitura e apresentar mais conteúdos relacionados. Cada lateral contém um quadro com postagens sugeridas para leitura. Na esquerda, é exibida uma lista de matérias relacionadas. Na direita, você fica sabendo de notícias e artigos mais recentes e mais lidos.

A mudança também foi projetada para atender leitores que navegam no portal usando dispositivos móveis, como celular e tablet.

Pedro Lattari, desenvolvedor do novo projeto do portal, foi taxativo: “A nova estrutura do InfoSign apresenta mais elementos, melhor navegação, mais conteúdo, novas categorias e novas formas de interação. Cada novo detalhe foi elaborado para melhorar a experiência do leitor”.

Há três anos, o InfoSign tem colaborado intensamente para o desenvolvimento do setor, divulgando conteúdo técnico, revelante e que faz diferença no cotidiano dos profissionais do mercado.



Impressão direta em camisetas: saiba como controlar as variáveis do processo

Por John Albrecht em 22/07/2016

Impressão direta em camiseta, conhecida como DTG (Direct-To-Garment), possibilita a personalização de estampas em tecidos claros e escuros

A impressão direta em camiseta, conhecida como DTG (Direct-To-Garment), possibilita a personalização de estampas em tecidos claros e escuros

Talvez você esteja pesquisando sobre impressão direta em camisetas (DTG , Direct-To-Garment) ou procurando um novo método de produzir imagens, reduzir despesas e aumentar os trabalhos. Ou talvez precise de um processo que reproduza maior gama de cores. Se você se encaixa em alguma das possibilidades acima, está na hora de saber mais sobre as impressoras DTG. A seguir, conheça os principais tópicos relacionados à produção dessas máquinas.

Qualidade

Você decidiu que a impressão DTG é para você. Ela pode ser um complemento para a serigrafia. Pode ser usada em produções de larga escala e personalização via comércio eletrônico. Pode também ser uma ótima solução para lojas que ofereçam reprodução de fotos de família em camisetas. Em todos os casos, para obter qualidade de impressão, é preciso levar em conta a qualidade do pré-tratamento, do ambiente e do tipo de camisa que será estampada.

Pré-tratamento

Há dois métodos de pré-tratamento: inline e offline. O processo offline requer um operador para aplicar o pré-tratamento à camiseta, secá-la e carregá-la na impressora. Você pode espirrar o spray manualmente, na prensa térmica (o mais comum) ou transferi-lo por meio de papel. Cada método tem vantagens em relação a custo e/ou consistência. O pré-tratamento offline é geralmente aplicado ao usar tinta branca. Camisetas brancas ou claras podem ou não exigir o pré-tratamento.

O spray deve ser pulverizado na quantidade adequada. Em seguida, você deve determinar se o pré-tratamento será aplicado apenas no local da estampa ou em toda a camiseta. Para o pré-tratamento, considere:

  • Você pode escolher prensar o pré-tratamento (de 30 a 45 segundos) ou curar por meio de um transportador. Se o pré-tratamento não for uniforme ou estiver ausente na área de impressão, o resultado será comprometido. A economia de espaço e o custo mais baixo são as vantagens de usar a prensa térmica. No entanto, o transportador aumenta a produtividade.
  • Caso outro departamento da empresa faça o pré-tratamento antecipadamente, será necessário que toda a área de imagem das camisas seja pré-tratada. Isso pode economizar tempo na impressão, mas o custo aumentará em função do tratamento de uma área maior. No entanto, esse processo permite que apenas um operador carregue e cure, o que aumenta a produtividade. O pré-tratamento offline requer mais trabalho manual que o inline.
  • O custo do pré-tratamento varia de acordo com o produto (camiseta estampada). Além disso, você terá de explicar ao cliente que o contorno quadrado que aparece na camiseta depois da prensagem desaparece após a primeira lavagem.
Antes de investir numa solução DTG, é fundamental estudar a melhor opção de pré-tratamento, inline ou offline

Antes de investir em uma solução DTG, é fundamental estudar a melhor opção de pré-tratamento (inline ou offline)

