Océ apresenta quatro novas impressoras ao mercado internacional

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/12/2012

Océ Arizona 440GT

Océ Arizona 440GT: novidade da série de impressoras UV planas da fabricante

Se depender da Océ, fabricante de equipamentos, o ano de 2013 vai ter muitas opções para os interessados em impressão digital. Logo após o lançamento dos modelos 480 GT e 480 XT, da já consolidada linha Océ Arizona®, a empresa acaba de anunciar, no mercado internacional, mais quatro membros da mesma série de equipamentos UV:

As novidades

Ao passo que a 440 GT e a 440 XT operam apenas com canais de tinta CMYK, os modelos 460 GT e 460 XT contam com seis canais (os quatro primeiros para o conjunto CMYK; os demais podem ser configurados para trabalhar com verniz e branco ou duas vezes a tinta branca, de acordo com a escolha do proprietário da máquina).

As impressoras com o sufixo "GT" possuem área de impressão de 1,25 x 2,5m. Já as "XT" têm uma área maior: 2,5 x 3,05m. Ambas as séries podem imprimir substratos de 50,8mm de espessura. Também podem receber um sistema rolo a rolo opcional, para impressão de mídias em bobinas (para rolos com até 2,2m de largura).

Essa nova família de impressora Arizona também foi projetada para oferecer upgrades — mas apenas para as configurações de tinta, e não para os formatos das mesas, que não podem receber upgrades.

A Océ Arizona 460XT

A Océ Arizona 460XT conta com seis canais independentes de tinta

Mais sobre a tecnologia Océ Arizona

As impressoras Océ Arizona contam com a VariaDot® (tecnologia que proporciona a impressão de pontos com dimensões variadas). Segundo a fabricante, as máquinas trabalham com resolução máxima de 1440dpi e têm capacidade para a reprodução de textos de 2 pontos — mesmo em impressões de letras brancas em fundo preto, por exemplo.

A mesa que suporta os substratos vem com um sistema de fixação dedicado. Nos modelos da série "GT", há seis zonas de vácuos. Já as impressoras "XT" possuem sete zonas. Os equipamentos oferecem configurações que diminuem a necessidade de intervenção do operador, reduzindo o carregamento manual e aumentando a produtividade.

Os modelos da série são recomendados para birôs que fazem aplicações diversas: desde peças promocionais para o varejo até produtos especiais, como protótipos de embalagem e papéis de parede para decoração e arquitetura.

Fonte: Océ. Texto: InfoSign

 



HP lança no Brasil as impressoras HP PageWide XL

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 29/05/2017
Três modelos compõem o portfólio HP PageWide XL

Três modelos compõem o portfólio HP PageWide XL

A fabricante HP anunciou a disponibilidade da linha de impressoras HP PageWide XL no Brasil. Indicadas a copiadoras, birôs digitais, gráficas rápidas, fornecedores de serviços de impressão e departamentos centrais de cópias, as máquinas produzem aplicações convencionais em CAD, mapas de sistemas de informação geográfica (GIS) e aplicações de sinalização, como cartazes e peças de PDV. Os interessados poderão adquirir os seguintes modelos:

- HP PageWide XL 5000 (e sua versão multifuncional – MFP): indicada para a produção de médio volume de documentos técnicos em até 14 impressões de tamanho D/A1 por minuto. A máquina emprega dois cartuchos de tinta de 400 mililitros, sistema de troca automática e quatro rolos de mídia para agilizar o trabalho;

- HP PageWide XL 4500: permite que equipes de arquitetos e engenheiros imprimam até 12 impressões D/A1 por minuto;

- HP PageWide XL 4000: permite que equipes de trabalho técnico e copiadoras produzam 8 impressões de tamanho D/A1 por minuto.

Os equipamentos rodam com o software HP SmartStream, capaz de reduzir o tempo de preparação e processamento de trabalhos. O aplicativo também reduz as reimpressões com o gerenciamento de PDF alimentado pelo Adobe PDF Print Engine 3 e oferece pré-visualização de cores por meio da HP Crystal.

A HP também disponibiliza soluções de digitalização e acabamento, como os scanners HP Designjet HD e SD Pro e os novos acessórios HP PageWide XL, como a dobradeira em linha de alta capacidade, o empilhador superior e o empilhador de alta capacidade.

Fonte: HP Brasil



Razões para o crescimento da impressão de cura por radiação UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/02/2018
Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

A Smithers Pira, consultoria internacional de inteligência de mercado, publicou recentemente o estudo "The Future of Radiation Curing Print Markets to 2022", que identificou os principais desenvolvimentos tecnológicos que impulsionam a expansão da impressão de cura por radiação.

