LG cria a maior tela OLED do mundo

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 22/08/2017
Display foi instalado no Aquário de Dubai

Display foi instalado no Aquário de Dubai

A fabricante LG instalou nos Emirados Árabes a maior tela OLED do mundo e, consequentemente, o maior video wall de alta definição já criado. Localizado no Aquário de Dubai, a instalação emprega 820 painéis de sinalização Open Frame LG OLED. Para criar a tela de 7.600 pés quadrados, a LG fez uma parceria com a Emaar Entertainment, que é a operadora do projeto.

A LG OLED é emissiva, ou seja, a tela emite luz própria, o que elimina a necessidade de retroiluminação ineficiente. Isso proporciona imagens com pretos mais profundos, proporções de contraste infinitas, cores reais e ângulos de visão mais amplos do que os displays convencionais.

O uso dos painéis Open Frame LG OLED no Aquário de Dubai é particularmente adequado porque a curvatura da tela segue as ondulações de água corrente. Além disso, eles podem ser configurados em curvas convexas ou côncavas, em modos de paisagem ou retrato, misturando-se a qualquer espaço público ou privado.

Soon Kwon, líder do departamento de displays de informação da LG, declarou: “A LG está revolucionando a forma como o espaço comercial é usado, porque nossa tecnologia OLED, fina e curvada, é uma peça de arte icônica. Nossa instalação em Dubai é um exemplo de como os produtos de sinalização digital da LG adicionam harmonia a um espaço, além de ser uma solução B2B inovadora”.

Fonte: LG



Durst anuncia novidades para a Drupa 2016

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/05/2016
Durst lançará linha de impressoras única passada para mídias corrugadas

Durst lançará linha de impressoras única passada para mídias corrugadas

A fabricante Durst anunciou, em coletiva internacional à imprensa especializada, novidades para a Drupa 2016. Entre os lançamentos exclusivos para o evento está a Rho 130 SPC, impressora única passada que pode produzir na velocidade de 9.350m2/h.

Indicada para empresas de embalagens e displays, a nova impressora pode produzir amostras, personalização e diferentes versões de um mesmo produto. Além disso, incorpora a Durst Water Technology, nova geração dos sistemas Durst que possibilita impressão em mídias preparadas para setores específico, como o alimentício.

Segundo a Durst, a Rho 130 SPC foi construída com base na linha de impressoras única passada Tau 330, que também estará entre os destaques na Drupa 2016. A empresa também anunciou para o evento o lançamento da Tau 330E, que incorpora tecnologia de tinta pigmentada para a produção de rótulos e etiquetas.

Outro equipamento que estará em exposição na feira será a Rho 1330, impressora UV plana indicada para trabalhos com diferentes tipos de mídias flexíveis e rígidas.

Chrisroph Gamper, CEO da Durst Phototechnik AG, declarou: “O tema digital estará no topo da agenda da Drupa 2016. A Rho 130 SPC e sua altíssima velocidade de produção impressionarão os visitantes do evento. Também iremos expor outros modelos de nosso variado portfólio, apresentando soluções para gerenciamento de fluxo de trabalho. Como especialistas na fabricação de soluções inkjet, abriremos um novo capítulo no processo de digitalização da impressão”.

Fonte: Durst Brasil



Cabeças de impressão: inovações, novidades e atualizações

Por Tony Quinn em 07/03/2014

Matéria compila a opinião dos maiores especialistas internacionais de cabeça de impressão

Matéria compila pontos de vistas dos maiores especialistas internacionais em cabeça de impressão

Na edição de 2013 da feira SGIA, a organização promoveu um painel que reuniu alguns dos principais fabricantes para discutir o atual estado das tecnologias de cabeças de impressão. Participaram profissionais da Fujifilm Dimatix, Epson, Konica Minolta (KM), Seiko Instruments (SII-Printek) e Xaar, bem como da EFI-Vutek, cuja perspectiva de fabricante de impressoras complementou as opiniões.

