Mutoh lança impressora UV LED plana

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 27/05/2018
PerformanceJet 2508UF possui mesa de 1,25m x 2,54m

PerformanceJet 2508UF possui mesa de 1,25m x 2,54m

A fabricante Mutoh apresentou a PerformanceJet 2508UF, nova impressora plana com duas lâmpadas UV LED e quatro cabeças em sistema de configuração escalonada, que pode comportar mais duas ou quatro cabeças, para permitir CMYK duplo ou CMYK com branco e verniz.

A máquina estampa mídias com espessura de até 100mm e peso de até 50kg/m². Além disso, possui mesa seccionada em zonas de vácuo e sistema de registro de pinos acionado por ar, para trabalhos com múltiplos painéis e impressão frente e verso. Também apresente um recurso que facilita o manuseio e o posicionamento de mídias pesadas.

Capaz de produzir imagens com resolução de 600 x 1.200dpi e rodar na velocidade máxima de 90m²/h, a máquina é indicada para produção de sinalização, fine art, gráficos de feiras, peças de PDV, comunicação visual de varejo e amostras de embalagem.

Fonte: Mutoh



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.

 



Novos filmes e quadros para sinalização são lançados pela Aslan

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/02/2013

Memoboard, quadro para sinalização de ambientes

Memoboard, quadro para sinalização de ambientes

A Aslan, fabricante alemã de filmes adesivos, amplia o portfólio de produtos da linha Memoboard (que consiste em lousas, quadros brancos e películas).

Os novos adesivos Memoboard, lançados no mercado internacional, permitem transformar superfícies em quadros (lousa, para escrita) ou em locais para a aplicação de produtos magnéticos.

Esses filmes são ideais para peças de sinalização instaladas em hotéis, restaurantes, escritórios, escolas, creches, universidades, hospitais, bem como para uso doméstico, em portas, paredes, geladeiras, entre outras superfícies de uma casa.

Fontes: Aslan e MyPrintResource. Texto: InfoSign