O tratamento  inline ocorre na impressora. O processo permite ao operador inserir a camisa diretamente na máquina, que realiza tanto o pré-tratamento quanto a impressão. É importante que o spray seja borrifado uniformemente e que a quantidade dele seja determinada com base no tamanho e no tipo de camiseta. Considere:

  • O processo inline exige que a área pré-tratada na camiseta seja ligeiramente maior do que a imagem. Para manter o registro, não mude a posição da camiseta. O software incorpora a área de pré-tratamento com a arte.
  • Não há necessidade de contratar mais pessoal para o pré-tratamento inline.
  • O custo de pré-tratar diminui de acordo com o tamanho da área tratada. O material de pré-tratamento inline evapora totalmente no processo de cura, e não precisa lavar. No entanto, leve em conta a instalação de um secador de maior capacidade de evaporar o pré-tratamento e a tinta após a impressão.

Ambiente de trabalho

A umidade tem papel importante na consistência da impressão DTG, e uma porcentagem de 45% a 70% deve ser mantida para obter resultados de qualidade. Para tanto, instale a impressora DTG em uma sala controlada e com umidificadores. A umidade afeta ainda mais as impressoras com cabeças que disparam gotas de tinta menores (menor picolitro). Leve em consideração outros fatores, como a filtragem e a temperatura do ambiente.

A temperatura também influencia no disparo de tintas. A tinta é à base d’água e não pode variar durante a impressão. Impressoras DTG também terão problema de qualidade quando as temperaturas na área de trabalho ficam acima de 90ºC.

A limpeza do ambiente também é fundamental. Há centenas – e mesmo milhares – de nozzles por cabeça de impressão nessas máquinas. Fiapos, cola, sujeira e outros contaminantes ambientais afetam muito a qualidade do processo. Mantenha as impressoras longe de portas e áreas sujas e de alto tráfego. Alguns fabricantes sugerem substituir as cabeças anualmente, enquanto há cabeças duram cinco anos ou mais. De qualquer forma, não deixe que o ambiente sujo prejudique a produção.

Instale os equipamentos em local limpo e sob condições ambientais controladas

Instale os equipamentos em local limpo e sob condições ambientais controladas

Características da camiseta

A qualidade de absorção da camiseta afeta o pré-tratamento e o brilho da cor impressa. O pré-tratamento ajuda a manter a cor da tinta sobre as fibras do tecido. Saiba que a taxa de absorção varia de acordo com a marca e o fabricante de camiseta. Para controlar essa variável, é aconselhável ter poucos fornecedores e lidar com parâmetros bem definidos.

Algumas camisetas vão precisar de mais pré-tratamento. Você poupará tempo e dinheiro ao determinar isso antecipadamente. Verifique com seus fornecedores as configurações adequadas de pré-tratamento.

As características do tecido também devem ser levadas em consideração. Alguns tipos de camisetas possuem superfícies com fibras mais apertadas para a tinta digital ancorar. Se você não ajustar os parâmetros de pré-tratamento com base nos tecidos, a qualidade e o brilho poderão variar.

Conheça o tipo de tecido das camisetas. A qualidade dele terá influência direta nos processos de pré-tratamento, cura e impressão

Conheça o tipo de tecido das camisetas. A qualidade dele terá influência direta nos processos de pré-tratamento, cura e impressão

Você também deve considerar o poliéster da camiseta. Algumas máquinas DTG podem produzir impressões apenas aceitáveis ​​em poliéster branco. Você encontrará desafios parecidos em impressão de camisetas de poliéster escuro. A migração da cor continua sendo o problema.

Fabricantes de tinta serigráfica têm perseguido essa migração, acrescentando alvejantes à tinta branca. Já as tintas digitais brancas não têm bloqueadores. A única maneira de contornar esse problema, até certo ponto, é utilizar um processo que cure a tinta a uma temperatura muito baixa, enquanto tenta manter a lavabilidade. Alguns fabricantes de impressoras DTG tiveram sucesso limitado com poliéster escuro, embora, sob o ponto de vista da produtividade ainda existam melhorias a serem feitas.

Também leve em conta a descargabilidade, que é um recurso oferecido por algumas impressoras DTG. Trata-se de uma descarga de tinta para obter cores brilhantes em camisetas escuras de algodão com toque zero.