O texto a seguir compila informações apresentadas nesse painel. Os textos em itálicos são transcrições das palestras. Os demais, foram redigidos pelo autor da matéria. Ao final dela, há um tópico de perguntas e respostas, oriundas da sessão que encerrou o painel.

Apesar de ter enfatizado as características dos dispositivos das empresas presentes, o painel não incluiu todas as tecnologias de cabeça disponíveis hoje no mercado.

Panorama

A tecnologia inkjet pode ser dividida em:

  • Jato contínuo de tinta (Continuous Inkjet, CIJ): usado, por exemplo, em codificação de produtos alimentícios (não será discutido nesta matéria);
  • Jato de tinta sob demanda (Drop on Demand, DOD): divide-se em térmica (Thermal Inkjet, TIJ) e piezoelétrica (Piezoelectric Inkjet, PIJ).

A primeira é muito utilizada no mercado de artes gráficas, especialmente pela HP e pela Canon. Porém, os fabricantes presentes no painel da SGIA eram de cabeças piezo. Esses dispositivos empregam material piezoelétrico, que, ao receber um pulso elétrico, deforma-se e dispara gotas de tinta de suas câmaras, por meio de um bocal (nozzle). Cada cabeça tem centenas ou milhares de câmaras e nozzles.

Os principais pontos debatidos no painel recaíram sobre a tecnologia de silício MEMS (Micro-Electro-Mechanical Systems, Sistemas Micro-eletro-mecânicos) e sobre as vantagens e desvantagens dos sistemas shared wall (parede compartilhada) e isolated channel (canal isolado). Também houve debates sobre a tecnologia greyscale, bem como sobre a recirculação de tinta.

Painel promovida pela SGIA 2013 foi composto por alguns dos maiores especialistas em cabeça de impressão do mundo

Painel promovido pela SGIA 2013 foi composto por alguns dos maiores especialistas em cabeça de impressão do mundo

Apresentação 1: John Lapp, da Fujifilm Dimatix

Há anos, as cabeças de impressão têm sido empregadas em impressão digital, codificação e marketing, antes mesmo de o grande formato tornar-se um enorme mercado. E hoje os segmentos de decoração de cerâmica e impressão comercial estão crescendo, assim como os segmentos de protótipos em 3D, aplicações funcionais, eletrônicos impressos e até biociência, no qual as cabeças são usadas como dispositivos de microbombeamento ou ferramentas de precisão de jateamento de fluidos. Uma grande quantidade de tintas inkjet têm sido desenvolvidas para eletrônicos impressos: tintas de prata, de cobre, de ouro e de níquel.

Em termos de tecnologia, não usamos a shared wall. Usamos a shear mode, que permite operações de alta frequência. A nova cabeça Samba dispara gotas a 150 kHz (kilohertz).

Nossas cabeças industriais são de 50 a 60 kHz. Não há mecanismos de desgaste nelas. Portanto, são as condições ambientais e as manutenções que determinam a tempo de vida delas. Se forem bem cuidadas, podem durar por muito tempo. Mas se forem maltratadas, não terão uma vida muito longa.

Conseguimos uma excelente uniformidade em termos de volume da gota de tinta, velocidade de disparo, linearidade do jato e alta temperatura. Algumas cabeças rodam a 125ºC, dependendo da tinta utilizada. O volume da gota oscila entre 10 e 150 picolitros, em uma série grande de fluidos: à base d’água, solvente, UV, sublimáticos, tintas funcionais de nanoprata e fluidos de biociência.

Cabeça Dimatix Samba dispara gotas na frequência de 150 kHz

Cabeça Dimatix Samba dispara gotas na frequência de 150 kHz

Muitos fatores influenciam a qualidade de impressão, como a velocidade do disparo, o volume da gota, a retidão do jato e a uniformidade jato a jato. É importante obter uniformidade do volume de gota em todos os disparos. Se você tem tamanhos inconsistentes de gota ou uma tolerância muito grande, as imagens reproduzidas sofrerão banding e outros problemas.

