Metalnox completa 35 anos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 20/06/2017
Atualmente, a empresa contempla um grupo formado por cinco marcas

Atualmente, a empresa contempla um grupo formado por cinco marcas

A Metalnox, fabricante de impressoras, fez 35 anos em junho de 2017. Fundada em 1982, em Jaraguá do Sul (SC), a empresa era chamada de Arte Calhas e produzia calhas para chuva. Quatro anos depois, passou a fabricar máquinas têxteis em inox. Por isso, alterou seu nome para Metalnox (Metal + Inox).

Acompanhando a expansão do mercado têxtil nacional, a Metalnox cresceu e, em 1990, deu um passo adiante e começou a exportar máquinas para a Argentina, Paraguai e Uruguai. Em 1994, a companhia expandiu seu parque fabril, o que permitiu a fabricação de prensas térmicas. Anos depois, em 2001, a Metalnox, mais uma vez, ampliou sua planta. Atualmente, a empresa conta com uma ampla rede de distribuidores e está presente em mais de 35 países, para distribuir produtos de cinco diferentes marcas:

- Metalnox Máquinas: maior fabricante de prensas térmicas das Américas;
- Metalnox Digital: tecnologia brasileira de impressão digital têxtil;
- Foto Produto: maior distribuidor de foto produtos do Brasil;
- Ferragens: distribuição de ferragens para móveis;
- JJI: distribuição de vidros do norte e nordeste do Brasil.

Fonte: Metalnox



Metalnox remodela prensa térmica para sublimação em grandes formatos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/10/2015
PTS 950 Basic apresenta nova medida de fôrma

PTS 950 Basic apresenta nova medida de fôrma

A Metalnox, fabricante nacional de equipamentos para estamparia têxtil, anunciou um novo tamanho de bandeja para a PTS 950 Basic, prensa térmica empregada para sublimação digital de grandes formatos. A máquina é indicada para produções de camisetas esportivas, linha fitness, moda praia, decoração, entre outras aplicações.

O equipamento, que possui estrutura compacta e de fácil operação, conta agora com duas bandejas de 700mm x 1.100mm. Trata-se de uma área útil maior, para facilitar os trabalhos e ampliar o leque de possibilidades de aplicações.

Segundo a empresa, a PTS 950 Basic possui fôrmas térmicas com teflonização dupla, resistência fundida e usinada em alumínio e uniformidade de pressão e temperatura em toda sua área.

Todos os equipamentos da Metalnox possuem um ano de garantia e assistência técnica permanente. De fabricação totalmente nacional, os produtos podem ser financiados pelo BNDES e Finame.

Fonte: Metalnox



Sublimação: como calcular custo, preço, valor e faturamento

Por João Leodonio em 01/05/2018
Saiba como formatar o preço dos seus produtos estampados por sublimação

Saiba como formatar o preço dos seus produtos estampados por sublimação

Será que vendo meu produto sublimado com o mesmo preço do concorrente? Ou cobro mais barato? Faturamento é igual a lucro? Como agregar valor à minha camiseta sublimada e me diferenciar da concorrência?

Muitos empreendedores, sobretudo os novatos, têm muitas dúvidas sobre composição de preços no segmento de impressão sublimática. Mas antes de dar algumas respostas, vamos definir alguns conceitos:

- Custo: é todo o esforço e trabalho empregado para a produção de bens e serviços e divide-se em fixo e variável. O primeiro é todo custo que não varia com a produção, ou seja, está fixado. Exemplos: limpeza, conservação, aluguel, mobiliário e equipamentos. Já o variável é todo custo que varia de acordo com o produto e o volume. Exemplos: caneca, papel impresso, camiseta, entrega, matérias-primas, insumos diretos, embalagens, impostos de venda, mão de obra e fornecedores.

- Preço: é o valor monetário de um bem, serviço ou patrimônio. É composto por custos, despesas e lucro.

- Valor: é criado de acordo com a importância dada por aqueles que adquirem os produtos ou serviços. Exemplo: Quanto você estaria disposto a pagar por um copo de água mineral no deserto? E ao lado de uma nascente de água potável? Independentemente do quanto custou a produção desse copo com água, seu valor será dado pela importância ou necessidade de seu consumo.

- Faturamento: é o montante que a empresa recebe por uma venda do bem ou serviço, ou seja, é o valor total que está impresso na nota fiscal.

Antes de entendermos como chegar à composição de preços, é preciso avaliar o que produzir, para quem vender, quais serão os fornecedores e parceiros, a forma de distribuição e como a concorrência trata o produto ou serviço. Após a fase prévia de produção, deve-se passar para as contas.

Custo fixo

Por trabalhar em casa, muitos acabam não considerando o custo fixo na composição do preço; Mas assim como um imóvel alugado, precisamos valorar o m² da área ocupada e ratear água, luz, telefone e qualquer outra despesa de produção.

Custo variável

É necessário escolher um bom fornecedor de matéria-prima, saber valorar a mão-de-obra envolvida na produção (a própria ou terceirizada), o consumo de energia e o transporte, além de saber negociar desconto para compras maiores, o que ajudará na composição de um preço menor.

Preço

É necessário avaliar todos os rateios de custo fixo, aplicar todos os custos variáveis, lucro esperado, impostos e todos os valores envolvidos na fabricação e distribuição do bem ou serviço. Muitas empresas não consideram os custos de pós-venda e acabam por não dar um atendimento adequado ao cliente após entregar os produtos ou serviços. Assim, não fidelizam a clientela.

Valor

Trata-se de algo a ser estabelecido depois da formatação do preço. Portanto, é preciso muito cuidado para valorar a importância do produto ou serviço. A valoração vai depender da necessidade, local, oferta, demanda e algo muito importante, que é a qualidade final do que se oferece. A qualidade de um produto final (matéria-prima, insumos e controle nos processos de produção) pode fazer com que o valor suba.

Faturamento

Como já explicado, não é ganho, nem lucro. Trata-se apenas do registro dos valores totais das vendas.

Concorrência

Após levantar informações e compor o preço do produtos, você descobre que a concorrência vende mais barato. O que fazer? Quanto mais barato? Vende para o mesmo público? Que matéria-prima utiliza?

Essas são questões que, se respondidas de forma adequada, poderão ajudar a rever o preço de venda ou mantê-lo e investir na valorização do produto, mantendo as margens originais de lucro.

Mas isso é possível num mercado tão concorrido quanto o da sublimação?

Sim, e a cada momento aparece um novo fornecedor. Quase na mesma velocidade, saem do mercado aqueles que ofereceram produtos e serviços de má qualidade. Portanto, se ao formatar um preço, a empresa considerar todos os tópicos tratados acima, possivelmente terá sucesso. Em caso de insucesso, saberá onde errou.

Sugerimos também fazer a alocação dos custos de forma mais coerente possível, usando o sistema R.K.W (um assunto a ser tratado num próximo artigo).

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático