OneVision lança software de pré-impressão digital

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 10/01/2018
Wide Format Automation foi desenvolvido exclusivamente para rodar impressoras de grandes formatos

Wide Format Automation foi desenvolvido exclusivamente para rodar impressoras de grandes formatos

A desenvolvedora OneVision anunciou no mercado internacional o lançamento do Wide Format Automation, aplicativo de pré-impressão para rodar impressoras de grandes formatos.

Com ferramentas específicas de nesting, panelização e acabamento de banners, o software permite a criação de fluxos de trabalho mais ágeis.

Segundo a empresa, a primeira etapa a ser executada por quem usa o software é a calibração da entrada de cores. Isso envolve verificar a qualidade dos dados de impressão dos trabalhos recebidos, para verificar erros. Dependendo do tipo de trabalho, é possível incluir também a geração de marcas de registro e códigos de barras no início do processo. Após a otimização de dados, as transparências são achatadas para acelerar o processo de impressão e evitar erros de cor.

O aplicativo oferece ferramentas para organizar de forma inteligente trabalhos de impressão, sendo elees de vários clientes, em diferentes formas, em uma única folha ou em rolo. Trata-se da otimização do uso dos substratos, para reduzir a quantidade de resíduos e desperdícios.

Outra ferramenta oferecida pelo software é o gerenciador de corte, que corrige linhas de corte danificadas ou incompletas. Sangria, marcas de verniz ou máscaras brancas podem ser criadas por meio de um processo automatizado.

Já o Tiling & Paneling permite que os formatos muito grandes de imagem sejam divididos em vários arquivos menores para impressão. O Inksave permite economizar tintas CMY sem comprometer a qualidade, enquanto a conexão direta com o Onyx disponibiliza dados de impressão otimizados para controlar o RIP.

Fonte: OneVision



Novo site da Agfa Graphics do Brasil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/02/2017
Site é novo instrumento de relacionamento com o mercado

Site é novo instrumento de relacionamento com o mercado

A filial brasileira da Agfa Graphics, fornecedora de equipamentos e insumos para impressão digital, anunciou seu novo site no país. Segundo a empresa, a página está mais responsiva, ou seja, adapta-se ao tamanho e formato das telas de dispositivos mobile, como tablets e smartphones.

O novo site também faz maior integração com as redes sociais da Agfa Graphics, como a página no Facebook da empresa.

Eduardo Sousa, gerente de marketing da Agfa Graphics para a América Latina, declarou: “O novo site é muito mais intuitivo e fácil de navegar, e disponibiliza toda a informação necessária sobre as diferentes categorias de produtos, novidades da empresa, como a nossa participação em feiras e eventos, casos de sucesso de clientes, entre tantas outras informações que proporcionarão uma nova experiência de navegação ao visitante”.

Fonte: Agfa



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.