Retorno do investimento

Para que o empresário saiba se terá lucro com a impressora DTG que comprar, deve considerar os custos de consumíveis, trabalho e processo. Além disso, é preciso conhecer o mercado (preço, volume e ajustes de processo). Esses fatores têm grande relevância para obter o retorno do investimento.

Consumíveis

Você terá de dominar os custos de tinta e de pré-tratamento, o que pode ser um pouco complicado. Preços de tinta variam de acordo com o fabricante. O pré-tratamento pode não ter custo (em uma camisa branca ou de cor clara, dependendo da aparência desejada) ou pode custar mais de um dólar por camiseta escura impressa com tinta branca.

Cada fornecedor tem sua maneira de determinar o uso de tinta e de resíduos. Alguns têm softwares que estimam o valor com base no tamanho da imagem, enquanto outros medem o número de gotas de tinta disparada. Certifique-se também de que o custo de resíduos de tinta entre nessa equação.

Custos

O operador de uma impressora DTG tem de lidar com pré-tratamento, cura do pré-tratamento, carregamento da camiseta e com a impressão, até a cura da tinta. Isso é especialmente verdadeiro se você usar prensa térmica para o pré-tratamento offline. Já no pré-tratamento inline, o operador insere a camiseta na máquina e, em seguida, realiza outras funções. Leve em conta os custos desses processos para determinar o retorno do investimento.

Uma pessoa sozinha pode estar apta a rodar vários equipamentos e produzir centenas de camisetas por hora, em um sistema de pré-tratamento inline.

Avalie e controle os custos de equipamentos, consumíveis e mão de obra: eles são fundamentais para que se obtenha o retorno do investimento nas soluções de impressão direta em camisetas

Avalie e controle os custos de equipamentos, consumíveis e mão de obra: fundamentais para obter o retorno do investimento nas soluções de impressão direta em camisetas

O espaço para equipamentos e secadores também deve ser planejado. Com o pré-tratamento inline, é necessário um secador para a evaporação, que vai demandar mais energia elétrica. A prensa térmica é suficiente para curar o pré-tratamento offline.

Fórmulas de retorno de investimento variam muito. Uma impressora pode ser mais barata, mas terá custos mais elevados de operação. Outra máquina pode ser mais cara, mas custará menos para mantê-la.

O dilema para os potenciais compradores de impressoras DTG é não ter volume suficiente para pagar uma máquina de custo mais elevado, ou ter muito volume e arcar com os altos custos de consumíveis, além da mão de obra. Uma possível solução é terceirizar serviços de estamparia digital até que os volumes justifiquem entrar no mercado.

Público-alvo

A estrutura de preço do mercado molda a rentabilidade da impressora DTG. Nas vendas de serigrafia tradicional, quanto maior for a tiragem a imprimir, menor será o preço por camiseta. Uma vez que o trabalho é ajustado para produção, poucos custos são acrescentados à impressão.

Com a DTG é diferente. Por essa razão, as tiragens de larga escala geralmente não são recomendadas para máquinas DTG.

Cabe a cada empresa se diferenciar e atuar em segmentos que podem ser atendidos com impressoras DTG, que são ideais para personalização, curto prazo e produções de pequenas tiragens.

Muitas empresas usam a DTG para atender aos segmentos mais tradicionais e adicionam a tecnologia à produção serigráfica.

Suporte técnico

Você gostou da qualidade da impressora DTG e tem mercado para justificar o investimento da máquina. Nessa hora, é fundamental que se pergunte sobre a assistência técnica. Escolha um fornecedor que tenha boa reputação.

Ao considerar um fornecedor, pesquise sobre o histórico da empresa. Conheça os técnicos que prestarão serviço. Veja se o fornecedor está na vanguarda do mercado.

Certifique-se de que o fornecedor investe em tecnologia e usa recursos para ajudar os clientes. Certifique-se de que tanto o fabricante quanto o fornecedor estão trabalhando em conjunto (se forem empresas diferentes).

Você não quer apenas receber uma "caixa" e ler um manual com os detalhes sobre funcionamento de softwares, peças, fluxo de trabalho, preparação de arte, materiais, pré-tratamento etc.

