Mimaki anuncia nova série de impressoras CJV300

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/09/2014

Equipamentos da linha Mimaki CJV300 vêm com recorte integrado

Equipamentos da linha Mimaki CJV300 vêm com recorte integrado

A Mimaki, fabricante de impressoras digitais, anunciou o lançamento no mercado europeu da CJV300, série de equipamentos com impressão e recorte integrados, para produção de etiquetas, decalques e sinalização. A estreia da linha será na feira Viscom Paris 2014, que ocorre entre os dias 9 e 11 de setembro.

Disponíveis em larguras de 1,3m e 1,6m, as máquinas CJV300 trabalham na velocidade máxima de 105m²/h e empregam dispositivo de detecção de marca de registro que permite o corte ininterrupto do rolo de mídia e reduz o desperdício de substrato.

A CJV300 pode utilizar tinta prata, laranja e light black, além da paleta padrão de cores (CMYK).

Para a feira Viscom Itália, em outubro, a fabricante promete apresentar a plotter de recorte CJV150 e a impressora JV150, que trabalha na velocidade de até 56m²/h.

Fonte: Large Format Review



Kernow apresenta nova linha de revestimentos de paredes

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/01/2018
Mídias são indicadas para instalações complicadas

Mídias são indicadas para instalações complicadas

A Kernow, fornecedora norte-americana de mídias para comunicação visual, anunciou no mercado internacional a KernowJet Interiors, linha de revestimentos de parede dividida em duas séries: a Interiors 500 (para ambientes difíceis em áreas públicas) e a Interiors 620 (mais resistentes, para ambientes de alto tráfego, como aeroportos).

Resistentes a rasgos e água, laváveis e com encolhimento zero, os substratos são yambém indicados para lojas de varejo, hotéis, escritórios, pontos de venda, aeroportos, hospitais, ambientes médicos e educacionais, entre outros.

Com 13 opções de texturas, os revestimentos podem ser removidos facilmente e não deixam resíduos. Além disso, possuem certificação HP-Latex. Portanto, podem receber imagens estampadas por tecnologia de impressão digital.

A Kernow ressalta que as mídias são capazes de inibir o crescimento de microorganismos (bactérias e bolor). Elas também contam com certificação de padrões contra incêndio.

Fonte: Kernow North America



Aplicação de vinil adesivo: a seco ou úmida

Por Eduardo Yamashita em 27/06/2015

Conheça prós e contras de cada um dos métodos de aplicação

Conheça prós e contras de cada método

Na hora de adesivar vinis, em uma parede ou ao fazer o envelopamento de carros, os profissionais de instalação e aplicação deparam-se com uma dúvida elementar: usar método úmido ou a seco?

A diferença entre eles é a presença (ou não) de água, elemento cujo objetivo é criar uma "película" entre o adesivo (cola) e a superfície. A água diminui a aderência (tack) inicial do adesivo. Isso facilita a aplicação, pois o adesivo fica com menos área de contato com a superfície.

Na aplicação úmida, é possível reposicionar o vinil até que o aplicador encontre a posição correta da película. No método a seco, como a aderência é total, não é possível fazer o reposicionamento do vinil.

Cada método tem prós e contras, resumidos a seguir:

  Vantagens    Desvantagens
Aplicação úmida
- Baixa adesão do adesivo (cola) à superfície;
- Reposicionamento total do vinil;
- Facilidade nos encaixes entre vinis.
- Adesão inicial mais demorada;
- Elevado tempo de instalação (em função da secagem da água);
- Necessário ambiente adequado para trabalhos com água;
- Limitado a superfícies planas ou curvas simples.
Aplicação a seco
- Não precisa de tempo adicional antes do acabamento;
- Poder ser usado em qualquer superfície.
- Necessário uso de fitas de posicionamento da imagem;
- Alta aderência do adesivo (cola) à superfície;
- Difícil reposionamento.

 

A seco ou úmida

Uma pergunta bastante frequente é: Qual método devo utilizar? Para obter a resposta, você vai precisar saber o tipo de superfície sobre a qual será aplicado o vinil adesivo.

O método a seco é indicado para qualquer tipo de superfície. Já o úmido é indicado apenas para superfícies planas ou com curvaturas simples.

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A pergunta seguinte é: Por quê? Porque, ao aplicar o método úmido em superfícies complexas (com curvaturas compostas e baixos relevos), não é possível remover toda a água utilizada no processo. Ou seja, o trabalho deixa resíduos entre o adesivo e a superfície, formando microbolhas de água — imperceptíveis após a aplicação.

Quando o vinil aplicado é submetido ao calor (do sol), as microbolhas levantam o vinil, que resseca com o tempo e acaba rompendo-se, causando estragos irrecuperáveis à imagem. Portanto, ao facilitar a aplicação, corre-se o risco de prejudicar todo o trabalho.

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Texto originalmente publicado com exclusividade no InfoSign, no dia 27 de junho de 2013. Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis, envelopamentos de carro e comunicação visual.