Nova ferramenta de corte para mesas Summa F Series

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 14/12/2016
Ferramenta dá maior precisão aos cortes e acabamentos realizados pelas mesas da Summa F Series

Ferramenta dá maior precisão aos cortes e acabamentos realizados pelas mesas da Summa F Series

A Summa, fabricante de equipamentos para acabamento, lançou no mercado internacional a ADC (Automated Depth Control), ferramenta para controle automático da profundidade de corte em equipamentos Summa F Series.

Segundo a empresa, a ADC simplifica e otimiza o acabamento de peças de comunicação visual ao definir a posição da faca em relação ao nível da superfície da mesa de corte.

Uma vez instalada e calibrada, a ADC fica permanentemente disponível e não precisa ser removida após o uso. Além disso, pode ser usada para todas as ferramentas de módulos tangencial, rotativo e de roteamento.

As mesas de corte da Summa F Series são indicadas para todos substratos como plásticos, cartões, placas de espuma, PVC, acrílico, madeira, placas de alumínio, bandeiras e tecidos.

Geert Pierloot, gerente de marketing da Summa, declarou: “A facilidade de utilização sempre foi um grande trunfo das nossas máquinas. A ADC ajuda na configuração das máquinas, para que vários trabalhos possam ser concluídos dentro de um prazo mais curto, e garantimos a rápida instalação da ferramenta”.

Fonte: Summa



Impressora para estamparia digital, MTEX500 ganha novo distribuidor

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/12/2012

impressora estamparia digital

MTEX500 tem 1,8m de largura de impressão e cinta para transporte de tecidos

Recém-lançada na feira Viscom, em Frankfurt (Alemanha), a MTEX500, voltada para impressão direta em tecido, foi adicionada ao portfólio da Digital Print Innovations (DPI), fornecedora britânica de máquinas para estamparia digital e comunicação visual.

A máquina de 1,8m de largura de impressão é resultado de um contrato OEM entre a japonesa Mimaki e a POD, da Europa. Destaque nesse continente, a MTEX500 trabalha com as seguintes soluções de tintas:

  • Dispersa (para poliéster): atende o mercado de sinalização e comunicação visual;
  • Reativa (algodão): tecidos para lar e vestuário;
  • Ácida (seda e nylon): moda esporte e praia;
  • Pigmentada (tecidos mistos): guarda-sol, moda e indústria automobilística.

A MTEX500 emprega cabeças de impressão Ricoh Gen5, capazes de produzir pontos de tamanhos variados. A impressora pode usar o conjunto de quatro ou oito cores e trabalha com resolução máxima de 1.200dpi e velocidade máxima de 100m2/h.

Um grande diferencial da impressora fica por conta do sistema de alimentação de substrato. Trata-se de uma tecnologia de cinta adesiva — sincronizada com o grupo de impressão — que carrega o material pela máquina. Ela é capaz de trabalhar até mesmo com os tecidos difíceis de serem transportados, como a lycra. A cinta possui um sistema de limpeza (lava e seca) que funciona durante toda a operação, evitando a contaminação dos tecidos por poeira, resíduos e marcas d’água.

Stewart Bell, gerente de vendas da DPI, comenta: "A MTEX3200 é uma solução completa para estamparia digital, que prescinde de calandra, e pode causar impactos no mercado têxtil tradicional. Em breve, estaremos apresentando a máquina tanto na Fespa Digital quanto na Sign and Digital. Teremos também um novo site".

Fonte: DPI. Texto: InfoSign

 



Fujifilm inaugura fábrica de tintas digitais

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 28/01/2013

A planta tem 1800 metros quadrados

A planta tem 1800 metros quadrados

Tradicional fabricante de insumos para impressão digital, a Fujifilm acaba de anunciar a inauguração de uma nova planta em Broadstairs, no Reino Unido. Segundo a empresa, foram gastos mais de quatro milhões de euros para o planejamento e desenvolvimento da construção, além de um adicional de dois milhões e meio de euros para a atualização do departamento de pesquisa e desenvolvimento da fábrica. Ao todo, foram dois anos para a implementação do projeto.

O novo edifício tem 1800m2 e foi construído para aumentar em 56% a produção anual de tintas da empresa, para atender às novas demandas do mercado, que está migrando cada vez mais dos sistemas analógicos (serigrafia, por exemplo) para os digitais.

A fábrica tem a capacidade de produzir seis mil toneladas anuais de tinta, que depois é embalada e vendida em frascos, bolsas ou cartuchos, dependendo do modelo de impressora no qual ela será utilizada.

Mais de 340 empregados trabalham na planta e 80% deles estão envolvidos com pesquisa e desenvolvimento de tintas digitais.

Mais de 340 empregados trabalham na nova fábrica da Fujifilm

Mais de 340 empregados trabalham na nova fábrica da Fujifilm

Colin Boughton, diretor de operações da Fujifilm, comentou: "Nós planejamos tudo meticulosamente, levando em conta a nossa liderança na tecnologia de tintas digitais. Precisávamos ter equipamentos de ponta para garantir uma produção de alto nível, além de ter de aumentar o nosso volume".

Segundo a empresa, todo o projeto faz uso de métodos e processos produtivos que reduzem impactos ambientais. A fábrica emprega, por exemplo, uma caldera que consome 40% a menos de combustíveis fósseis que os sistemas mais convencionais de aquecimento.

Além disso, apenas 7% dos refugos gerados pela fábrica vão para aterros; 23% do lixo retorna como combustível. O restante, 70%, é reciclado. Isso significa que 93% do lixo é reusado de alguma forma.

A fábrica é certificada nas normas ISO 14001 e ISO 9001. E no meio de 2013, a empresa promete a certificação OHSAS 18001, voltada para saúde e segurança no trabalho.

Fonte: Fujifilm. Texto: InfoSgin