A experiência técnica também é importante. Por ser uma nova indústria, alguns fornecedores usam tecnologias genéricas e inserem-nas em máquinas DTG. Certifique-se de que você será servido por técnicos especializados e que você terá acesso a um suporte que ajude no funcionamento da máquina.

O mercado de DTG está sempre mudando, e é necessário contar com um fornecedor que inove. Não é um mercado fácil, embora possa ser lucrativo. Você precisa de um fornecedor que compreenda a indústria de estamparia têxtil e que está investindo em pesquisa e desenvolvimento. Portanto, selecione o fornecedor certo e tenha mais chances de ser bem-sucedido.

No mercado de impressão digital direta em tecido, muitas inovações acontecem com frequência: novas tintas, menores custos de impressão, velocidades mais elevadas de produção, maior qualidade, maior versatilidade de substratos, cores mais brilhantes, novas opções de cores e fluxos de trabalho mais sofisticados. Não fique para trás. Ao controlar e otimizar as variáveis do processo, você também pode fazer parte da revolução DTG.

Sobre o autor: John Albrecht (jalbrecht1@earthlink.net) tem 30 anos na indústria de estamparia têxtil. Atualmente, faz parte da direção de vendas da Kornit. Há muito tempo, é um voluntário da SGIA

Sobre o autor: John Albrecht (jalbrecht1@earthlink.net) tem 30 anos na indústria de estamparia têxtil. Atualmente, faz parte da direção de vendas da Kornit. Há muito tempo é voluntário da SGIA

Este artigo foi publicado inicialmente no SGIA Journal e reproduzido pelo InfoSign com a permissão da SGIA (this article first appeared in the SGIA Journal and is reprinted with permissions from the SGIA)



Cobertura Fespa Brasil 2016 – Parte 1: Impressoras digitais

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/04/2016
Evento foi marcado pela forte presença de impressoras digitais para estamparia têxtil

Evento foi marcado pela forte presença de impressoras digitais para estamparia têxtil

A edição de 2015 da Fespa Brasil havia deixado um sinal claro e indelével: a impressão digital têxtil estava em franca ascensão no mercado brasileiro. Novos fornecedores, equipamentos e tecnologias chegavam para tomar espaço de processos consolidados, como a impressão solvente, e para ser uma presença cada vez mais cativa em segmentos ainda pouco explorados pela impressão inkjet de grande formato, como a indústria de fabricação de tecidos.

Um ano depois, na Fespa Brasil 2016, que ocorreu entre os dias 6 e 9 de abril, o potencial auspicioso parece estar se concretizando. Isso foi demonstrado pela copiosa presença de equipamentos e materiais para estamparia têxtil digital exibida durante a feira. Dessa pluralidade fazem parte as já conhecidas tecnologias de impressão sublimática e, em menor medida, a UV e a látex, cujos sistemas são adaptados também para imprimir em determinados tipos de tecidos para sinalização e decoração.

Há também as tecnologias de impressão direta que empregam tintas reativas, dispersas, ácidas ou pigmentadas. Embora mais abundantes, esses sistemas de impressão de grande formato podem ser considerados basicamente incipientes no país. São indicados a grandes indústrias têxteis e requerem investimentos igualmente proporcionais. Também exigem o domínio de técnicas e processos auxiliares relativamente complexos de pré e pós-tratamento. Mas se essas características significam certas barreiras para a adoção da tecnologia, é possível perceber que ela ainda tem muito a se desenvolver e evoluir. Ou seja, há potencial e muito espaço para trabalhar. Portanto, podemos esperar muitos desdobramentos relativos à impressão digital têxtil.

Para você que visitou a feira ou para quem não conseguiu prestigiar o evento, o InfoSign, veículo parceiro da Fespa Brasil, preparou uma cobertura completa, dividida em seções, a começar por esta, que trata especialmente de impressoras de grande formato.

Impressão têxtil (direta e sublimática)

A Sign Supply investiu em uma divisão têxtil, a Digitex, para prover soluções específicas para o mercado de tecidos. Entre as iniciativas do novo braço da empresa está a distribuição de impressoras sublimáticas da DGI, como a HS FTII e a FT-1604X. A primeira tem 1,8m de largura, ao passo que a segunda apresenta largura de 1,6m.