De acordo com o documento, em 2017 foram produzidas aproximadamente 1,38 trilhão de impressões A4 (um valor de 63,4 bilhões de dólares) com tintas e vernizes de cura por radiação (UV e feixe de elétrons) - um mercado que está crescendo em torno de 2 a 3% ao ano.

Os usuários estão adotando a secagem instantânea para melhorar a eficiência produtiva e explorar as novas propriedades das tintas e revestimentos. A cura por radiação não só economiza tempo em função da secagem instantânea, mas também permite aumentar a eficiência do processo como um todo.

Enquanto os volumes de impressão em gráficos estão caindo 3% ao ano (entre 2012 e 2022), os segmentos de impressão de cura por radiação estão em expansão. O volume de cura por radiação aumentará 25% em volume e 33,6% em termos de valor durante este período. Leia sobre alguns dos principais apontamentos técnicos levantados pelo estudo:

Cura UV LED

A cura UV LED emprega diodos emissores de luz que emitem uma banda estreita de UV e fornece um pico de energia ultravioleta. Ela oferece uma saída com ampla distribuição em todo o espectro eletromagnético, inclusive luz visível e radiações infravermelhas.

A cura LED gasta menos energia do que os sistemas UV de lâmpada de mercúrio de baixa energia (tópico a seguir), além de desligar instantaneamente, o que reduz o tempo de inatividade necessário para que as lâmpadas atinjam plena eficiência. Também economizam energia por curar instantaneamente a tinta impressa. A desvantagem desta tecnologia é a disponibilidade limitada de tintas adequadas e o alto custo atualmente associado a elas. No entanto, a gama de tecnologias UV LED comercialmente disponíveis está crescendo.

As empresas que usam impressoras UV LED relatam um consumo de energia até 70% menor do que os sistemas UV convencionais. Outro benefício da UV LED é o brilho da cor em função do maior teor de pigmento nas tintas.

A UV LED está crescendo para além de aplicações de nicho. Atualmente, está sendo empregada também em segmentos de maior volume.

Cura UV de baixa energia

Os métodos de cura UV estão mudando. A maior parte da secagem ultravioleta em 2017 ainda foi realizada por meio de lâmpadas de vapor de mercúrio feitas de quartzo, que gastam tempo para aquecer e oferecem potenciais riscos à saúde dos operadores e ao meio ambiente.

Já a tecnologia de cura de baixa energia não tem as mesmas limitações. Trata-se de um sistema que emprega muito menos energia do que as lâmpadas tradicionais de vapor de mercúrio e emprega lâmpadas que não emitem os comprimentos de onda UV mais curtos que geram ozônio (o que obviamente elimina a necessidade de extração de ozônio). Além disso, elas produzem menos calor residual, portanto, exigem menos refrigeração, o que reduz ainda mais o consumo de energia. É uma tecnologia que atualmente ganha espaço na Europa e América do Norte. A cura de baixa energia tem sido instalada em impressoras que empregam duas lâmpadas.

Cura por feixe de elétrons

Esta tecnologia emprega um feixe de elétrons de alta potência para desencadear a reação de polimerização de radicais livres. Uma cortina de elétrons acelerados é emitida em direção à tinta depositada na superfície do substrato. A energia é absorvida pela película impressa e o processo de cura ocorre.

O benefício desta tecnologia é a penetração de elétrons no corpo do filme de tinta, em vez de apenas em sua superfície.

Há desenvolvimentos para ampliar o uso desta tecnologia, sobretudo em impressoras flexográficas e de rotogravura. A proporção dos dispositivos que usam feixe de elétrons na cura permanece baixa, apenas 5% em 2017, e a maioria na América do Norte.

Tintas e revestimento de baixa migração

Como a cura por radiação é amplamente utilizada em embalagens para alimentos, tabaco e produtos farmacêuticos, é importante que nenhum componente dela migre da impressão para o produto, o que pode causar efeitos organolépticos. Isto é particularmente importante na embalagem de tabaco, que é higroscópico.

Odor e mancha são problemas potenciais para as empresas que impressão de embalagens. Os fabricantes estão formulando tintas de baixa migração com componentes selecionados, o que garante que a migração do filme de tinta impresso fique dentro dos limites aceitos de migração.

Tintas híbridas

Vários fabricantes de tinta estão explorando novas formulações, para ampliar a gama de aplicações UV e tintas de cura por feixe de elétrons e melhorar desempenho dos insumos no processo de impressão.

Uma vantagem significativa das tintas híbridas é que elas não são classificadas como materiais perigosos. Isso significa que os fabricantes não precisam aplicar um rótulo de químico perigoso na embalagem e, portanto, podem ser transportar as tintas de modo mais barato, ao passo que a tinta UV pode receber a classificação de perigosa e não pode ser transportada em um recipiente com mais de 25 litros.

Fonte: Fespa