A retidão do jato é também um ponto crucial, a falta dela pode causar banding e imagens imprecisas. A uniformidade jato a jato significa que todos os pontos anteriores (velocidade do disparo, volume da gota e retidão do jato) são consistentes. Dois deles não é satisfatório, você precisa dos três.

Assim, uma série de fatores afetam o endereçamento (localização) do ponto. O primeiro é a qualidade técnica da cabeça. Por exemplo, na fabricação do nozzle, pode haver interferências como arranhões e sujeira nas placas de noozle. O acúmulo de tinta seca ao redor da placa de nozzle também pode prejudicar o jateamento e, portanto, o endereçamento dos pontos.

Em termos de qualidade de impressão, o Versa-drop, que é como chamamos nossa tecnologia greyscale, permite reproduzir pontos muito pequenos e alta resolução (para visualização de perto). Você pode ter pontos largos (para uma visualização de longa distância) ou pode usar o greyscale, ou seja, pontos variáveis para obter textos e tons de pele.

Apresentação 2: Masao Tachibana e Wakabayashi, da Seiko Instruments, Inc – Printek

A apresentação da SII-Printek começou com uma descrição da tecnologia de arquitetura isolated channel (canal isolado), enfatizando suas vantagens em relação à tecnologia shared wall (parede compartilhada) — usada em cabeças anteriormente fabricadas pela empresa (e também empregada pela Xaar e pela Konica Minolta).

Segundo a SII-Printek, a isolated channel permite operações de alta frequência, alta velocidade de jateamento e não corrói em função das tintas à base d’água ou condutivas.

Cabeças da Seiko empregam tecnologia de canal isolado

Cabeças da Seiko empregam tecnologia de canal isolado

Os palestrantes também descreveram desenvolvimentos mais recentes de suas cabeças, como o design que permite o fluxo de recirculação de tinta (similar ao incorporado à série Xaar 1001 e cabeças Samba e Starfire da Dimatix). Os benefícios são recuperação automática de jatos errôneos e redução de sedimentação de tintas com alto teor de sólidos.

A apresentação analisou a questão: "Um ponto pequeno é sempre bom para imagens de qualidade?". Sobre o assunto, os palestrantes argumentaram que a precisão do endereçamento de pontos muito pequenos é provavelmente afetada pelo fluxo de ar e pela eletrostática. E a produtividade – medida pelo volume de tinta disparado por segundo – é melhorada ao usar gotas com tamanhos maiores.

Apresentação 3: Daisuke Ishibashi, da Konica Minolta

A apresentação da KM descreveu a variedade de cabeças de impressão fabricada pela empresa e enfatizou as séries 1024 e 1024i, cujas cabeças têm 1024 nozzles. Porém, a família 1024 mais antiga emprega duas linhas de atuadores de 180dpi operando em shared wall ou modo de três ciclos, ao passo que a nova série 1024i é composta por cabeças com linhas de 90dpi, para atingir a mesma densidade de nozzle, mas com frequências mais altas de operação.

Konica 1024 possui 1024 nozzles

Konica 1024 possui 1024 nozzles

Notavelmente, todas as cabeças possuem pegada idêntica: 106 por 18 milímetros. Cada família vem com em versões de pequenos, médios e grandes volumes de gota. O lançamento mais recente da empresa é o modelo 1800i, que apresenta 600dpi, 84 kHz e gotas de 3,5 picolitros.

Apresentação 4: Juan Calderon, da Xaar

O que um cliente quer de uma cabeça de impressão? Respondemos da seguinte forma:

Qualidade de impressão e produtividade: a Xaar está investindo na criação de uma nova geração de cabeças que disparam volumes menores de gota, trabalham com maior largura de impressão e frequências mais altas;

Desenvolvimento: oferecemos a Xaar 1001, que tem sido bem-sucedida em impressoras única passada nos mercados de cerâmica e embalagem. E estamos agora adaptando-a para a indústria de múltipla passada.