Além de expor impressoras UV, a Mimaki apresentou suas principais impressoras sublimáticas da linha JV, que contempla o modelo JV300, capaz de trabalhar na velocidade máxima de 112,5m²/h. A Mimaki também foi representada por distribuidores como a TS2, que esteve na Fespa Brasil 2016 para exibir soluções da fabricante japonesa e outras marcas.

Fabricante, a J-Teck também esteve presente na feira para apresentar seu portfólio de produtos têxteis, entre eles a linha de insumos sublimáticos com cores fluorescentes. No estande da empresa, o visitante também pôde conferir a impressora Papyrus, fabricada pela D.gen, parceira da J-Teck no Brasil.

Impressora sublimática da D.gen, no estande da J-Teck

Embora tenha apresentado impressoras digitais de tecnologias variadas, a Roland DG destacou em seu estante dois novos modelos sublimáticos da nova série Texart, o RT-640 e o XT-640. A primeira pode trabalhar na velocidade de 48m²/h, em 4 cores. Já a XT-640 é mais produtiva e pode imprimir na velocidade de até 102m²/h, em 4 cores. Os dois equipamentos podem empregar tintas light, laranja e violeta, para aumentar a gama de cores reproduzíveis.

Além de apresentar um de seus principais modelos de impressoras sublimáticas, a Metalnox lançou na Fespa Brasil 2016 a prensa térmica 12000 Smart, modelo semiautomático com sobreposição de bandejas de 70cm x 110cm, no qual é possível obter uma redução de layout de até 30%.

Especializada em prover soluções para o mercado têxtil, a distribuidora Global Química apresentou na Fespa Brasil 2016 produtos de diversas marcas, como as tintas Xennia e Sensient e as impressoras da Epson. A empresa também apresentou materiais usados para sofisticação, como foils, glitters e pastas especiais.

Roland lançou duas impressoras sublimáticas na Fespa Brasil 2016

A EFI, que adquiriu recentemente a Reggiani, fabricante de equipamentos para estamparia têxtil, apresentou a ReNOIR Next, impressora industrial de entrada que pode ser alimentada por papel ou tecidos. Com o modelo de 3,4m de largura, é possível trabalhar na velocidade de até 440m²/h, em resolução de 150 x 600dpi.

Embora não tenha instalado em seu estande nenhuma impressora, a SPGPrints esteve presente na feira para mostrar suas soluções têxteis. Além de equipamentos, a empresa fornece tintas da marca Nebula, composta por insumos sublimáticos, reativos e dispersos compatíveis com cabeças Kyocera.

A fabricante italiana MS Printing esteve novamente na Fespa Brasil e destacou a MS JP4, impressora com sistema rolo a rolo e largura de 1,8m. O equipamento pode trabalhar na velocidade máxima de 180m2/h e resolução de 600dpi.

EFI mostrou ao público brasileiro a tecnologia de impressão têxtil da Reggiani

A Dystar foi outra fornecedora de tintas têxteis presente na Fespa Brasil 2016. Com sede em Cingapura, a empresa apresentou ao público brasileiro a série Jettex, composta por insumos para impressão sublimática e direta (reativa, ácida e dispersa).

Outra fabricante presente na exposição foi a Swiss Performance Chemicals. Com base na Suíça, a empresa desenvolve e produz insumos para sublimação e impressão direta. Além disso, provê soluções para preparação e acabamento de tecidos.

Além de assistência técnica especializada em equipamentos de grande formato, a Fix Impressoras vende a série de tintas sublimáticas Royal, demonstradas na exposição. Os insumos são compatíveis com cabeças Epson DX.

Além do modelo Epson F2000 no estande da Global Química, algumas outras impressoras garment, usadas para estampar camisetas, também foram expostas, como a Tex Pro, no estande da IGS.

Impressão UV

Dona de um amplo portfólio de equipamentos, a Mimaki destacou na feira a SIJ-320UV, impressora UV LED rolo a rolo com largura de 3,2m. A máquina é indicada para produção volumosa de materiais para comunicação visual.