Integração: quando você tem uma impressora, pode querer repôr rapidamente as cabeças. Todas as nossas cabeças terão um fecho Luer para assegurar a conexão de tinta, e as conexões elétricas terão um revestimento que as protegerão de danos mecânicos e elétricos e derramamentos de tinta.

Custos de manutenção: temos uma nova geração vindoura de eletrônicos inteligentes, com funcionalidades que permitirão dar um feedback diretamente da cabeça, e a habilidade de controlar temperaturas e voltagens, a fim de ajudar a diagnosticar e prevenir danos às cabeças.

Alguns modelos Xaar têm sido empregados para impressão em cerâmica e embalagem

Alguns modelos Xaar têm sido empregados para impressão em cerâmica e embalagem

Apresentação 5: Mark Radogna, da Epson

Recentemente, anunciamos uma nova tecnologia de cabeça que vai influenciar todas os equipamentos Epson. Introduzimos uma impressora dedicada a imprimir camisetas. Essa máquina não existiria se não tivéssemos desenvolvido a nova cabeça PrecisionCore; é uma geração totalmente nova e desenvolvida por nós. É exclusividade da Epson.

A PrecisionCore oferece uma série de benefícios. O primeiro é que ela é baseada no que chamamos de print chip core. Não se trata de uma cabeça de impressão com estrutura gigante. Ele é um chip bem pequeno. Tem a habilidade de produzir um ponto que é preciso, fino, claro e que vai além de qualquer coisa que foi produzida até agora.

Também aproveitamos a oportunidade de utilizar formas mais avançadas de material e cristal piezo. E como somos os fundadores dessa tecnologia, temos usado químicas avançadas para criar o cristal piezo. O resultado é uma cabeça extremamente durável.

PrecisonCore é a tecnologia recém-lançada da Epson

PrecisonCore é a tecnologia recém-lançada da Epson

O outro benefício da nova cabeça é que ela tem uma notável flexibilidade de tinta. Podemos imprimir virtualmente com qualquer insumo. É possível usar tinta pigmentada à base d’água ou solvente pesado e também a nova tinta que imprime camisetas. Há muitas formas com as quais podemos rodar fluidos por meio desse novo chip de impressão.

E, finalmente, ela é escalável. Posso reunir e construir a estrutura que eu quiser, no espaço de cor que eu quiser, para a aplicação que eu quiser. É uma tecnologia totalmente nova.

Esse é um exemplo de como trouxemos uma nova ideia para o piezo, que muda dramaticamente a tecnologia. Criamos uma cabeça a partir disso, para uma aplicação como a impressão em camisetas.

Apresentação 6: John Duffield, da EFI Vutek

Vou falar sobre o que eu acho ser a próxima geração de cabeças e como elas influenciam as características das impressoras. Estamos sempre procurando aumentar a qualidade quanto a velocidade das nossas máquinas.

Procuro por desvios angulares, provavelmente de algo em torno de 0,4 graus. Procuro por um aumento de 5% na variação de velocidade. Preciso melhorar a uniformidade e aumentar a velocidade.

As outras tolerâncias que estamos procurando estão nos eixos x e y, para conseguir um endereçamento de ponto mais preciso, que fique numa variação de mais ou menos 5 micra. O plano z não precisa ser tão preciso, pode variar mais ou menos 10 micra.

Quanto à velocidade, buscamos cabeças com velocidades de impressão acima de 5 metros por segundo. Preferivelmente próximo a 10 metros por segundo. E para impressoras UV, buscamos volumes entre 6 e 12 picolitros, único pulso e greyscale.

Atualmente, estamos usando greyscale de quatro níveis, mas várias outras cabeças são capazes de trabalhar com oito. As cabeças com uma única fila de nozzles têm sido mais usadas do que as de múltiplas filas, para grandes formatos: o que nos dá mais flexibilidade e chance de colocar as cabeças em diferentes posições.

A densidade maior de nozzles faz o carro de transporte diminuir e ficar mais leve, e então aumenta a velocidade da impressora, porque você não tem de espalhar os nozzles por uma área muito larga.