Mimaki SIJ-320UV é indicada para imprimir materiais flexíveis

No estande da Ampla, fabricante nacional, o destaque ficou por conta da New Targa XT LED UV, impressora que tem entre seus recursos a AmplaSmart, tecnologia para monitoramento em tempo real das principais operações do equipamento. A máquina também apresenta o sistema AntiReverse, desenvolvido para dar maior estabilidade na alimentação das mídias. A Ampla também esteve presente no estande da VinilSul, onde uma unidade da New Targa XT Solvente havia sido instalada.

A VinilSul também apresentou, em parceria com a Durst, a Rho P10 160, impressora UV que emprega 10 cabeças de impressão e pode trabalhar com mídias rígidas ou flexíveis em velocidade de até 100m²/h.

Além de diversas soluções para sinalização e comunicação visual, a Akad exibiu a NovaJet UV M6, que emprega cabeças Ricoh Gen5. Plana, a máquina tem área de impressão de 2,5m x 1,22m e pode trabalhar com opcionais como tinta branca e verniz.

Impressora plana NovaJet UV M6 esteve no estande da Akad

No estande da Alphaprint o destaque ficou por conta da EFI H1625 LED, uma impressora híbrida de produção de nível médio. Além do padrão CMYK, a máquina trabalha com tinta branca para estampar mídias substratos flexíveis e rígidos de até 165cm de largura e 5cm de espessura.

A BR Group veio para a feira com um portfólio composto por impressoras ecossolvente, solvente, sublimática e UV. O lançamento da empresa para a Fespa Brasil 2016 foi a Jet Slim, impressora UV LED de entrada, com sistema rolo a rolo, largura de 1,6 ou 1,8m e conjunto de quatro cores (CMYK).

Já a Triangle, parceira da BR Group, também apresentou seu portfólio de tintas, entre as quais a ESC (ecossolvente compatível com a linha Epson SureColor), a ESD (ecossolvente compatível com cabeças de impressão Epson DX) e a FUS (UV para diversos modelos de impressoras de grande formato).

A Mutoh esteve presente na feira com estande próprio e também com a parceira Sign Supply. Entre os destaques da fabricante esteve a VJ 426, impressora UV de mesa indicada para estampar objetos promocionais, embalagens e peças diversas de sinalização.

Ampla expôs sua tecnologia de impressão UV rolo a rolo

Impressão látex

A impressão látex foi representada pela HP. No estande da fabricante, o visitante pôde conferir a linha HP Latex 300, terceira geração da tecnologia fabricada pela empresa. Três modelos compõem a série. A HP Latex 310 tem largura de 1,37m e trabalha na velocidade máxima de 48m²/h. Já a HP Latex 330 é maior, com 1,62m, e pode produzir a 50m²/h. O modelo mais avançado da família é o HP Latex 360, cuja velocidade máxima é de 91m²/h e acompanha eixo de recolhimento.

Toda linha Látex 300 foi apresentada no estande da HP

Impressão solvente

A grande novidade da Fespa Brasil 2016 na categoria de impressoras ecossolvente foi a SureColor S40600, da Epson, que embora não tenha participado com estande próprio, foi representada por expositores como a VinilSul e a T&C. A S40600 apresenta largura de 1,6m e emprega quatro cores e uma cabeça de impressão PrecisionCore. A máquina pode trabalhar na velocidade máxima de 58m2/h ou na resolução máxima de 1.440dpi.

Parceiros da Epson mostraram em primeira mão ao público brasileiro a SureColor S40600

A Glitter também aproveitou a feira para mostrar sua impressora solvente recém-lançada, a GEPF1927. Com largura de impressão de 1,9m, o equipamento pode empregar uma ou duas cabeças Epson DX. A empresa também tem em seu portfólio impressoras UV e sublimáticas, além de prensas térmicas e máquinas a laser.

Outra fornecedora de impressoras solvente presente na Fespa Brasil 2016 foi a Imprimiprinter, cujo catálogo é composto pelos modelos Jet Printer 16W1 e Jet Printer 18W1. As máquinas podem opcionalmente utilizar tintas sublimáticas.