Fabricantes de impressoras procuram utilizar cabeças que aumentam a qualidade e a velocidade das máquinas

Fabricantes de impressoras procuram utilizar cabeças que aumentam a qualidade e a velocidade das máquinas

Algo que eu também gostaria de ver é algum tipo de feedback de pressão de menisco. Várias cabeças já têm feedback de temperatura, mas se houver o feedback de menisco, isso certamente vai ajudar a ter maior controle dos parâmetros que afetam a qualidade, a velocidade e o direcionamento das gotas.

Quanto às impressoras têxteis, elas tendem a ser instaladas em ambientes bastante agressivos, então precisam operar em altas temperaturas, mas comumente usam tintas que suportam baixa temperatura. Tintas à base de solvente, água e óleo não gostam de ser aquecidas. É preciso recuperação rápida e fácil do nozzle – portanto, uma cabeça com recirculação seria benéfica.

Perguntas e respostas

Qual é modelo de negócios adotado para o uso de tintas? Vocês exigem que os clientes usem tintas específicas? Vocês cobram royalty?

Epson: depende da parceria. Temos alguns parceiros no Japão, com os quais fazemos OEM, e eles empregam nossas tintas.

Konica Minolta: na KM, nós cobramos royalty.

Xaar: exigimos que nossas cabeças usem tintas previamente aprovadas, para manter a integridade das cabeças. Com a tinta aprovada, as cabeças têm um ano de garantia. Há algum royalty para uso de certas plataformas, especialmente as mais novas.

Dimatix: nossos clientes são livres para escolher a tinta que quiserem. Porém, se trabalham com nossos parceiros e usam tintas aprovadas, os clientes obtêm garantia. Há algumas relações de royalty com esses parceiros.Temos também relações de royalty com alguns clientes, dependendo do modelo de negócio.

Por quanto tempo a cabeça deveria durar?

EFI: Se você não cuidar, ela pode durar dias ou semanas. Mas se você cuidar e fizer as manutenções corretamente, ela pode durar por anos. Normalmente, as cabeças têm vida média de um a dois anos.

Vocês têm estatísticas sobre o tempo de duração das cabeças?

EFI: sim, uma impressora GS com 16 cabeças pode ter uma substituição média de duas ou três cabeças no primeiro ano. Isso é bem razoável.

Dimatix: como não há mecanismos de desgaste nas cabeças Dimatix, o piezo não fatiga e as placas de nozzle não se esgotam. Na maioria das aplicações gráficas, os fluidos são bons e não afetam as cabeças, mas a chave para qualquer aplicação é a manutenção.

Ouvimos muitas coisas sobre tecnologia, mas quanto é o custo por nozzle ou custo em geral? E sobre a MEMS? O que vocês estão fazendo para diminuir o custo das cabeças?

Dimatix: não olhamos o custo por nozzle, mas o custo total de propriedade. É quanto uma cabeça dura, ou seja, a produção que você consegue com ela. Isso é mais importante que o custo por nozzle. Se custa dois ou quatro dólares por jato, isso é irrelevante se ela dura apenas seis meses e se isso diminui a velocidade da impressora. Você quer uma cabeça que tenha longa duração e quer obter alta produtividade com ela. Agora, em termos de custos de fabricação, sim, nós estamos sempre tentando fazer as coisas melhorarem. A tecnologia MEMS de silício que estamos usando diminui os custos de fabricação, mas os custos ainda são altos porque temos de pagar o investimento de 100 milhões de dólares que fizemos para produzir essa tecnologia. A primeira cabeça custou 100 milhões de dólares e a segunda, 5 milhões. O custo está diminuindo. A tecnologia guia os custos, mas ela também guia os custos de aperfeiçoamento em novas tecnologias.

Sobre o autor Chris Lynn é CEO da Hillam Technology Partners

Sobre o autor: Chris Lynn é CEO da Hillam Technology Partners

Este artigo foi publicado inicialmente no SGIA Journal e reproduzido pelo InfoSign com a permissão da SGIA (this article first appeared in the SGIA Journal and is reprinted with permissions from the SGIA).